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Posts Tagged ‘Em (typography)’

Ontem foi meu aniversário, nestas datas gosto de parar e fazer uma balanço do que está acontecendo na minha vida.

Eu e minha filha fazendo molecagem.

Gosto muito deste assunto, felicidade, ser feliz, fazer feliz.

Afinal o que é felicidade? Como sabemos se somos felizes?

Ao longo de nossa vida estamos sempre questionando isso, mas qual o parâmetro ou a medida/ escala que podemos medir? Posso arriscar dizer a vocês que felicidade é a capacidade do ser humano de primeiro gostar de si, se aceitar, se aprimorar, evoluir, se você não gostar de você e ser grato pelo que conquistou a sua vida sera eternamente uma busca pela ceboura a sua frente, intangível, totalmente contemplativa.

Para você gostar do que você é precisa entender suas necessidades, criar metas, e achar uma vida equilibrada e harmonica. Precisa não achar que o que os outros vivem ou o que a midia impõe é a verdadeira felicidade. Vejo muita gente assistindo novelas e achando que será feliz quando se encaixar naquele padrao sendo monstrado na TV. Bullshit! Besteira.

Minha dica: Ache uma maneira de estar em harmonia, cuide do seu lado espiritial, ore, reze, faça Yoga, meditação ou o que achar mais a sua cara. Cuide do seu corpo, tente ingerir coisas mais saudáveis e tente fazer exercícios. Pode ter certeza que tudo a sua volta irar ficar mais colorido e mais simples. Diga não ao que não quer e diga sim ao que realmente te interessa.

Achei um texto bacana falando sobre este assunto.

“Temos que reconhecer a silenciosa felicidade a nossa volta, ser gratos à vida e por tudo que temos…

Viver em vida…

Certa vez, no último ano do ensino médio, minha professora de literatura, propôs um trabalho interessante. Sua proposta baseava-se em escrever um pequeno texto sobre que o que seria morrer lentamente, porém, logo de cara, quase que instantaneamente, o seguinte pensamento me veio à mente, antes de morrer, qual seria a definição de viver?.

Sem dúvida alguma, o conceito dessa palavra varia de pessoa para pessoa, de vida para vida, mas para mim viver é no seu sentido literal, usufruir das coisas da vida, sejam elas para nossa alegria ou aprendizado, até porque o aprendizado se constrói a cada passo seja ele em direção ao certo ou errado.

Na vida existem muitas coisas boas como a família, os amigos, a natureza e os frutos dessas relações.

A vida nos proporciona o conhecimento, a oportunidade de crescimento intelectual e físico, oferece também as artes que muito nos ajudam a montar o grande quebra cabeça que é a vida.

Mas para desfrutarmos dessas dádivas, temos que ter o básico de uma vida equilibrada, é preciso uma boa educação, a certeza que teremos alimento, agasalho, um teto e carinho acompanhamento familiar. O certo é que se não tivermos o básico estaremos sempre mendigando uma medíocre sobrevivência. Esses fatores talvez sejam os causadores de tanta desigualdade.

Os valores de nossa sociedade, infelizmente, seguem o conceito de que nossa felicidade está ligada a nossa capacidade de consumo, portanto se não tenho condições de comprar o mais caro e dito “melhor”, não sou feliz. Sendo assim tenho de sacrificar meu tempo de vida em busca de algo que me possibilite ter uma maior capacidade de consumo para que possa alcançar assim a dita felicidade.

A questão é que nessa busca perdemos um tempo que jamais voltará, e enquanto estivermos condicionados a esta ideia consumista, não estaremos vivendo, mas sim sobrevivendo.

Almejar uma vida melhor e confortável é um desejo nobre e deveria ser o desejo de todas as pessoas.

Porém, temos que saber reconhecer a silenciosa felicidade a nossa volta, se não formos gratos pelo que temos até então, tampouco seremos pelo que ainda vamos obter.

Por esses e outros motivos viver para mim é olhar mundo como ele realmente é, ao mesmo tempo ver além do físico, é explorar novos mundos novas culturas, e isso só o conhecimento e uma boa vivência, uma visão aberta e receptiva em relação à vida nos proporciona.

Portanto, deixar de viver vem a ser o oposto de tudo que acabo de dissertar, seria viver uma vida sem propósito, uma vida irresponsável, sem nortes, talvez apenas sonhos inalcançáveis… resumindo viver por viver.

A frase da grande escritora Martha Medeiros exemplifica meu pensamento a respeito do tema:”Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música e quem não acha graça de si mesmo”.

Essa frase, sem dúvida alguma, fala por si própria, e em resumo, a vida é um eterno bate volta, por isso saibamos aproveitar sabiamente seus dotes e simultaneamente lidar com suas situações inesperadas, para que assim a resposta, o retorno seja motivo de alegria e gratidão.

Que em cada sorriso, em cada expressão, possamos transmitir mais amor e vida para que assim possamos revolucionar nosso mundo e, consequentemente, o mundo de outras, e por fim, todas as pessoas.”

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Quem nunca ouviu : “Se você não  gostar de você, porque os outros gostarão?”

Estou aqui a esta hora da manhã divagando sobre um texto que vou compartilhar com vocês.

Levei meus filhos ao colégio e aproveitei para tomar um café com ovos cozidos, sim pois cheguei no meu limite de peso, 3 dígitos , dieta rápida da proteina e nada de refrigerante ou pão a partir de agora.

Mas voltando ao assunto, gostaria de tentar ajudar quem passou ou passa pelo que vivi nestes ultimos anos.

Eu tenho um problema sério que por comodidade, afim de evitar conflitos ou até  mesmo algum medo, eu repito um ciclo vicioso que não faz bem, eu me apago como pessoa, meus sonhos, meus gostos, meus desejos, eu acabou colocando em segundo plano e passo a viver no automático, sabe como é? Você nem pensa, apenaa age , mas isso tem consequências.

Quando nem percebeu você ja não é mais você, na verdade,  nem sabe quem é você, irritado, de mal humor, vive cansado, não se arruma mais, briga com todo mundo, vive reclamando e a vida não é mais tão colorida, é como se você estivesse em um  rio sendo levado pela correnteza aguardando a queda de agua final.

Mas a boa noticia é : As vezes boiar e deixar a correnteza nos levar é bom para recuperar nosso folego, mas nesta vida temos que nadar para onde queremos ir.

Meu conselho?

Primeiro olhe para você no espelho e veja o que não lhe agrada, são as roupas? O cabelo? Rápido resolva isso, va no salão, no shopping dê um trato, isso irá acender uma fagulha em você, é o primeiro passo que fará com que você veja que o caminho a ser traçado é outro, um caminho mais leve, sem culpas, sem tanta dor de cabeça.

Segundo passo, qual a rotina que você precisa ter por conta dos seus compromissos com a familia e o seu trabalho? E o que você gostaria de encaixar para se agradar? Academia? Caminhada? Leitura? Almoços diferentes? Progame sua agenda mesclando o seus deveres e os seus direitos, mas ouça bem, dane-se neste momento o que os outros vão falar pois você esta pegando as redeas da sua vida de volta.

E terceiro passo, seja você e não deixe os outros dizerem quem é você ou como deve agir, pois deve agir de uma maneira que deixe você feliz no final do dia, não quer dizer que você não irar fazer besteiras, que não irá tomar decisões erradas, mas quer dizer que você fara isso tudo sendo VOCÊ e fara isso porque você quis e não por imposição de alguém.

Afinal você precisar gostar de você e de suas atitudes em primeiro lugar, do contrário nunca será feliz.

De uma.olhada neste texto que achei.

“Não se parta em pedaços apenas para completar os outros!

Muitos de nós levam o altruísmo ao extremo e se partem em pedaços para tornar, aqueles ao nosso redor, inteiros.

Queremos satisfazer suas necessidades e tomamos a responsabilidade por sua felicidade para nós mesmos.

É claro que é uma missão nobre e nos ensina muito sobre o que realmente é o amor, doar sem esperar nada em troca. No entanto, quando vivemos um padrão de apenas nos doarmos, sem nunca receber nada em troca, podemos acabar prejudicados emocionalmente.

Aquelas pessoas que têm o hábito de se doar por inteiro e em excesso geralmente o fazem sem perceber. No entanto, quando as feridas em seu coração atingem um ponto crítico, acabam se conscientizando das consequências de uma vida vivida apenas para outro, sem considerar a si mesmas em seu plano de felicidade.

Abaixo está uma lista de comportamentos que representam, na prática, o que é se despedaçar por outros:

  • Colocar os desejos de nossos amados na frente dos nossos sempre. Fazer isso uma ou duas vezes é natural, até mesmo ideal para o bem de um relacionamento, todos temos que ceder em algum momento. O problema começa quando essa se torna uma ação frequente e a pessoa acostuma e sente que sempre será prioridade.
  • Ceder à manipulações e ameaças de pessoas próximas e todos os dias ajudá-las em tarefas e responsabilidades.
  • Mantermos amizades egoístas e tóxicas, nas quais o único interesse da outra pessoa é falar sobre sua própria vida, nunca dedicando tempo para entender mais sobre nós.
  • Adiar nossos sonhos ou planos de vida em favor dos de outra pessoa.

Pode ser difícil lidar com esse padrão de comportamento, porque é difícil nos convencermos de cuidar apenas de nós mesmos e deixar que cada um se responsabilize pela própria vida. Por esse motivo, o equilíbrio deve ser prioridade e você deve conservar apenas relacionamentos nos quais existe reciprocidade.


As feridas causadas pela falta de reciprocidade

Os nosso relacionamentos interpessoais nada mais são do que interações saudáveis, nas quais ambas as partes têm liberdade para expressarem suas opiniões, desejos e sentimentos. Qualquer relação baseada nas vontades de apenas uma pessoa não são satisfatórias e sempre acabam em dor e sofrimento. Todos precisamos ser reconhecidos como importantes, valiosos e essenciais. O desejo de reciprocidade não é egoísta, é fundamental.


A verdadeira reciprocidade…

  • É poder recusar algum convite por estar cansado, ocupado ou desanimado, sem sentir culpa, porque sabemos que a outra pessoa entenderá e não julgará, porque entende que temos nossas próprias necessidades e direitos.
  • É saber que desistir de si mesmo leva à frustração e infelicidade, e esforçar para manter um equilíbrio entre sua vida pessoal e relacionamentos.

Para estarmos bem e oferecermos nosso melhor, primeiro precisamos estar bem com nós mesmos, e esse bem-estar vem através do reconhecimento, respeito e consideração. Exigir isso não é egoísmo, mas um ato de amor-próprio.”

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Às vezes mudamos tanto para agradar aos outros que, um belo dia, sentimos falta de nós mesmos…

Às vezes mudamos tanto para agradar aos os outros, que em uma noite qualquer, acabamos sentindo falta de nós mesmos… 

E lá vêm aqueles questionamentos mais íntimos e secretos que só somos capazes de falar trancados no nosso quarto ou em frente ao espelho do banheiro.

Aí questionamos tudo, cores, músicas, sonhos, atitudes e mil gritos contidos na garganta vem à tona…  daqueles  só conseguimos colocar para fora  criando um oceano de lágrimas ou com versos e prosas que deixamos escondidos em nossos diários secretos, em enigmas ocultos em nosso subconsciente, que tentamos o tempo todo brigar com as verdades que deixamos passar despercebidas.

Para não criar guerras extras, elas se tornaram guerras internas, as quais você não consegue determinar, onde começou o furacão e muito menos onde vai parar…

Quero  fazer a você um pedido; não se contente em ser brisa se nasceu para ser furacão! Não bata de frente consigo, isso é prejudicial à sua saúde e ao seu amor-próprio. 

Se estiver jogando e não achar que tem as cartas certas para vencer, não se sinta intimidado (a) com isso, vire a mesa de jogo, siga seu caminho você não é obrigado a vencer sempre.

Se não consegue nadar no mar de emoções, crie um maremoto e se permita chegar à beira da praia, sem se importar com o estrago feito. Quem estiver do seu lado tem que ser bom marinheiro, para lhe seguir e não se afogar.

Faça algo que lhe pareça estranho e medonho todos os dias, isso vai tirar você da sua zona de conforto.

Desafie a si mesmo a ser cada dia melhor em tudo que lhe traz euforia e felicidade, grite consigo pelo menos duas vezes ao dia,  pode um: “É isso menina parabéns!” Ou uma bronca tipo: “De novo? Vai repetir esse erro?”

Peça a si  explicações de alguns dos seus atos, repita em voz alta o que lhe falta, o que lhe dói, o que você  deixou de fazer. Pergunte a si mesma se está cuidando da sua aparência, faça  a si mesma mil críticas e elogios, mas não se permita desistir de algo que o(a)faça sorrir.

Não há nada mais cruel do que se deixar esquecer, perder-se ou se anular ao ponto de um dia acordar, no meio de linda manhã de domingo e precisar voltar para cama e para seus sonhos, pois a realidade do mundo aqui fora, já não lhe parece tão desafiante.

Não esqueça o quanto o mundo precisa da sua diferença, da sua eloquência, sua insanidade, daquela liberdade de escolha, que o(a) faz ser em bilhões de outras  pessoas, uma nova e melhor versão de si mesmo(a) faz o som sua respiração ofegar ou suspirar, a doce sensação de pode salvar o dia daqueles,que só precisam de um sorriso seu para ter a certeza de dever cumprindo, pois você espalhou alegria e felicidade ao mundo.

E fazendo isso, seu mundo de fora se une ao de dentro, formando uma identidade que é lhe  íntima e particular, pois você é única pessoa capaz de se entender, a única a quem pertence e ficará consigo mesmo em todos os momentos do seu viver.

Você pode ser única e permanente para o que é agora e para  o quiser ser no  seu futuro. O tempo que você dá ou recebe de alguém é você quem determina, pois a vida é ação com infinitas modificações constantes… ou você está indo ou você está vindo de algum lugar e aqueles que cruzam nosso caminho, só devem observar a nossa chegada e partida de suas vidas.

O tempo disso é determinado por ações, atenções e sentimentos. Então, para que mudar tanto ao ponto de ser perder, se não ficamos no mesmo lugar para sempre?

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Recebi  da minha sogra este texto e resolvi compartilhar. Vale uma lida.
Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..
Se não quiser adoecer – “Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “Busque soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer – “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella

http://www.resilienciamag.com/se-nao-quiser-adoecer-fale-de-seus-sentimentos/

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Desculpem a demora na finalização, mas segue abaixo o final do dia, eu demorei pois estava preparando um vídeo da viagem e gostaria de colocá-lo neste ultimo capítulo, espero que gostem!!

Conforme falei no post anterior, estávamos indo conhecer a ilha pirata, a entrada para a ilha tínhamos que atravessar uma ponte de corda, um barato!

Após a travessia você sai de cara para uma caveira gigante, minha filha se encolheu no carrinho e já ficou com medo, meu filho não demonstrou mas ficou ressabiado.

E passando pela Caveira você depara com uma figura gigante de pirata, já menos assustadora.

Na ilha existem diversas opções, elas se dividem em brinquedos e cenários. Os brinquedos não são muitos, tem o barco pirata, que eu amarelei pois enjoo fácil e a casa dos espelhos. Agora os cenários são demais, este sim me divertiram. Uma passagem muito boa foi quando me separei sem querer da minha família aproveitei para fazer umas filmagens e umas fotos, foi quando avistei uma passagem escondida.

Meio sinistra né? Não imaginei o que era, fiquei empolgado, parecia uma criança descobrindo um tesouro, nem imaginava o que era isso. Me aproximei lentamente, liguei o iphone, imaginei uma super filmagem ali, a porta estava meia aberta, no inicio achei que era uma entrada de serviço ou algo assim, quando empurrei a porta de ferro, chegou a fazer aquele barulho de porta enferrujada, comecei a pensar se entraria ali sozinho ou não.

” Marcelo, você é um adulto, pai de dois filhos, não seja ridículo e entra logo.”

E la fui eu, no início não enxergava nada, era muito escuro, mas quando meus olhos se acostumaram vi uma caverna escura, era um cenário imitando uma caverna de tesouro, mas era horripilante, era uma mistura de castelo do terror com Piratas do Caribe.

Para vocês entenderem o cenário, tentarei descrever, eu lembro bem pois fiquei parado analisando antes de atravessar para o outro lado.

Era uma caverna escura com uma passagem, como se fosse uma ponte de concreto, de um lado umas caveiras e uns piratas em forma de caveira murmurando enquanto umas luzes piscavam, já no outro lado umas caveiras acorrentadas, como se tivessem morrido na prisão, e lá no fundo um escuro, como se não tivesse saída. Deu para ver que não era brincadeira não é mesmo? E o pior, não tinha um visitante, fiquei imaginando se não estaria interditado aquela porcaria.

Decidi continuar a passos largos, não podia correr, ia ser muito ridículo um adulto correndo com uma câmera na mão. A estratégia que usei foi ficar olhando para a tela do celular enquanto filmava, e deu certo, passei sem problemas, mas no final, onde parecia não ter saída, na verdade era uma curva para sair da caverna. Naquela situação eu só olhava para a saída, foi meu erro pois na curva tinha uma caveira que pulava em cima de você e gritava, foi o terror, eu gelei e acelerei, sai da caverna corrento e suando frio, branco!

Dei de cara com a minha família rindo de rolar, pois é, mas agora me pergunta se eles quiseram entrar lá, o que acham? O pior foi que entraram e como eu, saiu todo mundo correndo, muito bom.

Passando este momento fui conferir os cenários, parece coisa de filme, e não poderia de fotografar com o tubarão na praia ou o navio encalhado na montanha.

Olha que barato! Em cima da montanha tem um navio pirata.

Quase fui pego na praia, tive que sair na mão com o tubarão. ( Turista não tem medo de ser feliz). Após uma série de fotas com o tubarão resolvemos encarar as atrações com água e a montanha russa.

As duas atrações com água, uma delas não era novidade, eu já havia ido no dia anterior, a outra nada mais é do que uma queda em um carrinho em formato de tronco, mas com muita molhadeira, portanto tenha outra roupa, você irá se molhar, no choice.

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Agora preciso contar o que foi a montanha russa ao lado deste brinquedo aquático. Veja a foto vista de longe.

Grande e chamativa não é? Não sei o que passou pela minha cabeça, ou o que não passou por ela. Antes de chegar no brinquedo aquático acima, existe uma bifurcação, e resolvi escolher o lado da montanha russa, e o pior, estava sozinho. Quando me viram eu já estava me encaminhando para a entrada.

Para me azar nem fila tinha, passei direto pela roleta, tinha um garoto de 12 anos na minha frente, e já sentados no brinquedo, na primeira fileira um casal. O garoto sentou na segunda fileira de assentos, olhei para um lado tudo vazio do outro o garoto e um lugar ao seu lado, ia ser ali mesmo que eu morreria. Antes de sentar fui obrigado a deixar meus pertences, moedas, óculos, celular dentro de uma caixa, o que aumentou minha tensão. Ao sentar na cadeira, você fica com as pernas balançando, neste momento abaixa um cinto de borracha acolchoada no seu peito e como se não bastava a pressão que ele fazia no peito e no meio das pernas, o rapaz do parque ainda veio e apertou mais. Comecei a dar conta da burrada que tinha feito, comecei a ficar sem ar antes do brinquedo sair, o suor começou a descer pela testa, vendo minha agonia o garoto ao meu lado disse:” Fica tranquilo tio é a quinta vez que venho aqui”, não fez diferença para mim, eu nem olhei para o lado.

Quando o brinquedo começou a se movimentar, comecei a rezar, pedi aos anjos da guarda que me trouxessem em segurança. O bendito brinquedo virou de cabeça para baixo umas 10 vezes, olha na foto abaixo a foto que tiraram em um dos loopings, o garoto sorrindo e eu surtando.

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Pois é , depois disso fiquei enjoado até o final do dia, me arrependi de não ter comprado o filme, fica a dica, compre o filme é hilário o desespero.

Da atração fomos conhecer a parte temática do velho oeste americano, um barato, fotos com roupas da época são paradas obrigatória a qualquer um. O forte também é uma atração a parte.

Depois de muitas fotos no Oeste, fomos a praça de alimentação que fica ao lado, lá um Carrossel lindo, um dos mais bonitos que já vi na minha vida, minha filha ficou extasiada, deu inúmeras voltas.

Depois ainda passamos em algumas lojas, compramos presentes para a família e nos despedimos do parque. Esta foi uma ótima opção para as férias, um parque próximo, um custo acessível e com atrações incríveis. A minha primeira ida ao parque demonstrava um estilo mais circense, hoje com o filho do Beto Carreiro ao comando podemos observar uma nova linha, ele está traçando um caminho similar aos parques americanos como a Disney por exemplo.

Fica uma ultima imagem da saída do parque, ele deixará saudades e com certeza está marcado em nossas lembranças, obrigado Beto Carreiro!

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Guardador de carro, vulgo Flanelinha.
Oficializaram a profissão do flanelinha no intuito de ajudá- los e organizar e manter as vagas de acordo com as leis de trânsito, trazendo mais um serviço para a população. Será?

A denominação “flanelinha” faz menção à flanela (tecido felpudo) que muitos destes trazem a mão para facilitar a sua identificação pelos motoristas. Atualmente o termo é comumente empregado para referir-se aos guardadores que atuam em desacordo com os ditames legais e são habituais praticantes de abusos, os quais se tornaram um grande problema nos centros urbanos.

Em Portugal o flanelinha é conhecido como “arrumador de carros” ou simplesmente “arrumador”. Na Espanha a figura é denominada “aparcacoches ilegales”, sendo ainda apelidada de “gorrillas”“. Esse países (e muitos outros) também enfrentam, como o Brasil, inúmeros inconvenientes decorrentes da atividade, que já se tornou uma questão de segurança pública em razão de sua constante associação com outras formas de delinquência.

Segundo o jornal O Globo, a atividade de guardador de veículos no Brasil teve origem no governo de Getúlio Vargas com o objetivo de dar emprego aos ex-combatentes (pracinhas) que
retornavam ao país sem qualquer ocupação . Tratou-se de uma medida populista típica da política trabalhista deste ex-presidente que, justamente por ações como essa, era chamado por seus simpatizantes de “pai dos pobres”.

Apesar de bem intencionada, a medida não levava em conta as implicações negativas advindas da criação deste novo ofício. Para dar solução a um problema imediato específico, criou-se uma atividade que sequer se fazia necessária e que, a longo prazo, contribuiu para o incremento da sensação de insegurança nas grandes cidades. Os objetivos iniciais da criação do ofício não foram atingidos visto que não foram os heróis de guerra que o exerceram, mas sim toda sorte de desempregados, crianças, delinquentes habituais e os moradores de rua.

No Rio foram legalizados alguns guardadores e outros contratados para prestar serviço junto aos cidadãos em nome da prefeitura Municipal. Não adiantou nada, pois se transformou em um comércio ilegal de Vagas.. Hoje tem gente vendendo ” ponto” por 15 mil reais. Existe uma tabela onde a pessoa pode sublocar sua” Rua de trabalho” cobrando até R$ 70,00 por dia. Da para acreditar?

A bagunça esta instaurada na cidade. A lei da selva ainda prevalece nas vagas certas. Não temos garantia contra roubo, furto, arranhões e amassados. Somos extorquidos diariamente , em alguns lugares temos que pagar duas vezes pela vaga, mesmo ela sendo por período integral, não podemos sair e retornar usando o mesmo bilhete, de acordo com o flanelinha – “se usar mesmo talão quebra chefia, este bilhete é do outro rapaz”.

A malandragem corre souta, as artimanhas cada vez mais escrachadas, tamanha a impunidade. Para tirar proveito do ” cargo” flanelinha do governo, cada dia tem uma novidade.

O talão tem que ser preenchido na hora pelo embaixador do local, vulgo guardador, mas o que acontece é diferente , o talão já vem preenchido com outra placa, dia e hora, aí de você se reclamar. Esta malandragem sai cara pois o guarda multa ao constatar que o talão não pertence aquela placa.

A cara de pau não acaba aí, quando estamos saindo ainda somos coagidos a entregar a folhinha usada ou a re-reaproveitada: ” vai usa a folhinha aí tio?”.

Os serviços oferecidos não acabam,é lavagem de carro, pacote semanal, planos de vagas mensal, parece ate pacote de operadora de celular. E o troco então? Se eu pudesse ajudar com um conselho seria : ” tenha sempre dinheiro trocado”, pois eles sempre ficam te devendo um real ou mais, pois nunca tem troco.

As ruas se transformaram em territórios sem lei, ou melhor com leis próprias , lei da selva. Os direitos são dados e transformados de acordo com a necessidade deles, mas e os deveres que eles deveriam ter conosco? São simples estes direitos, não queremos muito, que tal eles pelos menos não deixar sentarem no capo do carro, não parar os carros grudados um no
outro, não colocar copos de cerveja no aerofólio, ajudar na entrada e saída das vagas.

É pedir muito??

 

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Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé a nossa inspiração maior.É buscar nas pequenas coisas, um grande motivo para ser feliz!”

Mario Quintana

Um vez me contaram uma história,ela foi se modificando, mudando as versões, se atualizando, mas sua essência se mantem. Vou contar esta história para que vocês entendam aonde quero direcionar este no papo.

Na beira de um riacho, embaixo de uma arvore, estava um matuto pescando, ao seu lado um radinho, uma cerveja e uma rede. Ao redor o barulho de pássaros se confundia com a musica do radinho, era uma paz, uma calma, parecia que nada podia estragar aquele momento, parecia um quadro um momento pleno e definitivo, aquilo era a grande conquista.

Num dado momento, um homem se aproxima e se apresenta com um grande empresário, ele estava procurando terras para um grande resort. Ele pergunta ao home se aquela terra é dele e quantos kg de peixe ele pescava ali. O homem meio sem entender onde iria levar esta conversa e sem a maldade peculiar de alguns aproveitadores ou verdadeiros  ignorantes ele respondeu: ” Estas terras foram deixadas pela minha família, diariamente eu pesco peixe o suficiente para toda minha família.

O homem não muito satisfeito com a simplicidade na resposta do humilde senhor sentado a sua frente, continuou sua arguição:

– ” Olha , com um visual deste, um riacho tão belo e peixe a vontade, poderíamos fazer muito dinheiro, porque não fazemos um acordo?”

Nesta hora o matuto se virou para o empresario sem ainda entender direito para que isso tudo, decidiu perguntar porque ele deveria fazer isso.

O homem deu uma risada maliciosa, zombando da resposta recebida e continuou:

” Olha, com o dinheiro das pessoas vindo a um resort que poderíamos construir aqui somado a pescaria que poderíamos comprar, abriríamos uma empresa lucrativa e poderíamos até expandir para outras regiões, você se tonaria rico e poderoso como eu”.

O matuto coçou a cabeça e perguntou para tudo isso. Neste momento o homem respondeu prontamente sem perceber a ironia do que havia acabado de dizer:

” Ora homem, você sendo um rico empresário não precisaria trabalhar nunca mais, poderia se aposentar você poderia comprar uma casinha na beira de um riacho, e ficar pescando o dia inteiro!”

Pois é, não vou me alongar muita em grandes reflexões nesta história pois sei que cada um irá interpretar de acordo com suas crenças e realidades, agora todos nós devemos parar para pensar um pouco se já não temos o que procuramos, ou melhor, qual o real sentido desta busca.

Vejo diversas pessoas correndo atras do rabo para voltar ao ponto de partida, vejo diversas empresas criando verdadeiros monstros ambiciosos, como se fossem pitbulls, para tornar ambições desenfreadas realidades, e para quem? Para os sócios comprarem seu lugar ao riacho.

As vezes me pego remando contra a maré, querendo deliciar cada minuto de vida, isso mesmo de vida, momentos, momentos estes que o dinheiro não compra.

Li estes dias um livro onde as pessoas dão seu depoimento sobre como foi sua vida e contando quais eram seus arrependimentos , acertos e quais os conselhos que poderiam deixar para quem estava no início da sua jornada. Fiquei feliz de ver que a maioria aconselhava a cuidar mais do seu corpo, dar mais valor a família, saber dividir seu tempo com a esposa e os filhos, viajar, fazer amigos e ajudar ao próximo.

Por coincidência, hoje vi um vídeo bacana, onde o Vlogger conta que perdeu seu padastro recentemente e a falta que ele faz. Ele mostra também que esta feliz de ter tido a chance de dizer a ele o quanto ele foi importante na sua vida e na formação de seu caráter, diz também quantas pessoas ele ajudou e o grande legado que deixou.  Com lágrimas nos olhos ele confidencia que sempre, sempre ele tinha palavras de incentivo e afeto, independente da natureza da situação.  Ele foi mais se manterá presente eternamente por tudo que realizou.

Neste momento, pergunto a vocês: O legado que você esta deixando te deixa feliz? Você já disse as pessoas que ama a importância que elas tem em sua vida? Você tem dado o devido valor as coisa importantes? Como lembrarão de você?

Pense nisso e mude sua atitude perante a vida, só assim poderemos criar uma nova forma de pensar e quem sabe dar condições as pessoas de se livrarem das algemas capitalistas e viciantes das grandes corporações, das obrigações que podam sonhos e nos rebaixa ao conformismo.

Sei que para muitos será um texto ” doido”, para outros um desabafo e quem sabe para muitos um colírio.

Desejo a todos que vivam plenamente, não vivam mais ou menos, não sejam “meio felizes” , não desistam nunca.

Quer saber quanta coisa você ainda não sabe desta vida? Elenquei aqui somente 24 :

01 – O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
02 – Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$ 40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
03 – Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
04 – Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.
05 – Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
06 – As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam.
07 – As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.
08 – O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.
09 – Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.
10 – Só um alimento não se deteriora: o mel.
11 – Os golfinhos dormem com um olho aberto.
12 – Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha.
13 – As unhas da mão crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pé.
14 – O olho do avestruz é maior do que seu cérebro.
15 – Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.
16 – O “quack” de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.
17 – O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18 – É impossível espirrar com os olhos abertos.
19 – “J” é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20 – Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.
21 – Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.
22 – Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
23 – 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa-noite ao William Bonner no final.
24 – Aproximadamente 70 % das pessoas que leem este texto tentam lamber o cotovelo.

 

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