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Posts Tagged ‘autoajuda’


Adianto que isso é uma opinião pessoal baseada na minha experiência somente. São sensações e atitudes que tenho ou que observo em outras pessoas .
Normalmente comigo acontece desta maneira:

. Tenho uma certa atitude.

. Me sinto idiota por agir daquela maneira , sei que deveria agir diferente ou penso que o certo serial fazer de outra forma.

. Me convenço que sou melhor que isso e que não é desta maneira que quero agir e minha postura tem que ser outra. Pronto sei que nao acontecerá de novo e acabarei com este ciclo vicioso.

. Faço tudo de novo e me sinto mais idiota ainda.

Ficou confuso?

Se eu pudesse resumir,  seria como se eu imaginasse como eu deveria agir ou como eu gostaria de agir em diversas situações . Seria como eu gostaria de ser, o meu ideal, mas acabo sempre agindo diferente do que gostaria.

Fico tentando fazer uma analise do porque ocorre isso, porque deste ciclo interminável e repetitivo, cheguei a algumas conclusões:

Dificuldade de sair da zona de conforto emocional e ser você, independente da opinião dos outros ou das consequências, que muitas vezes é maior na nossa cabeça do que na realidade.

Medo de aceitar que as incertezas fazem parte do crescimento e que se você nao ser a pessoa que gostaria será eternamente frustrado.

Acho que na vida em todos os aspectos, seja no lar, no trabalho ou em qualquer outro setor temos que encontrar nossa musica e canta-lá aos quatro ventos, pois preso vamos esquecendo de cantar e aos poucos vamos esquecendo da musica.

Achei um texto que reflete isso.

Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna? A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência.

Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia.

Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto.

O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar. Foi então que a menina descobriu que o canto do pássaro só existia porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir.

Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida.

O encanto alivia a existência! Aprisionado, ela o possuía, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!

Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto. Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.

Amar talvez seja isso: ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.

Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.

Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.

Há uma beleza escondida nas passagens. Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir.

Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria.

Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos.
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.

Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando… Uma redenção está sendo nutrida nessa hora…

Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história.

Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só para você. Ele só é encantado porque você não o possui.

E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o pássaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.

Padre Fábio de Melo”

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Ontem foi meu aniversário, nestas datas gosto de parar e fazer uma balanço do que está acontecendo na minha vida.

Eu e minha filha fazendo molecagem.

Gosto muito deste assunto, felicidade, ser feliz, fazer feliz.

Afinal o que é felicidade? Como sabemos se somos felizes?

Ao longo de nossa vida estamos sempre questionando isso, mas qual o parâmetro ou a medida/ escala que podemos medir? Posso arriscar dizer a vocês que felicidade é a capacidade do ser humano de primeiro gostar de si, se aceitar, se aprimorar, evoluir, se você não gostar de você e ser grato pelo que conquistou a sua vida sera eternamente uma busca pela ceboura a sua frente, intangível, totalmente contemplativa.

Para você gostar do que você é precisa entender suas necessidades, criar metas, e achar uma vida equilibrada e harmonica. Precisa não achar que o que os outros vivem ou o que a midia impõe é a verdadeira felicidade. Vejo muita gente assistindo novelas e achando que será feliz quando se encaixar naquele padrao sendo monstrado na TV. Bullshit! Besteira.

Minha dica: Ache uma maneira de estar em harmonia, cuide do seu lado espiritial, ore, reze, faça Yoga, meditação ou o que achar mais a sua cara. Cuide do seu corpo, tente ingerir coisas mais saudáveis e tente fazer exercícios. Pode ter certeza que tudo a sua volta irar ficar mais colorido e mais simples. Diga não ao que não quer e diga sim ao que realmente te interessa.

Achei um texto bacana falando sobre este assunto.

“Temos que reconhecer a silenciosa felicidade a nossa volta, ser gratos à vida e por tudo que temos…

Viver em vida…

Certa vez, no último ano do ensino médio, minha professora de literatura, propôs um trabalho interessante. Sua proposta baseava-se em escrever um pequeno texto sobre que o que seria morrer lentamente, porém, logo de cara, quase que instantaneamente, o seguinte pensamento me veio à mente, antes de morrer, qual seria a definição de viver?.

Sem dúvida alguma, o conceito dessa palavra varia de pessoa para pessoa, de vida para vida, mas para mim viver é no seu sentido literal, usufruir das coisas da vida, sejam elas para nossa alegria ou aprendizado, até porque o aprendizado se constrói a cada passo seja ele em direção ao certo ou errado.

Na vida existem muitas coisas boas como a família, os amigos, a natureza e os frutos dessas relações.

A vida nos proporciona o conhecimento, a oportunidade de crescimento intelectual e físico, oferece também as artes que muito nos ajudam a montar o grande quebra cabeça que é a vida.

Mas para desfrutarmos dessas dádivas, temos que ter o básico de uma vida equilibrada, é preciso uma boa educação, a certeza que teremos alimento, agasalho, um teto e carinho acompanhamento familiar. O certo é que se não tivermos o básico estaremos sempre mendigando uma medíocre sobrevivência. Esses fatores talvez sejam os causadores de tanta desigualdade.

Os valores de nossa sociedade, infelizmente, seguem o conceito de que nossa felicidade está ligada a nossa capacidade de consumo, portanto se não tenho condições de comprar o mais caro e dito “melhor”, não sou feliz. Sendo assim tenho de sacrificar meu tempo de vida em busca de algo que me possibilite ter uma maior capacidade de consumo para que possa alcançar assim a dita felicidade.

A questão é que nessa busca perdemos um tempo que jamais voltará, e enquanto estivermos condicionados a esta ideia consumista, não estaremos vivendo, mas sim sobrevivendo.

Almejar uma vida melhor e confortável é um desejo nobre e deveria ser o desejo de todas as pessoas.

Porém, temos que saber reconhecer a silenciosa felicidade a nossa volta, se não formos gratos pelo que temos até então, tampouco seremos pelo que ainda vamos obter.

Por esses e outros motivos viver para mim é olhar mundo como ele realmente é, ao mesmo tempo ver além do físico, é explorar novos mundos novas culturas, e isso só o conhecimento e uma boa vivência, uma visão aberta e receptiva em relação à vida nos proporciona.

Portanto, deixar de viver vem a ser o oposto de tudo que acabo de dissertar, seria viver uma vida sem propósito, uma vida irresponsável, sem nortes, talvez apenas sonhos inalcançáveis… resumindo viver por viver.

A frase da grande escritora Martha Medeiros exemplifica meu pensamento a respeito do tema:”Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música e quem não acha graça de si mesmo”.

Essa frase, sem dúvida alguma, fala por si própria, e em resumo, a vida é um eterno bate volta, por isso saibamos aproveitar sabiamente seus dotes e simultaneamente lidar com suas situações inesperadas, para que assim a resposta, o retorno seja motivo de alegria e gratidão.

Que em cada sorriso, em cada expressão, possamos transmitir mais amor e vida para que assim possamos revolucionar nosso mundo e, consequentemente, o mundo de outras, e por fim, todas as pessoas.”

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Quem nunca ouviu : “Se você não  gostar de você, porque os outros gostarão?”

Estou aqui a esta hora da manhã divagando sobre um texto que vou compartilhar com vocês.

Levei meus filhos ao colégio e aproveitei para tomar um café com ovos cozidos, sim pois cheguei no meu limite de peso, 3 dígitos , dieta rápida da proteina e nada de refrigerante ou pão a partir de agora.

Mas voltando ao assunto, gostaria de tentar ajudar quem passou ou passa pelo que vivi nestes ultimos anos.

Eu tenho um problema sério que por comodidade, afim de evitar conflitos ou até  mesmo algum medo, eu repito um ciclo vicioso que não faz bem, eu me apago como pessoa, meus sonhos, meus gostos, meus desejos, eu acabou colocando em segundo plano e passo a viver no automático, sabe como é? Você nem pensa, apenaa age , mas isso tem consequências.

Quando nem percebeu você ja não é mais você, na verdade,  nem sabe quem é você, irritado, de mal humor, vive cansado, não se arruma mais, briga com todo mundo, vive reclamando e a vida não é mais tão colorida, é como se você estivesse em um  rio sendo levado pela correnteza aguardando a queda de agua final.

Mas a boa noticia é : As vezes boiar e deixar a correnteza nos levar é bom para recuperar nosso folego, mas nesta vida temos que nadar para onde queremos ir.

Meu conselho?

Primeiro olhe para você no espelho e veja o que não lhe agrada, são as roupas? O cabelo? Rápido resolva isso, va no salão, no shopping dê um trato, isso irá acender uma fagulha em você, é o primeiro passo que fará com que você veja que o caminho a ser traçado é outro, um caminho mais leve, sem culpas, sem tanta dor de cabeça.

Segundo passo, qual a rotina que você precisa ter por conta dos seus compromissos com a familia e o seu trabalho? E o que você gostaria de encaixar para se agradar? Academia? Caminhada? Leitura? Almoços diferentes? Progame sua agenda mesclando o seus deveres e os seus direitos, mas ouça bem, dane-se neste momento o que os outros vão falar pois você esta pegando as redeas da sua vida de volta.

E terceiro passo, seja você e não deixe os outros dizerem quem é você ou como deve agir, pois deve agir de uma maneira que deixe você feliz no final do dia, não quer dizer que você não irar fazer besteiras, que não irá tomar decisões erradas, mas quer dizer que você fara isso tudo sendo VOCÊ e fara isso porque você quis e não por imposição de alguém.

Afinal você precisar gostar de você e de suas atitudes em primeiro lugar, do contrário nunca será feliz.

De uma.olhada neste texto que achei.

“Não se parta em pedaços apenas para completar os outros!

Muitos de nós levam o altruísmo ao extremo e se partem em pedaços para tornar, aqueles ao nosso redor, inteiros.

Queremos satisfazer suas necessidades e tomamos a responsabilidade por sua felicidade para nós mesmos.

É claro que é uma missão nobre e nos ensina muito sobre o que realmente é o amor, doar sem esperar nada em troca. No entanto, quando vivemos um padrão de apenas nos doarmos, sem nunca receber nada em troca, podemos acabar prejudicados emocionalmente.

Aquelas pessoas que têm o hábito de se doar por inteiro e em excesso geralmente o fazem sem perceber. No entanto, quando as feridas em seu coração atingem um ponto crítico, acabam se conscientizando das consequências de uma vida vivida apenas para outro, sem considerar a si mesmas em seu plano de felicidade.

Abaixo está uma lista de comportamentos que representam, na prática, o que é se despedaçar por outros:

  • Colocar os desejos de nossos amados na frente dos nossos sempre. Fazer isso uma ou duas vezes é natural, até mesmo ideal para o bem de um relacionamento, todos temos que ceder em algum momento. O problema começa quando essa se torna uma ação frequente e a pessoa acostuma e sente que sempre será prioridade.
  • Ceder à manipulações e ameaças de pessoas próximas e todos os dias ajudá-las em tarefas e responsabilidades.
  • Mantermos amizades egoístas e tóxicas, nas quais o único interesse da outra pessoa é falar sobre sua própria vida, nunca dedicando tempo para entender mais sobre nós.
  • Adiar nossos sonhos ou planos de vida em favor dos de outra pessoa.

Pode ser difícil lidar com esse padrão de comportamento, porque é difícil nos convencermos de cuidar apenas de nós mesmos e deixar que cada um se responsabilize pela própria vida. Por esse motivo, o equilíbrio deve ser prioridade e você deve conservar apenas relacionamentos nos quais existe reciprocidade.


As feridas causadas pela falta de reciprocidade

Os nosso relacionamentos interpessoais nada mais são do que interações saudáveis, nas quais ambas as partes têm liberdade para expressarem suas opiniões, desejos e sentimentos. Qualquer relação baseada nas vontades de apenas uma pessoa não são satisfatórias e sempre acabam em dor e sofrimento. Todos precisamos ser reconhecidos como importantes, valiosos e essenciais. O desejo de reciprocidade não é egoísta, é fundamental.


A verdadeira reciprocidade…

  • É poder recusar algum convite por estar cansado, ocupado ou desanimado, sem sentir culpa, porque sabemos que a outra pessoa entenderá e não julgará, porque entende que temos nossas próprias necessidades e direitos.
  • É saber que desistir de si mesmo leva à frustração e infelicidade, e esforçar para manter um equilíbrio entre sua vida pessoal e relacionamentos.

Para estarmos bem e oferecermos nosso melhor, primeiro precisamos estar bem com nós mesmos, e esse bem-estar vem através do reconhecimento, respeito e consideração. Exigir isso não é egoísmo, mas um ato de amor-próprio.”

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Às vezes mudamos tanto para agradar aos outros que, um belo dia, sentimos falta de nós mesmos…

Às vezes mudamos tanto para agradar aos os outros, que em uma noite qualquer, acabamos sentindo falta de nós mesmos… 

E lá vêm aqueles questionamentos mais íntimos e secretos que só somos capazes de falar trancados no nosso quarto ou em frente ao espelho do banheiro.

Aí questionamos tudo, cores, músicas, sonhos, atitudes e mil gritos contidos na garganta vem à tona…  daqueles  só conseguimos colocar para fora  criando um oceano de lágrimas ou com versos e prosas que deixamos escondidos em nossos diários secretos, em enigmas ocultos em nosso subconsciente, que tentamos o tempo todo brigar com as verdades que deixamos passar despercebidas.

Para não criar guerras extras, elas se tornaram guerras internas, as quais você não consegue determinar, onde começou o furacão e muito menos onde vai parar…

Quero  fazer a você um pedido; não se contente em ser brisa se nasceu para ser furacão! Não bata de frente consigo, isso é prejudicial à sua saúde e ao seu amor-próprio. 

Se estiver jogando e não achar que tem as cartas certas para vencer, não se sinta intimidado (a) com isso, vire a mesa de jogo, siga seu caminho você não é obrigado a vencer sempre.

Se não consegue nadar no mar de emoções, crie um maremoto e se permita chegar à beira da praia, sem se importar com o estrago feito. Quem estiver do seu lado tem que ser bom marinheiro, para lhe seguir e não se afogar.

Faça algo que lhe pareça estranho e medonho todos os dias, isso vai tirar você da sua zona de conforto.

Desafie a si mesmo a ser cada dia melhor em tudo que lhe traz euforia e felicidade, grite consigo pelo menos duas vezes ao dia,  pode um: “É isso menina parabéns!” Ou uma bronca tipo: “De novo? Vai repetir esse erro?”

Peça a si  explicações de alguns dos seus atos, repita em voz alta o que lhe falta, o que lhe dói, o que você  deixou de fazer. Pergunte a si mesma se está cuidando da sua aparência, faça  a si mesma mil críticas e elogios, mas não se permita desistir de algo que o(a)faça sorrir.

Não há nada mais cruel do que se deixar esquecer, perder-se ou se anular ao ponto de um dia acordar, no meio de linda manhã de domingo e precisar voltar para cama e para seus sonhos, pois a realidade do mundo aqui fora, já não lhe parece tão desafiante.

Não esqueça o quanto o mundo precisa da sua diferença, da sua eloquência, sua insanidade, daquela liberdade de escolha, que o(a) faz ser em bilhões de outras  pessoas, uma nova e melhor versão de si mesmo(a) faz o som sua respiração ofegar ou suspirar, a doce sensação de pode salvar o dia daqueles,que só precisam de um sorriso seu para ter a certeza de dever cumprindo, pois você espalhou alegria e felicidade ao mundo.

E fazendo isso, seu mundo de fora se une ao de dentro, formando uma identidade que é lhe  íntima e particular, pois você é única pessoa capaz de se entender, a única a quem pertence e ficará consigo mesmo em todos os momentos do seu viver.

Você pode ser única e permanente para o que é agora e para  o quiser ser no  seu futuro. O tempo que você dá ou recebe de alguém é você quem determina, pois a vida é ação com infinitas modificações constantes… ou você está indo ou você está vindo de algum lugar e aqueles que cruzam nosso caminho, só devem observar a nossa chegada e partida de suas vidas.

O tempo disso é determinado por ações, atenções e sentimentos. Então, para que mudar tanto ao ponto de ser perder, se não ficamos no mesmo lugar para sempre?

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Recebi  da minha sogra este texto e resolvi compartilhar. Vale uma lida.
Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..
Se não quiser adoecer – “Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “Busque soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer – “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella

http://www.resilienciamag.com/se-nao-quiser-adoecer-fale-de-seus-sentimentos/

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Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.
“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.
E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.
É culpa do pai, ou é culpa da mãe?

Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Como o amor de mãe muda o cérebro do filho
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.
Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

[MedicalXpress, SkimThat]

 

Meu filho, acho que não existe nada mais especial para os pais que um filho, embora muitas vezes você pense que esta sendo deixado de lado ou que não damos tanta atenção a vocês, mas isso não é verdade, você está nos nossos sonhos , nosso pensamentos, nosso dia a dia, nas nossas orações, enfim em nossa vida. Nunca se esqueça do amor que temos por vocês. Como eu já disse antes, ter um filho é passar a ter o coração vivendo fora do nosso peito.

 

Amo vocês.

 

Segue o link da reportagem

http://hypescience.com/amor-de-pai-e-uma-das-principais-influencias-na-personalidade-humana/

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Eu me considero uma pessoa clara, consigo expor na maioria das vezes de forma transparente e clara as idéias, mas muitas vezes encontro pessoas que são fantásticas que conseguem passar uma ideia de maneira mais ampla, mais profunda, e por isso utiliza suas palavras ao invés de ” traduzir”. Fiquem com um texto fantástico que li hoje pela manhã.

 

“Nós seres humanos somos contadores de histórias natos, passamos a vida contando histórias a nós mesmos e o que sentimos depende das mesmas, Na verdade vivemos de acordo com o que dizemos para nós mesmos e não com o que acontece realmente em si no mundo. O nosso bem estar depende disso.
Necessitamos entender que fatos são fatos simplesmente, são acontecimentos que não são bons e nem ruins, o nosso bem estar depende muito mais do significado que damos as coisas, do que das coisas que nos acontecem propriamente.

Se nós olharmos para você, dizemos que a vida é mais ou menos assim: Se para você um dia nublado é um dia ruim, você se sentirá mal toda vez que o céu ficar nublado. Agora, se para você um dia nublado é um dia bom, quando ficar nublado você se sentirá bem. Então, céu nublado não é bom nem ruim, isso depende da história que você conta para você sobre céu nublado.

Isso é muito importante, pois você goste ou não sempre haverá dias nublados, não da para mudar esse fato, mas da para mudar o significado que você dá para esse acontecimento, a história que conta a si mesmo.

O seu sofrimento na vida vem da resistência que você tem da realidade, isso é, você sofre quando acredita nos pensamentos de resistências que passam pela sua cabeça e que brigam com os fatos. Isso é, sofre quando quer que a realidade seja diferente do que é, quando você fica preso no pensamento de “deveria”. “Deveria isso”, “deveria aquilo”, “porque ele deveria”, porque ela deveria”… O pretérito do futuro é a terra do nunca, você sai do nada e vai para lugar nenhum.

Pare de brigar com o céu nublado que isso não vai adiantar nada, mude a história que você conta a si mesmo e seus sentimentos mudarão e você poderá ter um bem estar enorme. Entenda, não o céu nublado, mas fato de você resistir a gostar de céu nublado que te desconforta.
Isso implica no fato de que o seu sofrimento e seu desconforto em sua maioria, não são causados pelo mundo ao seu redor ou pelas outras pessoas, são causados pelo o que você acredita sobre o mundo e sobre as outras pessoas. Assim, se estiver sofrendo ou incomodado com algo experimente contar outra história sobre isso.

Como seria se você gostasse de dia nublado, de dia de sol ou de chuva, com vento ou sem vento? Será que gostando disso tudo você entregaria seu estado de humor ao clima?
Pois, bem, isso também se aplica a forma como você vê a si mesmo. Que histórias você tem contado sobre você a si mesmo? Isso é muito importante, pois vai determinar sua auto-estima.
Como você vê as outras pessoas? Que histórias têm contado sobre elas? Isso vai definir seus relacionamentos.”

Como você vê as coisas que acontecem no mundo? Que histórias têm contado a si mesmo sobre isso? Isso vai culminar no seu nível de felicidade.
Você é um contador de histórias e para ser feliz basta que você conte histórias felizes sobre as coisas que acontecem e as pessoas que o rodeiam, isso é uma escolha pessoal. Seja muito feliz. Isso só depende de você!

Flávio Souza é Trainer Coach da Você Vencedor Soluções Empresariais, formador de coaches da International Coaching Community (ICC – Inglaterra), conferencista Internacional, especialista em Programação Neolinguística e referência em coaching executivo e de equipes no Brasil – Contatos: (19) 38981295 – flaviosouza@vocevencedor.com.br  – www.vocevencedor.com.br

http://www.mensagensmotivacionais.com.br/2014/01/somos-apenas-contadores-de-historias/#more-851

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