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Posts Tagged ‘Portugal’

Primeiramente gostaria de me desculpar pela demora nas postagens, acabo querendo sempre tem uma material grande, novo e diferente e acaba demorando a surgir e conciliar com meu estado de espírito.

O post de hoje é para avisar que diariamente estou fazendo exercícios, coisa que não faço a mais de 15 anos, isso mesmo, Deus foi bondoso comigo e algo milagroso acontece com meu corpo que apesar da quantidade de calorias que como e bebo eu engordo muito pouco, mas não que dizer que minha saúde esta boa, pois minha pressão e minhas taxas devem estar exorbitantes.

Na verdade estou escrevendo também para incentivar vocês pois esta me fazendo muito bem, tanto psicologicamente como fisicamente, sem contar que é um tempo que passo com minha esposa sem as preocupações do dia a dia.

Neste período,  tenho passado por diversas mudanças e tenho mantido a energia positiva e otimista , mas nos últimos dias venho ficando um pouco ansioso e irritadiço além de um pouco de insônia, o que vem minando minha energia e meu bom humor. Decidir resolver isso de alguma forma e mais uma vez agradeço minha esposa companheira, ela me arrastou para caminhar com ela, mas ela ainda não estava caminhando ela queria companhia e até então não havia me animado.

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Resolvi ir com ela e ver qual seria o resultado. Eu como adoro tecnologia resolvi baixar um aplicativo da Nike – Nike Running –  para me acompanhar neste Tesk, ele me diz aproximadamente quantas calorias eu perdi, o mapa onde estou caminhando ou correndo, o tempo e a velocidade ( possui umas outras coisas menos relevantes mas que valem uma conferida também).

Este é o aplicativo:

nIKE rUNNING

Muito legal não é? Já me incentivou só para preencher os gráficos do app. Para não perder somente calorias e ganhar também massa muscular, desenterrei uma barra que tinha no banheiro da empregada, que passou para a porta da cozinha ( gerou um certo conflito caseiro pois não combinou muito com a decoração da cozinha), desta maneira estou diariamente fazendo barras também, mas ainda tenho vergonha de dizer quantas faço por dia, prometo que quando passar de 10 eu conto.

Primeiro dia:

Íamos para a academia do prédio onde temos 2 esteiras, mas chegando lá só uma estava disponível, já comecei a ficar desanimado pois teria que fazer bicicleta ou aquela coisa estranha que parece um ET correndo, um tal de transponder ou algo parecido. Vendo meu desânimo, minha esposa me puxou para fora da academia e avisou que andaríamos num condomínio de casa atras do nosso prédio, foi a melhor coisa que fizemos, andamos quase 3 Km, nos divertimos, conversamos e voltei revigorado e pronto para o dia seguinte.

Segundo dia:

Este foi o melhor, decidimos ir andando até a praia, mas eram 4 KM a serem batidos. Fácil, andamos até a praia, e de brinde ainda dei um mergulho.

Minha vida esta diferente ao fazer exercícios, agora entendo que quando não conseguem caminhar, correr ou andar de bike  as pessoas ficam estressadas pois o exercício dá uma injeção de ânimo. A dica leiga que dou é : Ande ao ar livre, leve água, boné , tênis confortável e uma grana para a água de coco.

Fiquei um pouco intrigado porque esta êxtase ao andar e resolvi colocar esta matéria para vocês, quem sabe nos esbarramos por ai? Tentarei contar com frequência esta experiência que estou vivendo e mandar também uns videos.

 

“Não é bebendo álcool de maneira controlada que vamos viver mais. Além disso, sabemos que naturalmente o ser humano vive cada vez mais. A questão é viver mais e com saúde!”
Recentemente uma pesquisa nos Estados Unidos repercutiu em várias publicações pelo mundo, inclusive no Brasil, a polêmica em torno do consumo de bebidas alcoólicas. Em resumo, a pesquisa chegou à conclusão que pessoas que fazem uso de bebidas alcoólicas diariamente (base de duas taças de vinho) podem viver mais que pessoas abstêmias.

A pesquisa gerou muita polêmica. Para citar algumas: a adaptação individual ao consumo do álcool (o impacto do álcool no corpo humano e o hábito de beber podem trazer adaptações individuais relativamente distintas. Se para uma pessoa certa quantidade de álcool não traz nenhum tipo de malefício para uma outra a história pode ser diferente. Outra polêmica se resume no controle do consumo diário, por ser algo difícil, pois um dia de maior tensão ou qualquer outro fator fora da rotina pode motivar uma ingestão maior. E uma outra grande polêmica é o temor do alcoolismo, que muita gente sabe pode começar com a ingestão moderada de álcool.

Rapidamente algumas pessoas me perguntaram (talvez para aumentar ainda mais a polêmica) se realmente o exercício físico faz tão bem para a saúde como especialistas de diversas áreas da saúde (e outras) defendem? E mais, se como uma boa dieta e ingestão de certa quantidade de álcool não seria o suficiente para se viver bem?

Resposta objetiva: não! 

Não podemos considerar a saúde como um fenômeno simples a tal ponto de não relativizar outros fatores intervenientes em nossas vidas. Como por exemplo, aspectos psicológicos e sociais. Portanto, a despeito de qualquer opinião sobre a ingestão de álcool e o impacto sobre a saúde, defendo que devemos incentivar a prática constante de exercícios físicos. Não é bebendo álcool de maneira controlada que vamos viver mais. Além disso, sabemos que naturalmente o ser humano vive cada vez mais. A questão é viver mais e com saúde!

Em resumo, só acredito em níveis altos de saúde e bem-estar com a inclusão de uma rotina de exercícios físicos durante toda a vida. Esse pensar se baseia nos motivos relacionados a seguir:

Motivos biológicos

Os motivos biológicos estão associados às consequências naturais advindas do exercício físico. Ou seja, é através do exercício físico que potencializamos a prevenção de doenças, melhoramos nosso condicionamento físico, emagrecemos e conseguimos manter o peso ideal.

Motivos psicológicos

É através da regulação da produção de hormônios como a endorfina (relacionada à regulação dos níveis de ansiedade), serotonina (relacionada ao estado de humor e ao relaxamento) e a dopamina (contida nos circuitos cerebrais associados à motivação e recompensa), que nós nos equilibramos emocionalmente. Entre os vários fatores que auxiliam nesse processo de regulação dos hormônios o exercício físico tem participação fundamental. Por isso, em vários tratamentos psicológicos os exercícios físicos estão no rol das receitas para o bem viver.

Além do equilíbrio emocional, podemos relacionar: a percepção de bem-estar, a harmonização da autoconfiança e uma imagem corporal positiva.

Motivos sociais

Os exercícios físicos quando praticados regularmente e de maneira ótima proporciona a melhoria da capacidade de um melhor relacionamento social e prepara a pessoa para manter uma constante motivação para a cooperação nos vários momentos de sua vida. Isso se dá, em poucas palavras, por que quando estamos bem e com saúde estamos prontos em atender às pessoas.

Ademais o exercício físico proporciona uma melhor compreensão e relação pessoal com os desafios da vida. Por outro lado, a harmonia fisiológica interna (homeostase) resultado da prática dos exercícios, é refletida no potencial de melhoria da capacidade de harmonia interpessoal, ou seja, favorece a adaptação e adequação do comportamento pessoal nas relações humanas.

Para finalizar, faça um pequeno teste: observe em seu meio social o comportamento daquelas pessoas que fazem regularmente exercícios físicos: salvo melhor juízo, você perceberá que são pessoas mais otimistas, dispostas a enfrentarem desafios, bem-humoradas, menos ansiosas e sem problemas para descansar (dormir).”

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/psicologiadoesporte_saude01.htm ( por Renato Miranda )


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Estas são as duas caminhas que fiz.


 

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Sabe qual o problema em ser feliz?

Ficamos mal acostumados, fica aquele gosto de quero mais. É como se tirasse o doce da boca da criança . Quando sentimos o gosto da felicidade ou da realização , não aceitamos menos, inegociável , mesmo que isso não dependa da gente, este é o sentimento que fica, nascem as frustrações .

Será que isso é ruim? Será que é melhor viver na caverna? Existe inclusive o mito da caverna de Platão .

“O mito da caverna, também conhecido como alegoria da caverna, prisioneiros da caverna ou parábola da caverna, foi escrito pelo filósofo grego Platão e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). … Transpondo para a nossa realidade, é como se você acreditasse, desde que nasceu, que o mundo é de determinado modo, e então vem alguém e diz que quase tudo aquilo é falso, é parcial, e tenta te mostrar novos conceitos, totalmente diferentes. Foi justamente por razões como essa que Sócrates foi morto pelos cidadãos de Atenas, inspirando Platão à escrita da Alegoria da Caverna pela qual Platão nos convida a imaginar que as coisas se passassem, na existência humana, comparavelmente à situação da caverna: ilusoriamente, com os homens acorrentados a falsas crenças, preconceitos, ideias enganosas e, por isso tudo, inertes em suas poucas possibilidades.”

Wikipédia

O que há de errado em vivênciar momentos de paz e querer transforma-lo em único, eterno ? É uma utopia? Claro que não ! Será que querer viver em plenitude é surreal demais? Será que sentir realizado é algo inatingível e é sinônimo de frustrado? Não deveria ser de sonhador ?

Me perdoem os mais incrédulos , mas por mais dolorido que seja , sou um sonhador , acredito na felicidade, na plenitude e na perpetuidade deste sentimento.

Não acredito em um senso de humor negro do senhor lá de cima, acredito sim em perseverança .

Reflita e acredite!

 

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Hoje parei para pensar na propagação que esta tendo estes últimos capítulos da novela na Rede Globo, eu nunca fui noveleiro de carteirinha, mas acabei me apegando fielmente aos dramas finais vividos pelos personagens.

Parei para tentar entender um pouco o motivo que nos leva a inflamar uma torcida pelo enganado e corno Tufão , vivido pelo ator Murilo Benício. Temos de uma lado o “bem” e do outro lado o “mal”.

No meio disso tudo temos os personagens “humanos”, porque humanos? Pois são figuras palpáveis, com características mais semelhantes as nossas, acertam e erram o tempo todo, procuram vingança sob a bandeira que o fim justifica os meios, choram, sofrem, debandam para o lado do “bem” depois voltam para o lado do “mal” e vice versa, são personagens mais parecidos conosco, com a nossa vida, são personagens atingíveis, ao contrário da Carminha e o Tufão, que são os extremos, inatingíveis nas suas qualidades ou defeitos são a essência do certo e do errado, Vilã e Herói.

Ontem eu chequei a ouvir na varanda gritos de vizinhos quando o “bem”prevaleceu sob o “mal”, a justiça estava sendo feita, preciso confessar que gritei por dentro também, acho que todos estavam se libertando e extravasando a satisfação de ver a justiça ser feita.

Pensando sobre o assunto, criei uma teoria que compara os acontecimentos da novela aos fatos de nossa vida, nossas frustrações, nossos medos e a nossa vontade de que a justiça seja feita , que o “bem “ ganhe do “mal “ e o culpado seja punido, que as injustiças do nosso dia a dia sejam vistas e vingadas de alguma forma.

Tenho certeza que na franja do inconsciente de cada um, existe alguém que fez parte da nossa vida que cabe direitinho em cada personagem ali figurado, e que no fundo estamos extravasando todos os nossos dramas e culpas através dos personagens da novela, estamos vendo a justiça, finalmente, e isto traz prazer e reconforto.

O que é ficção e o que é real? Ou se misturam? No final , é mais um paleativo sentimental, fazer o que? Mas para aumentar a divagação, quem realmente é culpado pelo que a Carminha se tornou, ou o que ela representa?

 

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Guardador de carro, vulgo Flanelinha.
Oficializaram a profissão do flanelinha no intuito de ajudá- los e organizar e manter as vagas de acordo com as leis de trânsito, trazendo mais um serviço para a população. Será?

A denominação “flanelinha” faz menção à flanela (tecido felpudo) que muitos destes trazem a mão para facilitar a sua identificação pelos motoristas. Atualmente o termo é comumente empregado para referir-se aos guardadores que atuam em desacordo com os ditames legais e são habituais praticantes de abusos, os quais se tornaram um grande problema nos centros urbanos.

Em Portugal o flanelinha é conhecido como “arrumador de carros” ou simplesmente “arrumador”. Na Espanha a figura é denominada “aparcacoches ilegales”, sendo ainda apelidada de “gorrillas”“. Esse países (e muitos outros) também enfrentam, como o Brasil, inúmeros inconvenientes decorrentes da atividade, que já se tornou uma questão de segurança pública em razão de sua constante associação com outras formas de delinquência.

Segundo o jornal O Globo, a atividade de guardador de veículos no Brasil teve origem no governo de Getúlio Vargas com o objetivo de dar emprego aos ex-combatentes (pracinhas) que
retornavam ao país sem qualquer ocupação . Tratou-se de uma medida populista típica da política trabalhista deste ex-presidente que, justamente por ações como essa, era chamado por seus simpatizantes de “pai dos pobres”.

Apesar de bem intencionada, a medida não levava em conta as implicações negativas advindas da criação deste novo ofício. Para dar solução a um problema imediato específico, criou-se uma atividade que sequer se fazia necessária e que, a longo prazo, contribuiu para o incremento da sensação de insegurança nas grandes cidades. Os objetivos iniciais da criação do ofício não foram atingidos visto que não foram os heróis de guerra que o exerceram, mas sim toda sorte de desempregados, crianças, delinquentes habituais e os moradores de rua.

No Rio foram legalizados alguns guardadores e outros contratados para prestar serviço junto aos cidadãos em nome da prefeitura Municipal. Não adiantou nada, pois se transformou em um comércio ilegal de Vagas.. Hoje tem gente vendendo ” ponto” por 15 mil reais. Existe uma tabela onde a pessoa pode sublocar sua” Rua de trabalho” cobrando até R$ 70,00 por dia. Da para acreditar?

A bagunça esta instaurada na cidade. A lei da selva ainda prevalece nas vagas certas. Não temos garantia contra roubo, furto, arranhões e amassados. Somos extorquidos diariamente , em alguns lugares temos que pagar duas vezes pela vaga, mesmo ela sendo por período integral, não podemos sair e retornar usando o mesmo bilhete, de acordo com o flanelinha – “se usar mesmo talão quebra chefia, este bilhete é do outro rapaz”.

A malandragem corre souta, as artimanhas cada vez mais escrachadas, tamanha a impunidade. Para tirar proveito do ” cargo” flanelinha do governo, cada dia tem uma novidade.

O talão tem que ser preenchido na hora pelo embaixador do local, vulgo guardador, mas o que acontece é diferente , o talão já vem preenchido com outra placa, dia e hora, aí de você se reclamar. Esta malandragem sai cara pois o guarda multa ao constatar que o talão não pertence aquela placa.

A cara de pau não acaba aí, quando estamos saindo ainda somos coagidos a entregar a folhinha usada ou a re-reaproveitada: ” vai usa a folhinha aí tio?”.

Os serviços oferecidos não acabam,é lavagem de carro, pacote semanal, planos de vagas mensal, parece ate pacote de operadora de celular. E o troco então? Se eu pudesse ajudar com um conselho seria : ” tenha sempre dinheiro trocado”, pois eles sempre ficam te devendo um real ou mais, pois nunca tem troco.

As ruas se transformaram em territórios sem lei, ou melhor com leis próprias , lei da selva. Os direitos são dados e transformados de acordo com a necessidade deles, mas e os deveres que eles deveriam ter conosco? São simples estes direitos, não queremos muito, que tal eles pelos menos não deixar sentarem no capo do carro, não parar os carros grudados um no
outro, não colocar copos de cerveja no aerofólio, ajudar na entrada e saída das vagas.

É pedir muito??

 

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Hoje sou um ex fumante, não fumo há mais de 4 meses, embora a vontade de fumar seja muito forte ainda. Há mais de um mês consegui substituir meu vício pelo e cigar, conhecem?

Tudo começou quando estava vendo aquele filme ” O Turista”, e o galã puxa um cigarro dentro do trem e começa a fumar, e o que é melhor, sem ser importunado. Depois, ele mesmo explica a Angelina ( intimo né?) que trata- se do cigarro eletrônico. Neste momento, já comecei a pesquisar a respeito para ver que coisa estranha e fascinante era aquela e ver como eu conseguiria um destes.

Fiquei um mês nesta busca frenética para achar uma alma caridosa que fosse viajar e me trouxesse um desses. Não consegui nada e acabei deixando de lado, mal sabia que esta idéia estava encrostada no meu cérebro, só esperando para despertar com toda a força.

Um dia, estava fazendo um churrasco em casa e o marido de uma amiga mandou uma mensagem no celular dela, avisando que havia chegado em Orlando e se queríamos alguma coisa, pronto! Me deu um estalo, ansioso do jeito que sou já peguei o celular dela e mandei os dados do e cigarette.
Em menos de uma semana lá estava eu todo serelepe com meu brinquedo novo. Fumava no quarto debaixo das cobertas e com o ar condicionado ligado, já que não tem cheiro. Foi minha felicidade, tudo que eu gostava no cigarro eu consegui, sem a parte prejudicial. Fumava dentro do carro com vidros fechados, no ônibus, nos restaurantes, parecia criança.

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Além do kit, o mesmo da foto, que vem com o carregador, as piteiras e o cigarro, pedi o e- liquid, sabor Marlboro, que nada mais é que um liquido que eu pingo nas piteiras para fazer fumaça e dar o gosto, ele pode vir com nicotina ou sem.

O cigarro eletrônico (também chamado e-cig) existe já há alguns anos, mas esteve na sombra da ignorância. Sua glória surgiu principalmente depois que Johnny Depp usou um cigarro electrónico no filme O Turista (foto acima). Na cena, ele fuma dentro de um vagão de trem e encosta o cigarro na pele para mostrar que não há fogo. Foi o suficiente para milhões de pessoas desejarem saber algo mais sobre isso. O interesse multiplicou-se depois que artistas de Hollywood começaram a ser fotografados enquanto usavam cigarro eletrônico. Usar o produto virou, de certa maneira, símbolo de pessoa “clean”, preocupada consigo mesma e com a natureza.

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A maioria dos modelos de cigarros eletrônicos assemelha-se a um cigarro comum. O usuário mete-o na boca, aspira, a ponta do cigarro fica vermelha, em “brasa”, e o acto termina com a “fumaça” que a pessoa solta. Claro, qualquer pessoa pode pensar que é um cigarro comum. Mas não tem nada a ver com o tão combatido cigarro.

De imediato, um detalhe que chama a atenção é o cigarro eletrônico não usar fogo. Esqueça fósforos e isqueiros. Não há queima nenhuma no processo. Por isso, não há fumaça. E, sem
fumaça, descartamos a agressão maior à saúde, o mau hálito, os fumantes passivos e os incômodos do cheiro que se agarra a tudo — mãos, roupas, boca, paredes, etc.
Com isso, o uso de em ambientes fechados é muito tranquilo.

Quer vaporizar dentro de casa? OK.
Ninguém sofrerá incómodo nenhum. Não ficará cheiro no ambiente. Cheire o usuário logo em seguida — as mãos, inclusive — e você não perceberá nada. Por essa razão, pontos comerciais públicos como bares e restaurantes têm incentivado o uso. Nos Estados Unidos e na Espanha, principalmente, isso torna-se cada vez mais comum. Em Portugal e nos Estados Unidos, uma empresa quer fazer acordos para incentivar o uso dentro de casinos, onde, por hábito, fuma-se muito. Eis a primeira dúvida de todo mundo.

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O cigarro eletrônico funciona por bateria recarregável. Isso mesmo que você pensou. O usuário recarrega a bateria como faz com o telemóvel, com o notebook, etc.
A bateria liga-se a um atomizador, que, por sua vez, conecta-se a um tipo de cartucho com o conteúdo especial do produto. Não há um botão ligar/desligar. O processo simplesmente funciona quando a pessoa mete a peça na boca e aspira. É automático. A luz que se acende na ponta, para simular a brasa do cigarro comum, é, na verdade, um LED vermelho. Mas O QUE é aspirado? Como se produz fumaça? Não há fumaça. Vê-se o que parece ser fumaça. O que a pessoa aspira e liberta é… vapor. Nada mais que isso! Vapor com sabor! Por essa razão, usuários de cigarro eletrônico não admitem o nome “fumador” (“fumante”, no Brasil); eles se identificam como “vaporizadores”. Eles não “fumam”; eles “vaporizam”.

E por que isso é tão vantajoso? O cigarro comum é composto por mais de 4.000 substâncias. Muitas delas são prejudicais ao organismo (você certamente já conhece as ameaças). A fumaça é agressiva ao corpo e deixa os característicos odores em todos os centímetros ao redor. O cigarro eletrônico segue um caminho muito diferente: vaporiza um líquido tido como inofensivo ao homem. O líquido é impregnado de um sabor à escolha da pessoa. Geralmente, com um ingrediente extra: nicotina. Agora pense: as mais de 4.000 substâncias são descartadas; um líquido considerado inofensivo entra na história; não há fumaça (sem combustão). Qual o dano em
um processo desses? Se você sonhava em ouvir a frase “Fume
sem culpa” mas achava que isso era algo muito futurista, pode ficar feliz: esse futuro é agora.

Lembre- se dos milhares de mortes todos os anos causadas pelo fumo e compreenda por que essa simples invenção — que devemos a um chinês — é uma revolução comparável à recente criação do GPS e à dos smartphones, produtos que revolucionaram nossa vida. Mas há nicotina no cigarro electrónico.Sim. E, por incrível que pareça, nisso está uma das vantagens da idéia. A nicotina é o único elemento do cigarro comum que faz parte do cigarro eletrônico. Sim, ela pode ser prejudicial, mas, entre os produtos do cigarro comum, ela é “um peso menor” — nem mesmo é cancerígena.

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Sua maior actuação como vilã no cigarro comum é agir como elemento viciante. No cigarro eletrônico, a presença de nicotina é vantajosa porque uma pessoa terrivelmente viciada em cigarro — em nicotina — consegue usar apenas ou principalmente o cigarro electrónico sem sofrer consequências pelo abandono do cigarro comum. A pessoa sustenta o vício de maneira praticamente inofensiva. Além da nicotina, o que inala é apenas vapor com sabor agradável. Para satisfazer todas as necessidades, há, geralmente, 3 níveis de nicotina: baixo, médio e alto. A boa notícia é que encontramos facilmente líquidos sem nicotina. Isso mesmo! Fica apenas o prazer da vaporização — quase como “chupar” uma bala em forma de vapor! Quer usufruir essa invenção pelo simples prazer, sem necessidade de satisfazer vício nenhum? Escolha as opções sem nicotina.

Referencia http://viagemehistoria.com/cigarro-electronico/

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A Vida como ela é ..... Simples assim!

Espaço destinado a mostrar a vida, simples como ela deve ser......

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