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Posts Tagged ‘Viagem’

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Tenho lido um livro chamado ” Ah, se um soubesse …”, o Richard Edler da Negócio Editora,  que é uma compilação de idéias de pensadores e líderes contando sobre coisas que elas gostariam de ter sabido 25 anos atrás.

Estas frases ou tem me ajudado muito nos últimos anos, alguns discordo  e outros iluminaram uma idéia em certo momento . Separei algumas para escrever para vocês,  mas lembro que estou transcrevendo e analisando sob o meu ponto de vista, espero que gostem.

“Coisas que você deve saber agora…. ”

“Você é 100% responsável pela sua própria felicidade.  Os outros não são responsáveis por ela. Os seus pais não o são . A sua esposa também não é.  Você está sozinho . Então se você não está feliz, só você pode mudar alguma coisa.  Este concerto não depende de ninguém mais.”

– Dr. Gerald D. Bell.
Professor, Kenan-Flagler UNC

Esta é uma das coisas mais verdadeiras que existe,  se você depender dos outros para ser feliz melhor esperar sentado, mas veja bem não estou dizendo que não depende dos outros ara ganhar mais dinheiro, fazer aquela viagem,  os filhos não ficarem doentes,  etc, estamos fundo de felicidade,  de plenitude,  de atingir um estado de satisfação com você mesma capaz de garantir sua felicidade independente de como esteja sua vida. Pense nisso, ter prazer não é uma garantia de felicidade , o álcolatra no seu vício tem prazer a cada dose, mas ele é feliz?

Comece a fazer a diferença para você,  seja feliz!

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“Não faça de seus sentimentos uma prisão, viva-os intensamente, porque amanhã talvez seja tarde para ouvir lamentações “(http://superfrases.net)

 

Recebi a muito tempo atrás este texto, até hoje ele continua me tocando muito, existem diversas maneiras de interpretá-lo dependendo do momento de cada um. Reproduzi ele abaixo acrescentando algumas coisas que eu achei pertinente, aproveitem, peguem lenços, tomem seus remédios de coração, mas não o interpretem com tristesa e sim com alegria, sim alegria pois fazem parte de uma viagem maravilhosa chamada VIDA.

 

TREM DA VIDA

“Há algum tempo atrás, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma leitura extremamente interessante, quando bem interpretada.”

Pare e pense, e se compararmos a vida a uma viagem de trem? ..”Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.

Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco : nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível… mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem.

Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.

Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem somente tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante o trajeto, atravessemos com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles… só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas… porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre, que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.

O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.

Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades … acredito que sim. Me separar de alguns amigos que fiz nele será, no mínimo dolorido. Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos, com certeza será muito triste, mas me agarro na esperança que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram… e o que vai me deixar feliz, será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranquila  que tenha valido a pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.”

Eu desejo a vocês todas a paz. sabedoria e paciência necessária para esta viagem. Eu garanto que a minha viagem esta repleta de histórias maravilhosas, pessoas fantásticas e especiais como minha família , meus amigos e principalmente meus filhos e minha esposa. Alguns já não estão no mesmo vagão que o meu, outros quase desceram do trem, mas a viagem continua.

Existem duas coisas que sempre lembro nesta jornada: Qual o meu legado? Quais momentos estou deixando e quais estou levando? Pense nisso e descubra se precisa mudar seu rumo.

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Viagem de Metro

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​Mais cedo fui andar de metro na hora do ” Rush”, não foi passeio, na verdade tinha que ir ao dentista e a maneira mais rápida é o metro. A vantagem do metro, além da rapidez, ele não atrasa. A única diferença , é a forma que você ira viajar, esmagado ou não. O metro não atrasa, o que acontece, é a duvida, se você conseguirá entrar no vagão ou não.

​Jurava que andar de metro era uma coisa fácil, eu não andava de metro há uns 5 anos, mas não lembrava que era esta selva. Vou contar para vocês tudo que pode acontecer em 1 hora dentro do metro do Rio de Janeiro.

​Cheguei na entrada do metro as 18 horas. Imaginei que não deveria ter tanto movimento pois ia no sentido contrario ao centro , provavelmente as pessoas estavam vindo do centro da cidade. Engano meu, as pessoas na sua grande maioria estavam indo para o centro, para de lá pegar outro meio de transporte. As pessoas que vinham para Zona Sul utilizam seus próprios carros. Dancei, aquela pequena viagem prometia.

​Para chegar as plataformas do metro, devem ter uns 2 quilômetros, peguei 2 escadas rolante, 2 esteiras rolante e mais uns 200 metros de caminhada, você já chega cansado.

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​Ao chegar na bilheteria, lembrei que possuía um cartão de metro com credito, só esqueci que já tiveram uns 4 aumentos desde minha ultima utilização , achei melhor não fazer vergonha e comprar de novo. Com 2 bilhetes na mão me encaminhei para a catraca e avistei 3 tipos, uma com um leitor, outra com um buraco menor na frente dela e outra sem nada. Para não fazer feio e perceberem que eu parecia um estrangeiro na própria cidade, fui na que possuía um leitor, passei diversas vezes meu cartão em um sensor localizado em cima da maquina e nada, neste instante já tinha umas sete pessoas me aguardando, comecei a ficar meio tenso e sai da maquina justificando: ” acabou o credito, acabou o credito”.

​Já afastado da maquina, aguardei o pessoal que estava me esperando passar e me dirigi a segunda maquina, mas foi uma idiotice minha, pois o buraco desta maquina era infinitamente menor que o cartão em minha mão.

​Já vermelho de vergonha e fingindo ser um estrangeiro, me dirigi a terceira e ultima maquina, fiquei um pouco distante dela aguardando alguém usa- lá, pois eu não havia avistado o lugar do cartão e não ia ficar passando a mão na maquina para acha-lo. Vieram na minha direção 2 italianos com o bilhete na mão, já imaginei – ” estes irão passar vergonha”-, que nada, foram direto para um buraco escondido na lateral da roleta e passaram direto. Pronto a vergonha foi completa e para piorar reparei que tinha um segurança do metro, que já devia estar me observando a muito tempo, que ria descaradamente, só parou quando olhei de cara feita.

​Pronto, já na plataforma, ainda dentro do horário, me dirigi para a marcação pintada no chão que mostrava onde as pessoas embarcavam. Reparei que estava meio vazio onde eu estava e só tinha mulheres, olhei para a marcação no chão novamente e vi que era rosa, olhando mais atentamente vi que estava escrito meio apagado ” Vagão para Mulheres”, nossa, eu já ia passar vergonha novamente. Sai de fininho e me dirigi a outro ponto de embarque que a esta altura já tinha umas 20 pessoas para entrar, mas nada preocupante ainda.

​Já em posição de embarque, enquanto aguardava o metro, acabei me perdendo nos meus pensamentos e rindo sozinho, pois havia comprado uma tampa de vazo sanitário e quase a trago comigo, achando que o metro estava vazio, imaginou pagando mico no metro e ainda com uma tampa de privada bege na mão? Voltei a realidade quando ouvi aquela buzina e as luzes do metro se aproximando.

Quando o metro parou e as portas se abriram as pessoas correram para dentro, eu não entendi o porque, pois tinha lugar para todo mundo, mas observando para onde elas correram entendi que era uma estratégia, pelo que estava por vir. Observando os pontos estratégicos que as pessoas estavam , já me posicionei na lateral esquerda do vagão, ao lado da porta, como diria meu sogro – em posição de fuga. Depois fui descobrir que estava no pior lugar possível.

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​Todos posicionados no vagão, em posição de fuga, embora ainda relativamente vazio, aguardávamos a próxima estação, o clima tenso no ar me lembrava os filmes de guerra, quando os soldados ficavam de patrulha aguardando o inimigo. De repente veio a voz do maquinista avisando a próxima estação, foi a visão do inferno, entendi a logística das posições escolhidas pelas pessoas, só não sabia ainda como estava mal posicionado.

​Eu só sabia que era a próxima estação pelo aviso, pois eu não conseguia ver a estação, tinha tanta gente amontoada ali, só pensei com meus botões , não vai caber e ainda faltam 5 estações. Quando abriu a porta, todos os espaços vazios foram preenchidos em segundos, a temperatura do vagão subiu de 19 para 32 graus. Nas estações seguintes só entravam os magros, pois saiam 50 pessoas e tentavam entrar 200.

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Nesta altura descobri como era ruim meu lugar, pois de cada 100 pessoas que entravam, eu era empurrado para mais longe da porta e pior, percebi que a porta de desembarque era do lado oposto onde eu estava, seria uma operação militar chegar lá a tempo até a próxima parada, que já era a minha.

Pior que eu , era uma mulher prensada ao meu lado, que era muito baixa, na altura do meu ombro, que alem de não enxergar nada, ficava colada com a cabeça nas axilas das pessoas mais altas a sua volta. Num certo momento, o vagão deu um tranco e ela ressabiada pediu para apoiar o braço ( curto) na parede do vagão, eu como perco o amigo mas não perco a piada brinquei – minha senhora do jeito que estamos prensados aqui, a senhora só cai se for por baixo. Pronto, ela não gostou da brincadeira que fiz para descontrair e fechou a cara. Como já estava chegando minha estação, já comecei o empurra, empurra, para chegar na porta oposta, estou falando de somente 4 metros de distancia. O estranho e inexplicável era que quanto mais eu tentava abrir passagem, mais gente aparecia.

​Resumindo, perdi minha estação, quase perdi a seguinte também. Tive que dar a volta e pegar o metro do outro lado até a estação correta.

​Bom, fica mais esta história, que apesar de cômica, é triste, pois eu passei por isso um dia, e a grande maioria da população vive isso todos os dias, seja no metro, nas barcas, nos trens ou nos ônibus, não esta certo, muito menos digno. Tenho esperanças que um dia a mãe, o pai ou os filhos destes governantes precisem usar o transporte publico e contem como esta precário.

​Ele se divertiu com a minha desgraça. Como ele já havia se lamentado e se divertido a minhas custas, era minha hora de começar as lamentações. Contei a ele as dificuldades que estava sentindo em relação a educação do meu filho em casa e no colégio. Ele como psicólogo iria entender minhas preocupações.

 

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Férias

As esperadas férias chegaram , já havíamos nos programado, estava tudo pago, era somente pegar o avião, nosso destino final : Beto Carreiro.

Nossa viagem se dividiu em 2 etapas, a primeira em São
Paulo e depois Penha onde fica localizado o parque do  Beto Carrero.

Primeiro dia

Ao chegarmos a São Paulo , já fomos recebidos pelos meus pais que tinham programado um jantar em um restaurante típico chinês, localizado no bairro das Perdizes chamado Esmeralda , vale uma conferida, foi neste restaurante que percebi que o China in Box é o fastfood da china.

Aproveitamos o final do dia para visitar alguns amigos, pois estas ferias seriam de passeio e não queríamos desperdiçar nenhum minuto.

Segundo dia

No segundo dia, acabamos descansando um pouco mais e saímos somente para almoçar , fomos a um restaurante chamado Giggio, que de tão procurado, nos obrigou a madrugar por lá , as 11:50 já estávamos na mesa e o restaurante estava parcialmente cheio.

Após o almoço fomos conhecer o bairro da liberdade, uma colônia japonesa, ou seja, podemos encontrar todo tipo de produto ligado a cultura japonesa , mas não se engane, nada é barato.

“A Liberdade é um bairro turístico da cidade de São Paulo, localizado parte no distrito da Liberdade e parte no distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa na cidade, a qual, por sua vez, congrega a maior colônia japonesa do mundo, fora do Japão.”

Wikipédia

Fechamos o dia dos pais com uma rodada de pizza tradicional em casa.

Terceira dia

Neste dia resolvemos já arrumar as coisas e sair somente para almoçar, fomos a um restaurante muito gostoso chamado Mourisco Forneza, muito bom, trata-se de um restaurante a quilo com preço e qualidade excelente.

Aproveitamos este dia para conhecer um dos shoppings mais bonitos que já fui, o Higienópolis. Meus filhos estavam querendo assistir o filme Valente, da Disney, e eu e minha esposa precisávamos ver algumas coisas, aproveitamos isso aliado ao fato de estarmos conhecendo um lugar lindo, com arquitetura impressionante, quem vier a São Paulo vale uma conferida.

“Inaugurado em 1999, o Shopping Pátio Higienópolis oferece um ambiente agradável e aconchegante para os moradores do bairro e região. Conservando as características da arquitetura européia clássica do século XIX….arquitetura externa única que inclui uma fachada espelhada, com visão para o antigo casarão do barão do café Leôncio de Magalhães e que incluem um bulevar arborizado.”

(site do shopping)

Assistimos ao filme, que diga-se de passagem foi muito bacana, Disney sempre será Disney. Após sessão de cinema decidimos ir a um restaurante Japonês, a roubada da noite.

Estávamos procurando um restaurante Japonês pois  meu filho já nos pedia comida japonesa há um tempo, mas eu queria achar algo com preço bacana já que com tantas idas e vindas o caixa ficou baixo.

Entramos em um restaurante conhecido, mas de cara já peguei antipatia com o garçom , pois ele não explicava nada direito e ficava olhando com cara de ” que saco” .

De qualquer maneira, pedimos 3 rodízios , minha filha de 3 anos, meu filho e meu pai, enquanto eu, minha esposa e minha mãe pedimos um prato quente.

O problema começou quando vieram as peças do rodízio e reparamos que os garçons ficavam toda hora rodeando a mesa, como se tivessem vigiando eu e minha esposa para que não comêssemos o rodízio do
meu filho. Aquilo foi me inflando , comecei a me sentir ofendido, mas ainda tentei me controlar .

A gota d’água foi quando veio um funcionário com cara de gerente anotar mais um pedido do meu pai, e ao invés de prestar atenção , ficou olhando os pratos para ver se estávamos “roubando” peças do Rodízio . Ele saiu e nunca mais voltou a nossa mesa, pelo contrario , ficou de conversa com os garçons e olhando em nossa direção.

Passaram-se 10 minutos e nada , mandei chamar o garçom e o mesmo informou que tudo que havíamos pedido já havia chegado e que tínhamos comido, nesta hora minha pressão subiu, vi teto preto e arrumei um barraco. O gerente sumiu , o garçom estava tremendo na mesa e ouviu tudo que merecia e não merecia por conta da covardia do gerente TOM que correu.

Pena, o máximo que posso fazer é uma reclacao por email e avisar quem for a SP ou more na cidade que evite este antro, fica baixo o restaurante que causou a noite desagradável .

Ryu Uzushi ( http://www.ryuuzushi.com.br)

Quarto Dia

Neste dia deixamos as crianças com meus pais e fomos fazer uma visita a 25 de Março, nosso objetivo era comprar algumas coisas para a festa da minha filha. A 25 de Março é conhecida pelos produtos chineses com um super preço, inclusive os ” Xing Lings”, réplicas de relógios, bolsas de marcas famosas. Veja a foto abaixo, me achou? E a Dani? Esta então, eu perdi com 4 minutos de caminhada.

“A rua Vinte e Cinco de Março localizada na cidade de São PauloSP, considerada o maior centro comercial da América Latina,pois consiste em um dos mais movimentados centros de compras varejistas e atacadistas da cidade.

Um dos grandes entraves do comércio local é o alto número de barracas de camelôs que disputam espaço com as lojas comerciais, vendendo os mais diversos produtos nacionais e importados, sem o reconhecimento oficial.

Nas suas proximidades existem diversas galerias que vendem produtos importados a baixo custo, com destaque aos aparelhos eletro-eletrônicos, podemos citar a Galeria Pagé, conhecida pela grande gama de produtos postos à venda, Shopping 25 de Março entre outros estabelecimentos comerciais.

Depois de mais de 4 Hrs andando, resolvi dar um basta ! Carreguei minha esposa no colo para fora daquele inferno, destino – Mercado Municipal.

Saímos faltando 40 minutos para o mercado municipal fechar, ele fecha as 18 hrs, mas depois das 17 hrs muitas barracas já encerraram suas atividades. O objetivo da visita era comer os famosos bolinhos de bacalhau e pastéis do mercado, além de conhecer este lugar incrível, de arquitetura imponente.

Wikipédia

Conseguimos nosso pastel e nosso bolinho de bacalhau, caro, mas gostoso. Você não gasta menos de R$ 6,00 em cada um.

O lugar é um espetáculo, você encontra frutas exóticas e raras além das tradicionais, embora com preço caro, mas com uma qualidade excepcional, as frutas brilham. Lá tem peixes, legumes, iguarias do mundo inteiro.

“Projetado pelo escritório do arquiteto Francisco Ramos de Azevedo em 1926, o Mercadão foi inaugurado em 25 de janeiro de 1933. A execução dos vitrais foi entregue ao artista russo Conrado Sorgenicht Filho, famoso pelo trabalho realizado na Catedral da Sé e em outras 300 igrejas brasileiras. Ao todo, são 32 painéis subdivididos em 72 lindos vitrais.

O prédio – que ocupa um espaço de 12.600 metros quadrados de área construída às margens do rio Tamanduateí – abriga mais de 1.500 funcionários que, juntos, movimentam cerca de 350 toneladas de alimentos por dia em seus mais de 290 boxes. Os permissionários – nome que se dá ao lojista ou comerciante que tem a permissão de uso do espaço para comercialização dos produtos nos boxes do Mercadão – têm seus interesses representados pela Renome, uma associação de direito privado, constituída por tempo indeterminado e sem fins lucrativos.”

http://www.mercadomunicipal.com.br/index.php?page=institucional

Próximo Post ->  SP – Beto Carreiro.

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A Vida como ela é ..... Simples assim!

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