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Posts Tagged ‘Brazilian real’

A Vida como ela é ..... Simples assim!

 Muitas pessoas são dotadas de razão, muito poucas de bom senso.

(Gustave Le Bon)

 

No caminho para casa, eu querendo dar uma descansada, dei o azar, ou a sorte, de pegar um taxista que adorava conversar, perguntou o que eu fazia, quem eu era, se era casado, se tinha filho, só não perguntou o cep da minha casa. De tanto olhar para trás enquanto conversávamos, eu já estava ficando nervoso, já estava fazendo um filme na minha cabeça , com uma capotagem de carro, uma batida no poste e adivinhem? Não deu outra ele passou no sinal vermelho e quase  batemos em outro carro.

Ele parou o carro e queria ir discutir com o outro motorista, eu o impedi e avisei a ele que estávamos todos bens e que ir brigar com o outro cara não ia levar a…

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Guardador de carro, vulgo Flanelinha.
Oficializaram a profissão do flanelinha no intuito de ajudá- los e organizar e manter as vagas de acordo com as leis de trânsito, trazendo mais um serviço para a população. Será?

A denominação “flanelinha” faz menção à flanela (tecido felpudo) que muitos destes trazem a mão para facilitar a sua identificação pelos motoristas. Atualmente o termo é comumente empregado para referir-se aos guardadores que atuam em desacordo com os ditames legais e são habituais praticantes de abusos, os quais se tornaram um grande problema nos centros urbanos.

Em Portugal o flanelinha é conhecido como “arrumador de carros” ou simplesmente “arrumador”. Na Espanha a figura é denominada “aparcacoches ilegales”, sendo ainda apelidada de “gorrillas”“. Esse países (e muitos outros) também enfrentam, como o Brasil, inúmeros inconvenientes decorrentes da atividade, que já se tornou uma questão de segurança pública em razão de sua constante associação com outras formas de delinquência.

Segundo o jornal O Globo, a atividade de guardador de veículos no Brasil teve origem no governo de Getúlio Vargas com o objetivo de dar emprego aos ex-combatentes (pracinhas) que
retornavam ao país sem qualquer ocupação . Tratou-se de uma medida populista típica da política trabalhista deste ex-presidente que, justamente por ações como essa, era chamado por seus simpatizantes de “pai dos pobres”.

Apesar de bem intencionada, a medida não levava em conta as implicações negativas advindas da criação deste novo ofício. Para dar solução a um problema imediato específico, criou-se uma atividade que sequer se fazia necessária e que, a longo prazo, contribuiu para o incremento da sensação de insegurança nas grandes cidades. Os objetivos iniciais da criação do ofício não foram atingidos visto que não foram os heróis de guerra que o exerceram, mas sim toda sorte de desempregados, crianças, delinquentes habituais e os moradores de rua.

No Rio foram legalizados alguns guardadores e outros contratados para prestar serviço junto aos cidadãos em nome da prefeitura Municipal. Não adiantou nada, pois se transformou em um comércio ilegal de Vagas.. Hoje tem gente vendendo ” ponto” por 15 mil reais. Existe uma tabela onde a pessoa pode sublocar sua” Rua de trabalho” cobrando até R$ 70,00 por dia. Da para acreditar?

A bagunça esta instaurada na cidade. A lei da selva ainda prevalece nas vagas certas. Não temos garantia contra roubo, furto, arranhões e amassados. Somos extorquidos diariamente , em alguns lugares temos que pagar duas vezes pela vaga, mesmo ela sendo por período integral, não podemos sair e retornar usando o mesmo bilhete, de acordo com o flanelinha – “se usar mesmo talão quebra chefia, este bilhete é do outro rapaz”.

A malandragem corre souta, as artimanhas cada vez mais escrachadas, tamanha a impunidade. Para tirar proveito do ” cargo” flanelinha do governo, cada dia tem uma novidade.

O talão tem que ser preenchido na hora pelo embaixador do local, vulgo guardador, mas o que acontece é diferente , o talão já vem preenchido com outra placa, dia e hora, aí de você se reclamar. Esta malandragem sai cara pois o guarda multa ao constatar que o talão não pertence aquela placa.

A cara de pau não acaba aí, quando estamos saindo ainda somos coagidos a entregar a folhinha usada ou a re-reaproveitada: ” vai usa a folhinha aí tio?”.

Os serviços oferecidos não acabam,é lavagem de carro, pacote semanal, planos de vagas mensal, parece ate pacote de operadora de celular. E o troco então? Se eu pudesse ajudar com um conselho seria : ” tenha sempre dinheiro trocado”, pois eles sempre ficam te devendo um real ou mais, pois nunca tem troco.

As ruas se transformaram em territórios sem lei, ou melhor com leis próprias , lei da selva. Os direitos são dados e transformados de acordo com a necessidade deles, mas e os deveres que eles deveriam ter conosco? São simples estes direitos, não queremos muito, que tal eles pelos menos não deixar sentarem no capo do carro, não parar os carros grudados um no
outro, não colocar copos de cerveja no aerofólio, ajudar na entrada e saída das vagas.

É pedir muito??

 

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Acho que agora entendo um pouco a necessidade das mulheres em comprar roupas e o bem que isso faz a elas.

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Ontem estava em um dia meio esquisito, sabe quando você acorda meio com sono e fica a manhã inteira parecendo um moribundo? Parece que o dia esta cinza, a nada tem muita graça, meio “Walking Dead”*?

Estava aguardando um amigo/ cliente e resolvi me “arrastar” pelo shopping enquanto aguardava. Nesta andança, passei por um espelho e não gostei do que vi, fiquei meio chateado com o que vi, não gostei da figura desanimada, parada e com a barba por fazer que estava ali, aquele não era eu.

Resolvi fazer um “Extreme Makeover” relâmpago, e parece que quando acendemos esta fagulha dentro de nós, ativamos um motor de auto motivação , e neste momento parece que o universo conspira a nosso favor.

Entrei em uma loja chamada Ellet Lui , fui atendido por uma vendedora simpaticíssima que me perguntou como poderia me ajudar, na verdade nem eu sabia direito, pois tinha me motivado, mas ainda não sabia como, só sabia que eu iria virar o jogo.

Pensei no que falar para vendedora, o que eu queria? Quem sabe uma camisa nova? Estava um calor absurdo na rua, minha camisa não era mesmo uma das mais novas e já estava na hora de aposentá-la, pronto, já sabia o que queria, uma camisa nova para animar meu dia, será?

“Uma camisa nova que combine com a minha calça do terno e não seja absurdamente caro”, foi o que eu disse a vendedora. Ela procurou, procurou e nada, as camisas não combinavam com a calça, muito menos com a gravata, já comecei a achar que era ridículo o que estava tentando fazer, onde já se viu comprar uma camisa para tentar ficar animado, acho que por isso que as mulheres ficam chateadas, elas saem para comprar roupas e dar uma volta para se animar, não encontram o que querem e voltam para casa duplamente chateadas.

Vendo minha cara, um misto de decepção e desânimo, acho que a vendedora ficou com pena, mas num estalo ela me disse: “Já sei, vamos até a outra seção , você ira levar não só uma camisa nova mas também outra calça pelo preço desta camisa que estamos vendo, só temos que dar sorte com os tamanhos”. Bingo! Um conjunto de calça e camisa social do meu tamanho em uma arara no canto da loja , era 5 peças somente penduradas ali, acho que estavam me esperando. Aquilo já começou a me animar, fui rapidamente ao provador para me certificar que realmente ficaria bom. Num instante já estava vestido, me sentindo garoto propaganda de catálogo de loja de grife, os sapatos, a gravata e o cinto caíram como uma luva no conjunto escolhido, show! A vendedora acertou em cheio, lá estava eu em pé me sentindo um novo homem, por um preço maravilhoso, foi uma das melhores comprar que já fiz, acho que também pela carga emocional que estava embutida na compra.

E la vou eu para o almoço vestindo roupas novas e astral renovado, agora acho que passei entender as mulheres indo ao shopping comprar roupas.

Mas a conclusão que chego é da importância da capacidade de se auto motivar, este é o primeiro passo, não dependa dos outros para acender a fagulha dentro de você, seja comprando algo, tomando um sorvete, vendo o mar ou whatever”, só mantenha o motor da auto motivação funcionando sempre, as vezes ele só ira pegar no tranco, as vezes na porrada, as vezes um pouco de álcool no motor ele também pega, o importante é fazer funcionar, a sua maneira.

Um ótimo dia para vocês.

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Casos de família

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​No dia Seguinte, ainda cedo, minha sogra ligou para saber como havia sido nossa viagem para casa dos meus pais, foi aniversário da minha mãe e resolvemos fazer uma surpresa, pois eles moram em outra cidade, um pouco distante. Quando contei tudo que aconteceu, ela não conseguia falar, ela só ria! Vou contar para vocês.

​Parece que sempre que tento organizar as coisas, fazer tudo antecipado, o destino me prega uma peça, não sei se ele esta brincando comigo ou me fortalecendo, me mostrando que a vida, muitas vezes não pode ser levada tão a serio.

​Irei contar a ultima que aconteceu quando fomos viajar de avião para a festa de aniversário da minha mãe.

​Sempre no aniversario da minha mãe estou enrolado e acabamos comemorando em outra data sua festa. Este ano resolvi fazer uma surpresa e levar toda a patota para São Paulo, mas desta de vez de avião, afinal, ir de carro é um teste de paciência, pois meus filhos vão no banco de traz travando uma batalha, e minha filha de tanto pular, sempre, mas sempre passa mal.

Capítulo 1 – A Passagem

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​O martírio começou na compra da passagem, nunca havia comprado passagem promocional, o conselho dos mais experientes (ou menos afortunados)era entrar no site das companhias em horários diferentes, noite, madrugada ou manha, ou seja, sair do horários das pessoas normais, pois desta maneira, encontraria as tão sonhadas passagens ” quase de graça” e ainda pagaria 1 real na volta, batata, isso que eu queria .

​Primeira tentativa foi bem a noite, as 22 hrs. Quando ficamos mais velhos 22 hrs já é tarde, então eu na minha ingênua presunção achei que
entraria e só teria que escolher o assento, sonho meu, fiquei até a 00:00hrs tentando comprar, mas nada. Nas pesquisas que fazia vinha de tudo, preços absurdos e rotas inexplicáveis como ir de avião até uma cidade do interior e de lá pegar um ônibus. Como assim? Depois de 1 hra ainda teria que fazer uma ” baldeação” e mais 2 hrs de ônibus? No way, não e possível que seja assim.

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​A segunda tentativa foi as 7 hrs da manhã. Antes de sair para o trabalho entrei novamente no site da companhia já pensando: Só eu mesmo para entrar esta hora, desta vez vai! Quase cheguei atrasado no trabalho, fiquei até as 8 da manhã e nada, só passagens indecentes. A este ponto já comecei a imaginar que era propaganda enganosa este negócio de passagem a preço popular. Comecei a achar que era mais fácil pegar uma carona na rena do papai noel que ser agraciado com estas passagens. Neste mesmo dia minha irmã me ligou avisando que já havia comprado, para eu não demorar a comprar, do contrario, iria acabar, acabar o que? Como assim?Onde ela comprou? Aquilo me perturbou, não sou um ignorante na internet mas estava fazendo um papelão frente a minha família, que exemplo eu dava aos meus filhos sobre persistência e exito? Ainda faria mais uma tentativa.

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​A terceira e ultima tentativa acordei as 3 hrs da manhã com a certeza do êxito, mas foi outro tiro na agua. Sem passagem, orgulho ferido, eu estava no fundo do poço. Minha querida esposa vendo minha baixa estima e minha decepção, resolveu tentar também, adivinhem? Conseguiu a bendita passagem, o problema era comigo mesmo.

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​Passagem na mão, malas arrumadas, agora só pegar o avião, 45 minutos estou em São Paulo , será?

Capitulo 2 – Vôo das 10:45.

​Partimos as 9 da manha, o avião partiria as 10:45, ou seja , estávamos tranquilos em relação ao horário, inclusive eu já havia feito o check in pela internet para não perder tempo.

​Os problemas começaram na já na estrada, pegamos um trânsito inexplicável e acabamos chegando no aeroporto as 10 hrs. Para piorar as coisas, me deu uma dor de barriga incontrolável , que me fez chegar no aeroporto sem pensar em outra coisa além das placas de banheiro. Perdi 10 minutos lá, que foi o suficiente para perdermos o avião.

Capitulo 3 – Vôo das 11:15.

​Fomos direcionados ao balcão da companhia aérea com a informação que teríamos que pegar o próximo avião, que sairia dai 20 minutos, mas que talvez tivesse que pagar a diferença da passagem. Meus deus! Depois de todos os traumas que vivi para comprar com desconto ia voltar a estaca zero? Mais uma vez salvo pela minha digníssima esposa, que conseguiu trocar as passagens sem ônus.

​Éramos o retrato da família feliz, cansados mas felizes, afinal, acabaria aquele tormento e chegaríamos a nosso destino. Já feito o check-in para o novo vôo, nos dirigimos para o raio x para pegar o avião.

​Passaram no detentor de metais sem problemas, minha filha, meu filho e por final minha esposa, agora era minha vez. Para não ter problemas já tirei o relógio, as moedas, chaves, celular e carteira mas, não foi o suficiente, aquela buzina continuava a apitar a cada vez que eu atravessava o detetor de metais. Tenho certeza que era um teste, naquele dia ou eu me tornava uma pessoa melhor, mais paciênte ou surtava de vez. Voltei uma três vezes, tive que tirar a sandália, o cinto da calça e algumas moedas que tinham sobrado no fundo do bolso.

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​Descalço, a calça caindo e sob o olhar de impaciência dos passageiros que esperavam a sua vez no detetor de metais, consegui passar e fui pegar minhas coisas. Acontece que a minha história não acabava por aí, faltava a minha mochila, não reparei que ela ainda estava passando no Raio X. Só percebi este fato quando um segurança chegou ao meu lado perguntando se aquela mochila era nossa. Fiquei aliviado, imagina esquecer a mochila com IPAD, celular, laptop. Quando tentei retirar a mochila da mesa o segurança me impediu e solicitou que abrisse a mochila me questionando se eu estava portando alguma arma ou objeto cortante. Deus! Porque? O que era desta vez? Qual era a mensagem entrelinhas que eu deveria estar captando? O que ainda faltava acontecer?

​Vasculhando a mochila achei em um compartimento que quase nunca uso um canivete suíço que havia perdido há muito tempo. Isso mesmo e agora? Olhei para minha familia e vi um lampejo de ódio saindo de seus olhos, até minha pequena princesa demonstrava um ódio infantil temporário pelo seu pai. Após tentar de todas as maneiras convencer o segurança a permitir minha entrada com o bendito canivete, acabei desistindo, mas quem acabou salvando novamente a situação? Claro minha digníssima esposa. Ela teve a ideia de sair do embarque e deixar guardado em uma loja até a nossa volta.

​Problema resolvido, nos encaminhamos para o portão de embarque, o problema era que o avião sairia as 11:15 e já eram 11:10. A cena seguinte era digna de uma foto, pois tínhamos exatos 5 minutos para chegar no portão 12 e estávamos no portão 1. Lógico que o portão estava no lado oposto ao nosso. Eu peguei minha filha no colo e corri o mais rápido que podia, ela gritava” Rápido papai, rápido”, enquanto isso meu filho disparou na frente para avisar que estávamos chegando.

​Ao chegar próximo ao portão 1, meu filho estava sentado na cadeira em frente, resmungando desolado e a porta do avião fechada. Meu Deus perdemos o avião novamente!! Nesta hora desanimamos, a viagem tinha acabado. Desta vez quem nos salvou foi a pessoa do balcão mesmo, vendo nosso desespero, avisou que teria um vôo as 11:45 e que trocaria nossas passagens. Pronto, mais uma chance.

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Capitulo 4 – Vôo das 11:45

​Neste momento eram 11:18 , tínhamos praticamente 30 minutos para chegar no avião, não sei como, em 10 minutos estávamos sentados dentro do avião, cintos afivelados pronto para a decolagem. Agora nada mais aconteceria. Engano meu, começaram a servir aquelas balas de caramelo ( Arranca Obturação) e claro, meu filho pegou 7 balas e minha filha mais 15.

​Enquanto as crianças comiam balas eu dava uma atenção a minha esposa, que havia sentado separado de nós, pois eram fileiras de 3 lugares e ela acabou ficando ao meu lado, mas com o corredor do avião nos separando.

Capitulo 4 – Dentro do avião

​Já estávamos até rindo de tudo que passamos, quando de repente, ouvi meu filho gritar ” meu dente!! meu dente”!! Não acreditei, o que era agora? Quando vi , o dente do meu filho grudou na bala e saiu, eu tinha na mão um dente encrustado na bala de caramelo. E agora? Fui descobrir, depois de muito gelo e água gelada, que tratava-se de dente de Leite e ja estava mole. Parecia pegadinha.

Para encurtar, após tudo isso, chegamos ao nosso destino, tivemos um maravilhoso final de semana e na volta após alguma turbulência ( Esta história fica para a próxima) estávamos novamente em nosso seguro lar. Não foi o primeiro e nem será o ultimo caso que teremos, hoje rimos de tudo isso, mas pelo menos passamos juntos.

 

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Quinto dia – Beto Carreiro

Nesta parte do post antes de contar sobre a viagem gostaria de falar um pouco dos preparativos feitos antes da viagem visando ajudar quem tiver interesse em conhecer o parque.

Ao decidirmos ir para o Parque, o primeiro passo foi pesquisar as passagens, tentamos primeiro no Decolar.com e depois outros sites que possuem venda de pacotes mas nossa dica é: Compre diretamente nos sites das companhias e de madrugada , conseguimos 50 % de desconto em relação ao preço cheio. Viajamos até SP de TAM e para nosso destino final de GOL, foram as melhores ofertas.

Em relação ao Hotel, entramos no site da cidade de Penha, onde fica o parque, e pesquisamos cada um, tentamos identificar o melhor custo x beneficio , pois tínhamos também a possibilidade de ficar em Balneário Camboriú. Decidimos ficar em Penha, onde fica o Parque, pois por já conhecer Balneário e o pouco tempo que tínhamos, não interessava o city tour, sem falar que o custo do aeroporto de Navegantes até Penha era muito menor que de Camboriú até Penha. Outro ponto positivo é que poderíamos ir andando do Hotel até o parque pois fica há 800 metros.

Após decidir o hotel começamos a pesquisar o preço, para isso a melhor ferramenta que encontramos foi no site da Decolar.com e compramos o pacote de 3 noites, comprando pelo site saiu mais barato que comprando direto com o Hotel, vai entender. O custo da diária varia de R$ 200,00 a R$300 reais dependendo da localização .

Dica : De Navegantes até Penha pelo litoral são 8 KM , mas se for pela BR são 60 KM, ou seja, a chance de enganarem vocês no translado é grande, fique de olho.

Dica 2: O parque em baixa temporada só abre de Quinta a Domingo, portanto na hora de se programar preste atenção .

Translado – Esta parte demos sorte, pois conhecemos uma pessoa fantástica que faz translado para alguns hotéis da região e nos cobrou R$ 100,00 para pegar no aeroporto de Navegantes , nos levar ao Hotel em Penha e depois fazer o inverso, ou seja nos levar do hotel para o aeroporto.

Dica: Translado Diogo Telefones para contato Operadora + 047 + 9197-7860/ 8405-6071 ou 8806-5922

Dia da viagem para o Parque

Nos recompomos do aborrecimento da noite anterior no Japonês e as 7 da manha estávamos de pé para ir para o aeroporto, lá começaram as histórias.

Chegamos no aeroporto com 2 horas de antecedência , fizemos calmamente o check in, fomos para a área de embarque e pronto, tudo certo, nenhum problema maior no raio x ou no balcão da Gol, agora era só esperar o avião, era o que eu esperava .

Faltavam 20 minutos para o embarque quando reparei no painel de informações de vôo que o nosso destino foi cancelado, e logo em seguida foi anunciado no auto-falante que o aeroporto de Navegantes estava fechado, deveríamos procurar a companhia para outro destino. Pois é, começa aqui a jornada de pânico e terror.

Formou-se uma fila enorme em frente ao balcão da GOL e no “disse me disse ” da fila chegou a nosso conhecimento que seriamos direcionados para Curitiba e de lá pegaríamos um ônibus até Navegantes.

Saquei o IPAD e busquei saber quanto tempo te avião até Curitiba e depois quantos quilômetros de ônibus até Navegantes. Neste momento surtei , seria 1 hora de vôo até Curitiba e depois mais 3 horas de ônibus, ou seja a viagem que seria de 50 minutos se transformaria em 4 horas de viagem. Comecei a pesquisar qual seria o aeroporto mais próximo e descobri que até Florianópolis é 1 hora de avião e mais 1 hora de carro. Tínhamos que agir para não estragar uma viagem que estava começando , e para isso saquei minha melhor arma : Minha incansável esposa. Avisei a ela das alternativas e que tínhamos que dar um jeito de embarcar no avião para Floripa.

Munida dos dados ela correu para outro balcão da GOL . Depois de muito bate boca conseguimos os últimos 6 lugares para Floripa. Agora precisávamos avisar o transfer que ele não nos pegaria mais em Navegantes, mas sim em Florianópolis . Esta brincadeira nos honerou em mais R$ 150,00 reais, já que o combinado era R$ 100,00 com o Diogo, nosso motorista/ Amigo/ Salvador. Depois descobrimos que a GOL era obrigada a nos reembolsar esta despesa. Pronto, agora era só embarcar, será?

Chegando em Floripa, fomos pegar as malas e onde elas estavam? Pois é , duas malas estavam sei lá onde, sumiram. Começava um novo capitulo, e lá vamos nós novamente ao balcão da companhia. Descobrimos que a mala poderia demorar até dez dias para retornar a nossas mãos, imagine meus pais somente com as roupas do corpo para passarem dois dias em um parque. Como não tínhamos mais o que resolver por ali, deixamos o endereço do hotel que estaríamos e nossos contatos , agora era só rezar.

Partimos para Penha, já eram quase 2 hrs da tarde e estávamos todos famintos, seria pelo menos 1 hr de viagem até o hotel e não tínhamos comido nada , mais uma vez nosso motorista nos salvou, ele nos levou a uma churrascaria maravilhosa no Balneário chamda Oficina do Sabor Grill , na qual deixamos os R$ 140, 00 reais mais bem pagos dos últimos tempos, comemos super bem pedindo 2 pratos, sem falar no atendimento que foi maravilhoso.

Chegamos ao hotel por volta de umas 5 hrs da tarde, só pensávamos em tomar um bom banho e comer alguma coisa. tivemos uma ótima surpresa, o hotel possui uma ótima infra-estrutura, aconchegante e funcionários super simpáticos.

Dica: Hotel Vila Olaria (www.vilaolariahotel.com.br) Telefone operadora + 047 + 3345-6824

Após nos instalar, ficamos na área de lazer, as crianças no parquinho brincando, enquanto decidíamos o que comer. Nos indicaram uma pizzaria que entrega no hotel, esta foi a pedida, um custo x beneficio excelente.

Fechamo o dia exaustos mas felizes por no final ter dado tudo certo.

Fim do primeiro dia – Chegada no Hotel – Próximo Post Beto Carreiro Parque

 

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A Vida como ela é ..... Simples assim!

Espaço destinado a mostrar a vida, simples como ela deve ser......

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