Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Blog’

Infelicidade=imagem – realidade

Dennis Prazer
Apresentador de rádio e televisão, erudito em religião,  escritor  e palestrante.


“Esta idéia é fantástica pois ele acredita  que somos infelizes quando criamos uma imagem para nós que não podemos sustentar. Na equação de Dennis , você só pode fazer duas coisas: modificar a sua realidade ou a sua imagem.  O melhor a fazer é modificar sua imagem. Isto quer dizer, em vez de focar no que você não tem , reconheça o quanto já conseguiu. …a chave para o sucesso e a felicidade não é o dinheiro,  poder , amigos ou saúde,  mas sim , a gratidão.  A inveja destrói a felicidade , a gratidão a assegura. ”

Hoje a infelicidade que os estereótipos criados pela mídia estão gerando nas pessoas é cruel e desumano. Hoje estamos sujeitos a uma lavagem cerebral , principalmente pela tv, que nos joga uma cartilha do certo e do errado , do que é bom ou ruim nos obriga a digerir isso como verdade absoluta e se você não estiver nestes parâmetros  você não sabe o que é felicidade.

Acordem,  este tipo de idéia está errada , a felicidade não tem receita , o que é certo para uns é errado para outros, não se prenda em padrões. Não confunda prazer com felicidade.

Anúncios

Read Full Post »

A Vida como ela é ..... Simples assim!

“O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.”
(Mário Quintana)
Outro dia estava tomando um café com a minha esposa enquanto conversávamos sobre o casamento ou como a nova geração diz estavámos tendo um “DR” ( discutindo relacionamento ), não sei se este termo serve neste caso pois não estávamos analisando nossa relação somente , mas conversando sobre o que vemos.

Falarei um pouco sobre a vida a dois e como eu e minha esposa fazemos para manter a paixão e o amor após tanto tempo.
Depois que nos casamos, começamos a trabalhar, ter filhos, nosso tempo é cada vez mais enxuto e a rotina sempre acaba se instaurando no dia a dia. Hoje com 13 anos de casado posso dizer que só deu certo pois alem de ter amor, nós trabalhamos o relacionamento.
Quando conheci minha esposa , vivemos 2 meses…

Ver o post original 685 mais palavras

Read Full Post »

“As Longas Colheres

Imagem

Uma vez, num reino não muito distante daqui, havia um rei que era famoso tanto por sua majestade como por sua fantasia meio excêntrica.

Um dia ele mandou anunciar por toda parte que daria a maior e mais bela festa de seu reino. Toda a corte e todos os amigos do rei foram convidados.

Os convidados, vestidos nos mais ricos trajes, chegaram ao palácio, que resplandecia com todas as suas luzes.

As apresentações transcorreram segundo o protocolo, e os espetáculos começaram: dançarinos de todos os países se sucediam a estranhos jogos e aos divertimentos mais refinados.

Tudo, até o mínimo detalhe, era só esplendor. E todos os convidados admiravam fascinados e proclamavam a magnificência do rei.

Entretanto, apesar de primorosa organização da festa, os convidados começaram a perceber que a arte da mesa não estava representada em parte alguma.

Não se podia encontrar nada para acalmar a fome que todos sentiam mais duramente à medida que as horas passavam.

Essa falta logo se tornou incontrolável.

Jamais naquele palácio nem em todo o país aquilo havia acontecido.

A festa não parava de esforçar-se para atingir o auge, oferecendo ao público uma profusão de músicos maravilhosos e excelentes dançarinos.

Pouco a pouco o mal-estar dos espectadores se transformou numa surda mas visível contrariedade.

Ninguém no entanto ousava elevar a voz diante de um rei tão notável.

Os cantos continuaram por horas e horas. Depois foram distribuídos presentes, mas nenhum deles era comestível.

Finalmente, quando a situação se tornou insustentável, e a fome intolerável, o rei convidou seus hóspedes a passarem para a uma sala especial, onde uma refeição os aguardava.

Ninguém se fez esperar. Todos, como um conjunto harmonioso, correram em direção ao delicioso aroma de uma sopa que estava num enorme caldeirão no centro da mesa.

Os convidados quiseram servir-se, mas grande foi sua surpresa ao descobrirem, no caldeirão, enormes colheres de metal, com mais de um metro de comprimento. E nenhum prato, nenhuma tigela, nenhuma colher de formato mais acessível.

Houve tentativas, mas só provocaram gritos de dor e decepção. Os cabos desmesurados não permitiam que o braço levasse à boca a beberagem suculenta, porque não se podiam segurar as escaldantes colheres a não ser por uma pequena haste de madeira em suas extremidades.

Desesperados, todos tentavam comer, sem resultado. Até que um dos convidados, mais esperto ou mais esfaimado, encontrou a solução: sempre segurando a colher pela haste situada em sua extremidade, levou-a à … boca de seu vizinho, que pôde comer à vontade.

Todos o imitaram e se saciaram, compreendendo enfim que a única forma de alimentar-se, naquele palácio magnífico, era um servindo o outro.

História publicada em: Histórias da Tradiçao Sufi

http://www.outrahistoria.org.br/historias/011.html

Read Full Post »

Qual será o segredo do sucesso? Não sei afirmar o seu, pois cada um sabe qual feito o deixa feliz ou realizado, ou os dois, no meu caso este texto espelha a minha conduta, quase sempre, vale uma lida.

 

Image

(Texto de Max Gehringer – CBN)
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.
Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.
Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:…
ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
“Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele.
‘Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes”.

Read Full Post »

20131203-074054.jpg

Resolvi escrever pois me sinto privilegiado com o feedback que venho recebendo do site. Não sei se todos conhecem como surgiu este blog , mas foi de uma maneira inusitada, despretensiosa e posso até confessar que egoísta, porque digo isso? Pois eu simplesmente quis colocar no papel os meus sentimentos a respeito dos meus valores, crenças , decepções, pensamentos, frustrações e até mesmo casos engraçados, sem me preocupar se isso seria do agrado do publico ou não.

Quando comecei a escrever? Eu ficava diariamente ” parado” no transito duas horas por dia, já não sabia mais o que inventar, via Video no YouTube, lia jornal, ouvia musica e de repente resolvi começar a escrever. Aprendi a criar o site em tutoriais e comecei a fuçar, desta maneira se deu inicio minha vida na blogosfera, se posso chamar assim.

O bacana foi que esta catarse diária que pratico , expressa em posts, contou com a identificação dos leitores, as pessoas começaram a demonstrar as mesmas preocupações e partilhar das mesmas duvidas e obstaculos que eu no dia a dia, desta forma foi se criando um corpo, uma corrente que não parou mais. Hoje fico muito feliz quando eu ou minha esposa encontramos com gente que nem conhecemos e somos questionados sobre algo que escrevi e como ajudou, o que mais ouço é : ” parece que você escreveu para mim” ou ” era isso que eu precisava ler”, isso é bom demais, saber que a minha pouca experiência e meus valores contribuíram de alguma forma.

Fecho por aqui agradecendo esta confiança , hoje ter visitas diárias que ultrapassam 50 mil visualizações não é sorte, mas identificação .

Voltem sempre, espero continuar contribuindo!!!

Do trechos de um livro que gosto muito que fala sobre o silêncio, as vezes o silencio fala mais que palavras.


Para a maioria das pessoas a palavra silêncio significa simplesmente ausência de barulho.

Entretanto, seu significado é imensamente mais amplo. Veja mais algumas definições encontradas nos dicionários:

privação voluntária do falar;
abstenção de publicar qualquer fato ou notícia;
omissão de explicações;
interrupção de correspondência;
segredo.

Para todas as tarefas diárias nosso corpo necessita de energia. Se você chuta uma bola ela recebe a energia de seus pés e pernas e somente irá parar quando encontrar uma força que a contraponha.

Esta força pode ser o goleiro ou, simplesmente, a força de gravidade somada ao atrito e à resistência do ar (fique tranqüilo, pois não discutiremos física neste livro).

Entretanto, se os jogadores pudessem estar a todo tempo trocando passes dentro de campo, esta energia estaria sendo constantemente renovada e a bola não iria parar.

Poderia ainda acontecer uma situação fictícia em termos esportivos, mas possível em termos físicos. Imagine vários jogadores em linha reta. Quando a bola passa por cada um deles, recebe um chute e, assim, a velocidade é continuamente aumentada devido à energia que lhe é acrescentada. Sem que haja forças contrárias (atrito e resistência do ar) a velocidade final seria gigantesca

E conseqüentemente a energia de um possível impacto também seria monstruosa. Concorda?

E porque seria então que nossas palavras não haveriam de carregar energia? Pois carregam. E muita! E de uma forma um pouco parecida com a do exemplo da bola. E do mesmo modo que se você não chutar a bola vai economizar e manter armazenada a energia que utilizaria no chute, dentro de si, também vai reter a energia do que falaria sem necessidade. Esta é apenas uma das formas de Energia do Silêncio.

Energia do Silêncio é a energia interior relacionada à sua capacidade de lidar com o que você fala e com o que você cala.

Dentro de você esta energia do silêncio poderá se apresentar, basicamente, de duas formas:

Energia interior boa

Poder ou energia de construção ou de realização;
Energia interior ruim

Poder ou energia de destruição.
Mas, o que então eu devo, ou não, falar para adquirir, manter ou evitar estas energias?

Neste livro, vou poder respondê-lo apenas parcialmente, pois a resposta completa é você quem deve ter no seu coração, na sua consciência.

Para começar, é preciso saber o seguinte:

Você perde sua boa energia interior

Quando fala demais;
Quando conta sobre seus segredos, idéias e projetos, ou fala o que não deve a quem não deve, ou a quem você, erroneamente, acha que deve;
Quando perde o poder de concentração em seu foco (isto acontece, em boa parte das vezes, por incorrer no erro do item anterior);
Quando tenta convencer as pessoas sobre seu ponto de vista por meio de sucessivas e inúteis argumentações.
Você mantém sua boa energia interior

Quando não conta sobre seus segredos, idéias e projetos, ou não fala o que não deve;
Quando conta sobre seus segredos, idéias e projetos a pessoas especiais, potencialmente energizadas e sintonizadas com o equilíbrio universal. Estas pessoas são raríssimas e, neste caso, sua energia interior poderá até ser aumentada por meio de seus conselhos e discussões construtivas;
Quando evita entrar em discussões sobre assuntos polêmicos e não gasta energia com inúteis argumentações.
Você adquire e/ou fortalece sua boa energia interior

Quando vence a tentação de contar sobre seus segredos, idéias e projetos em horas erradas e para pessoas erradas, ou para pessoas que você, erroneamente, acha que são certas;
Quando ouve coisas ruins sobre alguém que possa merecer e silencia-se, sem manifestar-se;
Quando ouve coisas ruins sobre alguém que não mereça e a defende e rebate com coisas boas, sem, no entanto, incorrer no erro de iniciar discussões regadas com argumentações inúteis;
Quando não se omite perante injustiças, quaisquer que sejam;
Quando elogia sinceramente alguém em sua presença ou, principalmente, quando elogia alguém que esteja ausente naquele momento;
Quando, por falar pouco, atrai para si a energia dos outros que tentam desvendá-lo.
Você cria dentro de si uma energia ruim

Em uma ordem crescente de carga negativa desta energia

Quando fala mal de alguém que você acha que mereça;
Quando entra em discussões inúteis e prolongadas que o levam a ficar com raiva de seu oponente verbal;
Quando se omite em defender, verbalmente, alguém que esteja sendo acusado e você sabe de sua inocência;
Quando fala mal de alguém que você saiba que não mereça, mas desconhece o mal da repercussão de suas infâmias;
Quando inicia um boato maldoso, criando inverdades que você tem a consciência da repercussão e das conseqüências do mal que poderá provocar.
Você pode adquirir, de um meio externo, uma energia ruim:

Quando se relaciona com pessoas que possuem a capacidade de emanar energias ruins. Estas pessoas podem ser boas ou más (ver observação)* e, muitas vezes, desconhecem sua energia destrutiva que pode se apresentar devido à inveja, ao sentimento de fracasso pessoal ou a vários outros sentimentos retrógrados.
*Observação: o bem está presente em todas as pessoas, assim como o mal. A definição de bondade e maldade é só uma opinião sobre o ponto de vista que cada ser humano tem de seu semelhante. Todo espírito possui a capacidade de rejeitar e inativar seu lado mau.

Como desenvolver, captar, compartilhar e, às vezes, evitar a energia do silêncio é o que você irá aprender neste livro por meio de pequenas histórias, frases, versículos do livro mais lido da história da humanidade e Provérbios e ditos da sabedoria popular.

Vou me fixar, a partir de agora, em dois aspectos relacionados à energia do silêncio:

O silêncio sobre nossas idéias, projetos e segredos pessoais;
O silêncio sobre os outros ou sobre o que não nos diz respeito.

Read Full Post »

20130408-010557.jpg

Diário de um desempregado

Hoje começo a postar a experiência que tive como desempregado, aproveitei a ” chance”, como decidi encarar, e fui para luta para me recolocar , e da pior maneira, em outro segmento. Fui demitido em Novembro de 2012 e contratado por outra empresa dia 03 de Abril, isso mesmo , quase 5 meses neste limbo.Decidi escrever sobre este assunto na expectativa de auxiliar alguém que esteja passando por isso.

Para adiantar a vocês e evitar sentimentos de pena , revolta ou qualquer outro que não seja curiosidade, entretenimento ou fagulhas de reflexão, aviso que já estou empregado, amanhã é meu primeiro dia e este texto já estava pronto aguardo somente minha efetivação para publicar, portanto just Enjoy !

Este assunto é uma novidade para mim , é a primeira vez que ” tomo pé na bunda”, mas garanto que não é uma sensação boa, pelo menos no inicio , mesmo odiando seu trabalho é uma mistura de alivio com preocupação.

Eu trabalhava em uma empresa do mercado financeiro por 2 anos, havia trocado meu antigo emprego , onde havia ficado 11 anos. Esta troca foi consciente e me proporcionou um salto financeiro, embora soubesse dos riscos.

No inicio sempre é uma surpresa pois a nossa idéia é que a demissão só acontece com os outros. Não me arrependo, fiquei exposto as intempéries do mercado que quando retrai sobra para os novatos.

Mas vamos diretamente ao assunto, o dia D ( ficou até bonito, D emissão ).

Quando você chega no trabalho e após 10 minutos ainda não foi chamado para uma reunião, não levou uma bronca e não foi cobrado de nada, abra seu olho, acho que é a deixa, pode contar que “lá vem fumo”, deve ser uma cartilha demissional.

Sentado de frente para seu algoz , você só presta atenção nos primeiros 5 minutos de balela, o resto é desculpa. A primeira reação é a desorientação , demora a cair a ficha e por mais ridículo que seja o pensamento que impera é preocupação com as pessoas em volta, a vergonha, o que estarão pensando de mim, o fracassado? O azarado? O injustiçado? What ever.

Enquanto o tramite se desenrolava, as pessoas ficaram olhando disfarçadamente eu “encaixotar” minhas coisas, mas no intuito de amenizar este mal estar, o silêncio no ar, decidi que isso não se tornaria um fardo até porque não me sentia um derrotado, sempre dei o melhor de mim com as ferramentas que tinha, portanto se não servia mais , não podia fazer nada, só restava lamentar ( ou não ) portanto levantei a cabeça arrumei tudo organizado e antes de pegar definitivamente a caixa com minhas reliquias e documentos , me despedi de cada um ali presente e só depois disso fui embora, desta maneira evitei aqueles olhares inquisidores e curiosos.

A partir deste momento descrevo para vocês minhas experiências pós demissão .

Aproveitei esta ” chance” e fui para luta para me recolocar , e da pior maneira, em outro segmento.
Fui demitido em Novembro de 2012 e contratado por outra empresa dia 03 de Abril, isso mesmo , quase 5 meses neste limbo.Decidi escrever sobre este assunto na expectativa de auxiliar alguém que esteja passando por isso.

Este assunto é uma novidade para mim , é a primeira vez que ” tomo pé na bunda”, mas garanto que não é uma sensação boa, pelo menos no inicio , mesmo odiando seu trabalho é uma mistura de alivio com preocupação.

Eu trabalhava em uma empresa do mercado financeiro por 2 anos, havia trocado meu antigo emprego , onde havia ficado 11 anos. Esta troca foi consciente e me proporcionou um salto financeiro, embora soubesse dos riscos.

No inicio sempre é uma surpresa pois a nossa idéia é que a demissão só acontece com os outros. Não me arrependo, fiquei exposto as intempéries do mercado que quando retrai sobra para os novatos. E aqui estou eu demitido, no olho da rua ou se preferir desempregado.

Continua…..

Read Full Post »

A Vida como ela é ..... Simples assim!

Espaço destinado a mostrar a vida, simples como ela deve ser......

Blog do Churrasco - O original

Tudo que você queria saber sobre a arte de fazer Churrasco

cozinha pra machos

todo mundo pode cozinhar

%d blogueiros gostam disto: