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Infelicidade=imagem – realidade

Dennis Prazer
Apresentador de rádio e televisão, erudito em religião,  escritor  e palestrante.


“Esta idéia é fantástica pois ele acredita  que somos infelizes quando criamos uma imagem para nós que não podemos sustentar. Na equação de Dennis , você só pode fazer duas coisas: modificar a sua realidade ou a sua imagem.  O melhor a fazer é modificar sua imagem. Isto quer dizer, em vez de focar no que você não tem , reconheça o quanto já conseguiu. …a chave para o sucesso e a felicidade não é o dinheiro,  poder , amigos ou saúde,  mas sim , a gratidão.  A inveja destrói a felicidade , a gratidão a assegura. ”

Hoje a infelicidade que os estereótipos criados pela mídia estão gerando nas pessoas é cruel e desumano. Hoje estamos sujeitos a uma lavagem cerebral , principalmente pela tv, que nos joga uma cartilha do certo e do errado , do que é bom ou ruim nos obriga a digerir isso como verdade absoluta e se você não estiver nestes parâmetros  você não sabe o que é felicidade.

Acordem,  este tipo de idéia está errada , a felicidade não tem receita , o que é certo para uns é errado para outros, não se prenda em padrões. Não confunda prazer com felicidade.

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Dia de jogo e estréia de uniformes doados ao projetos pela Nike.

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Guardador de carro, vulgo Flanelinha.
Oficializaram a profissão do flanelinha no intuito de ajudá- los e organizar e manter as vagas de acordo com as leis de trânsito, trazendo mais um serviço para a população. Será?

A denominação “flanelinha” faz menção à flanela (tecido felpudo) que muitos destes trazem a mão para facilitar a sua identificação pelos motoristas. Atualmente o termo é comumente empregado para referir-se aos guardadores que atuam em desacordo com os ditames legais e são habituais praticantes de abusos, os quais se tornaram um grande problema nos centros urbanos.

Em Portugal o flanelinha é conhecido como “arrumador de carros” ou simplesmente “arrumador”. Na Espanha a figura é denominada “aparcacoches ilegales”, sendo ainda apelidada de “gorrillas”“. Esse países (e muitos outros) também enfrentam, como o Brasil, inúmeros inconvenientes decorrentes da atividade, que já se tornou uma questão de segurança pública em razão de sua constante associação com outras formas de delinquência.

Segundo o jornal O Globo, a atividade de guardador de veículos no Brasil teve origem no governo de Getúlio Vargas com o objetivo de dar emprego aos ex-combatentes (pracinhas) que
retornavam ao país sem qualquer ocupação . Tratou-se de uma medida populista típica da política trabalhista deste ex-presidente que, justamente por ações como essa, era chamado por seus simpatizantes de “pai dos pobres”.

Apesar de bem intencionada, a medida não levava em conta as implicações negativas advindas da criação deste novo ofício. Para dar solução a um problema imediato específico, criou-se uma atividade que sequer se fazia necessária e que, a longo prazo, contribuiu para o incremento da sensação de insegurança nas grandes cidades. Os objetivos iniciais da criação do ofício não foram atingidos visto que não foram os heróis de guerra que o exerceram, mas sim toda sorte de desempregados, crianças, delinquentes habituais e os moradores de rua.

No Rio foram legalizados alguns guardadores e outros contratados para prestar serviço junto aos cidadãos em nome da prefeitura Municipal. Não adiantou nada, pois se transformou em um comércio ilegal de Vagas.. Hoje tem gente vendendo ” ponto” por 15 mil reais. Existe uma tabela onde a pessoa pode sublocar sua” Rua de trabalho” cobrando até R$ 70,00 por dia. Da para acreditar?

A bagunça esta instaurada na cidade. A lei da selva ainda prevalece nas vagas certas. Não temos garantia contra roubo, furto, arranhões e amassados. Somos extorquidos diariamente , em alguns lugares temos que pagar duas vezes pela vaga, mesmo ela sendo por período integral, não podemos sair e retornar usando o mesmo bilhete, de acordo com o flanelinha – “se usar mesmo talão quebra chefia, este bilhete é do outro rapaz”.

A malandragem corre souta, as artimanhas cada vez mais escrachadas, tamanha a impunidade. Para tirar proveito do ” cargo” flanelinha do governo, cada dia tem uma novidade.

O talão tem que ser preenchido na hora pelo embaixador do local, vulgo guardador, mas o que acontece é diferente , o talão já vem preenchido com outra placa, dia e hora, aí de você se reclamar. Esta malandragem sai cara pois o guarda multa ao constatar que o talão não pertence aquela placa.

A cara de pau não acaba aí, quando estamos saindo ainda somos coagidos a entregar a folhinha usada ou a re-reaproveitada: ” vai usa a folhinha aí tio?”.

Os serviços oferecidos não acabam,é lavagem de carro, pacote semanal, planos de vagas mensal, parece ate pacote de operadora de celular. E o troco então? Se eu pudesse ajudar com um conselho seria : ” tenha sempre dinheiro trocado”, pois eles sempre ficam te devendo um real ou mais, pois nunca tem troco.

As ruas se transformaram em territórios sem lei, ou melhor com leis próprias , lei da selva. Os direitos são dados e transformados de acordo com a necessidade deles, mas e os deveres que eles deveriam ter conosco? São simples estes direitos, não queremos muito, que tal eles pelos menos não deixar sentarem no capo do carro, não parar os carros grudados um no
outro, não colocar copos de cerveja no aerofólio, ajudar na entrada e saída das vagas.

É pedir muito??

 

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Hoje sou um ex fumante, não fumo há mais de 4 meses, embora a vontade de fumar seja muito forte ainda. Há mais de um mês consegui substituir meu vício pelo e cigar, conhecem?

Tudo começou quando estava vendo aquele filme ” O Turista”, e o galã puxa um cigarro dentro do trem e começa a fumar, e o que é melhor, sem ser importunado. Depois, ele mesmo explica a Angelina ( intimo né?) que trata- se do cigarro eletrônico. Neste momento, já comecei a pesquisar a respeito para ver que coisa estranha e fascinante era aquela e ver como eu conseguiria um destes.

Fiquei um mês nesta busca frenética para achar uma alma caridosa que fosse viajar e me trouxesse um desses. Não consegui nada e acabei deixando de lado, mal sabia que esta idéia estava encrostada no meu cérebro, só esperando para despertar com toda a força.

Um dia, estava fazendo um churrasco em casa e o marido de uma amiga mandou uma mensagem no celular dela, avisando que havia chegado em Orlando e se queríamos alguma coisa, pronto! Me deu um estalo, ansioso do jeito que sou já peguei o celular dela e mandei os dados do e cigarette.
Em menos de uma semana lá estava eu todo serelepe com meu brinquedo novo. Fumava no quarto debaixo das cobertas e com o ar condicionado ligado, já que não tem cheiro. Foi minha felicidade, tudo que eu gostava no cigarro eu consegui, sem a parte prejudicial. Fumava dentro do carro com vidros fechados, no ônibus, nos restaurantes, parecia criança.

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Além do kit, o mesmo da foto, que vem com o carregador, as piteiras e o cigarro, pedi o e- liquid, sabor Marlboro, que nada mais é que um liquido que eu pingo nas piteiras para fazer fumaça e dar o gosto, ele pode vir com nicotina ou sem.

O cigarro eletrônico (também chamado e-cig) existe já há alguns anos, mas esteve na sombra da ignorância. Sua glória surgiu principalmente depois que Johnny Depp usou um cigarro electrónico no filme O Turista (foto acima). Na cena, ele fuma dentro de um vagão de trem e encosta o cigarro na pele para mostrar que não há fogo. Foi o suficiente para milhões de pessoas desejarem saber algo mais sobre isso. O interesse multiplicou-se depois que artistas de Hollywood começaram a ser fotografados enquanto usavam cigarro eletrônico. Usar o produto virou, de certa maneira, símbolo de pessoa “clean”, preocupada consigo mesma e com a natureza.

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A maioria dos modelos de cigarros eletrônicos assemelha-se a um cigarro comum. O usuário mete-o na boca, aspira, a ponta do cigarro fica vermelha, em “brasa”, e o acto termina com a “fumaça” que a pessoa solta. Claro, qualquer pessoa pode pensar que é um cigarro comum. Mas não tem nada a ver com o tão combatido cigarro.

De imediato, um detalhe que chama a atenção é o cigarro eletrônico não usar fogo. Esqueça fósforos e isqueiros. Não há queima nenhuma no processo. Por isso, não há fumaça. E, sem
fumaça, descartamos a agressão maior à saúde, o mau hálito, os fumantes passivos e os incômodos do cheiro que se agarra a tudo — mãos, roupas, boca, paredes, etc.
Com isso, o uso de em ambientes fechados é muito tranquilo.

Quer vaporizar dentro de casa? OK.
Ninguém sofrerá incómodo nenhum. Não ficará cheiro no ambiente. Cheire o usuário logo em seguida — as mãos, inclusive — e você não perceberá nada. Por essa razão, pontos comerciais públicos como bares e restaurantes têm incentivado o uso. Nos Estados Unidos e na Espanha, principalmente, isso torna-se cada vez mais comum. Em Portugal e nos Estados Unidos, uma empresa quer fazer acordos para incentivar o uso dentro de casinos, onde, por hábito, fuma-se muito. Eis a primeira dúvida de todo mundo.

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O cigarro eletrônico funciona por bateria recarregável. Isso mesmo que você pensou. O usuário recarrega a bateria como faz com o telemóvel, com o notebook, etc.
A bateria liga-se a um atomizador, que, por sua vez, conecta-se a um tipo de cartucho com o conteúdo especial do produto. Não há um botão ligar/desligar. O processo simplesmente funciona quando a pessoa mete a peça na boca e aspira. É automático. A luz que se acende na ponta, para simular a brasa do cigarro comum, é, na verdade, um LED vermelho. Mas O QUE é aspirado? Como se produz fumaça? Não há fumaça. Vê-se o que parece ser fumaça. O que a pessoa aspira e liberta é… vapor. Nada mais que isso! Vapor com sabor! Por essa razão, usuários de cigarro eletrônico não admitem o nome “fumador” (“fumante”, no Brasil); eles se identificam como “vaporizadores”. Eles não “fumam”; eles “vaporizam”.

E por que isso é tão vantajoso? O cigarro comum é composto por mais de 4.000 substâncias. Muitas delas são prejudicais ao organismo (você certamente já conhece as ameaças). A fumaça é agressiva ao corpo e deixa os característicos odores em todos os centímetros ao redor. O cigarro eletrônico segue um caminho muito diferente: vaporiza um líquido tido como inofensivo ao homem. O líquido é impregnado de um sabor à escolha da pessoa. Geralmente, com um ingrediente extra: nicotina. Agora pense: as mais de 4.000 substâncias são descartadas; um líquido considerado inofensivo entra na história; não há fumaça (sem combustão). Qual o dano em
um processo desses? Se você sonhava em ouvir a frase “Fume
sem culpa” mas achava que isso era algo muito futurista, pode ficar feliz: esse futuro é agora.

Lembre- se dos milhares de mortes todos os anos causadas pelo fumo e compreenda por que essa simples invenção — que devemos a um chinês — é uma revolução comparável à recente criação do GPS e à dos smartphones, produtos que revolucionaram nossa vida. Mas há nicotina no cigarro electrónico.Sim. E, por incrível que pareça, nisso está uma das vantagens da idéia. A nicotina é o único elemento do cigarro comum que faz parte do cigarro eletrônico. Sim, ela pode ser prejudicial, mas, entre os produtos do cigarro comum, ela é “um peso menor” — nem mesmo é cancerígena.

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Sua maior actuação como vilã no cigarro comum é agir como elemento viciante. No cigarro eletrônico, a presença de nicotina é vantajosa porque uma pessoa terrivelmente viciada em cigarro — em nicotina — consegue usar apenas ou principalmente o cigarro electrónico sem sofrer consequências pelo abandono do cigarro comum. A pessoa sustenta o vício de maneira praticamente inofensiva. Além da nicotina, o que inala é apenas vapor com sabor agradável. Para satisfazer todas as necessidades, há, geralmente, 3 níveis de nicotina: baixo, médio e alto. A boa notícia é que encontramos facilmente líquidos sem nicotina. Isso mesmo! Fica apenas o prazer da vaporização — quase como “chupar” uma bala em forma de vapor! Quer usufruir essa invenção pelo simples prazer, sem necessidade de satisfazer vício nenhum? Escolha as opções sem nicotina.

Referencia http://viagemehistoria.com/cigarro-electronico/

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Pois bem, após um grande show dos cavaleiros em Excalibur, almoço devorado ( Cardápio – Arroz, feijão, fritas, 2 pedaços de frango e algo parecido com estrogonofe de carne), partimos para a próxima atração. Vale lembrar que ganhamos uma cortesia para a festa da minha filha que acontecerá em Setembro , uns souvenires para as crianças , não posso contar se não a Dani me mata.

O rei e a rainha ainda nos agraciaram com uma linda foto.

Feitas as referências, decidimos que até o final do dia iriamos priorizar os shows, já que os brinquedos estavam cheios, lembra dos colégios que falei no outro post? Pois é.

Os shows tem hora certa para começar e o ideal é que ao entrar no parque você já os tenha em mãos, pois eles se tornarão seu ponto de referência. Neste momento iria começar o show dos carros, era uma nova atração chamada ” Velozes e Furiosos”.

Era uma arquibancada gigantesca e um super cenário com um telão ( na foto acima pode ver este telão em cima de um prédio azul). Ao começar o show o apresentador conta sobre o show que vira e pede que prestemos atenção a história no telão.

Começa um filme , aparecem 5 carros vermelhos em uma oficina e os motoristas trabalhando nos motores, num certo momento entra a mãe de um deles e solicita que comprem no mercado um bacalhau, eles saem a todo vapor pela cidade em direção ao mercado, mas tudo isso estava sendo mostrado no telão até o momento, de repente começa um barulho de motor e os carros surgem na pista a nossa frente fazendo as mais radicais manobras que já vi ao vivo, muito bom.

Após o desenrolar da história, o animador do show pergunta para a platéia se alguém gostaria de dar uma volta nos carros, neste instante minha esposa que até então estava ” pacata ” ao meu lado, levanta abruptamente e começa a chamar o animador, gesticular e rodar o casaco, e sabe o que acontece? Exatamente, imagina uma loira linda no meio de um monte de careca barrigudo, ele chamou a garota loira de azul para dar uma voltinha de carros envenenados, alguma coisa parecida com passeio no parque.,

Ela simplesmente foi em direção aos carros, sem pestanejar nem olhar para traz, eu não entendi nada, foi um misto de emoções, felicidade, susto e medo, pois os caras dos carros são meio doidos e ela enjoa fácil, não ia dar certo.

Após colocar o capacete e entrar no Gol vermelho, o carro saiu cantando pneu e logo em seguida emendou numa seção de “drift”, para depois sumir no fim na pista. Passaram 5 minutos e lá veio o carro a 300 km /h e em frente a platéia deu 2 cavalinhos de pau e parou.

Quando ela saiu do carro e o locutor perguntou como tinha sido,ela até tentou dizer umas palavras, mas nada em nossa língua, ela estava tão nervosa que não conseguia falar, só ouvi um grunhido parecido com meu nome. Quando chegou do meu lado , estava pálida, eu ainda perguntei a ela: “Por que você foi?” Me respondeu que havia pensado em mim e que iria guardar lugar, mas ao chegar lá embaixo nos carros, o rapaz avisou que ali não era fila de ônibus, que tinha que ser ela mesmo, eu quase surtei de tanto rir.

Depois do show corremos para o trem, é uma locomotiva antiga que fica entre o Zoológico e o Show que estávamos, ela dá um passeio bem bacana em uma parte do parque onde reproduziram a fazenda do Beto Carreiro, o mundo perdido, a floresta selvagem , entre outras atrações, as crianças adoraram.

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O trem retorna para o mesmo ponto , sugiro que você aproveite e já dê uma volta no Zôo, um dos mais bonitos do Brasil. vi espaços amplos, tudo muito limpo e organizado .

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Lindo não é mesmo? Minha filha já foi em Zoológico no Rio de Janeiro e São Paulo , mas este é magnifico, ela
amou ver de tão perto animais que ela só vê em desenho , ela particularmente adorou o leão, tigre, hipopótamo e a girafa. Neste passeio tentamos ir no mamãe e filhote, que é um programa que permite que as crianças alentes os filhotes de animais , mas é com hora marcada, fique de olho ou se informe na entrada do parque.

Depois disso, estávamos em débito com meu filho Lucas, ele queria um brinquedo de emoção, ele me dizia que o Elefantinho que sobe e desce  não contava, embora eu discordasse até aquele momento.

Portanto decidimos em um brinquedo radical e molhado! O Império das Águas. 

Dica: Leve em todos os dias do parque um jogo extra de roupas e meias, além de um chinelo ou tênis, pois quando molha, molha mesmo. Ou na entrada do parque, ao lado direito, existe uma loja que vende barato uma capa de chuva bacana ( R$ 10,00), que você aproveitará em outras ocasiões.

Agora nesta parte do Post, vou mostrar minha bravura e determinação de levar toda a verdade para vocês,  passarei por cima de qualquer consequência que possa ocorrer, mesmo a separação, pois fui ameaçado para não relatar o barraco na fila do brinquedo.

Tudo começou devido a quantidade de alunos de um mesmo colégio, que resolveu tornar o parque praticamente seu quintal de casa, sem respeitar as filas ou o direito alheio. Estas crianças , conforma descrevi anteriormente, pareciam Gremlins, se multiplicavam inexplicavelmente nas filas, mas enquanto era na parte de trás da fila, não tiveram consequências, mas quando começou este milagre da multiplicação na nossa frente, a “chinela cantou”.

O brinquedo possui a capacidade para 5 pessoas, quando tinha um número inferior de passageiros no brinquedo, o dever do rapaz do parque era chamar o próximo na fila, e no caso negativo, continuar perguntando até lotar o brinquedo, mas não era  o que acontecia. Como eram muitas crianças e professores do mesmo lugar, quando faltavam pessoas para completar a capacidade da boia deles, eles buscavam alguém do colégio na fila, ou seja, sempre tinha 2 ou 3 pessoas sempre passando na sua frente e a fila não andava.

Só percebemos isso depois de 1 hra na fila, pois começamos a reparam que as crianças espertas atras da gente na fila num passe de mágica sumiam e reapareciam lá na frente, não preciso dizer que primeiro minha esposa foi falar com os professores para avisar que tinha acabado a festa, como não surtiu efeito ela se dirigiu até a catraca do brinquedo, onde era feito a triagem do bote, e avisou ” acabou a festa, a partir de agora ninguém mais fura fila, só por cima de mim!”, e você acredita que a partir daí a fila começou a andar? Direitos estão ai para serem respeitados, e depois de irmos no brinquedo, no final do dia ainda  fizemos uma queixa por escrito ao parque, pois perdemos horas na fila simplesmente por falta de preparo dos funcionários e ainda nos expomos, confrontando aqueles Gremlins.

Passado o estresse, fomos correndo ao Show na lona principal, O Sonho do Cowboy,  que teria uma musical de faroeste, cujo protagonista era o Beto Carrero, na verdade tudo é uma homenagem a ele, inclusive no final você passa pelo museu, onde estão seus pertences e fotos com as mais diversas celebridades nacionais e internacionais.

Antes do show comprei batata frita e Hot Dogs na lona ao lado, já que pode comer la dentro e o show acontece na hora do jantar das crianças. Vale a pena o musical, inclusive o Madock, o vilão da história, é um ator que trabalhava na Disney e veio trazendo suas experiencia aos palcos nacionais.

Fundador e criador do Parque: O Sr. Beto Carrero

Os dançarinos e no fundo o maravilhoso cenário.

Depois do show, pé na estrada rumo ao hotel. Na noite anterior comemos pizza, e agora? Estávamos tão cansados, que acabamos pedindo uns frangos pelo telefone, eles entregam no hotel, e diga-se de passagem são maravilhosos, eles parecem KFC, aquela rede americana de frangos fritos. Informe-se na portaria, acabei não pegando o nome.

E assim acaba o primeiro dia no Parque.

Próximo Post —-) Segundo dia.

 

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A Vida como ela é ..... Simples assim!

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