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Posts Tagged ‘auto ajuda’


Adianto que isso é uma opinião pessoal baseada na minha experiência somente. São sensações e atitudes que tenho ou que observo em outras pessoas .
Normalmente comigo acontece desta maneira:

. Tenho uma certa atitude.

. Me sinto idiota por agir daquela maneira , sei que deveria agir diferente ou penso que o certo serial fazer de outra forma.

. Me convenço que sou melhor que isso e que não é desta maneira que quero agir e minha postura tem que ser outra. Pronto sei que nao acontecerá de novo e acabarei com este ciclo vicioso.

. Faço tudo de novo e me sinto mais idiota ainda.

Ficou confuso?

Se eu pudesse resumir,  seria como se eu imaginasse como eu deveria agir ou como eu gostaria de agir em diversas situações . Seria como eu gostaria de ser, o meu ideal, mas acabo sempre agindo diferente do que gostaria.

Fico tentando fazer uma analise do porque ocorre isso, porque deste ciclo interminável e repetitivo, cheguei a algumas conclusões:

Dificuldade de sair da zona de conforto emocional e ser você, independente da opinião dos outros ou das consequências, que muitas vezes é maior na nossa cabeça do que na realidade.

Medo de aceitar que as incertezas fazem parte do crescimento e que se você nao ser a pessoa que gostaria será eternamente frustrado.

Acho que na vida em todos os aspectos, seja no lar, no trabalho ou em qualquer outro setor temos que encontrar nossa musica e canta-lá aos quatro ventos, pois preso vamos esquecendo de cantar e aos poucos vamos esquecendo da musica.

Achei um texto que reflete isso.

Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna? A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência.

Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia.

Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto.

O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar. Foi então que a menina descobriu que o canto do pássaro só existia porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir.

Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida.

O encanto alivia a existência! Aprisionado, ela o possuía, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!

Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto. Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.

Amar talvez seja isso: ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.

Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.

Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.

Há uma beleza escondida nas passagens. Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir.

Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria.

Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos.
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.

Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando… Uma redenção está sendo nutrida nessa hora…

Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história.

Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só para você. Ele só é encantado porque você não o possui.

E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o pássaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.

Padre Fábio de Melo”

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Ontem foi meu aniversário, nestas datas gosto de parar e fazer uma balanço do que está acontecendo na minha vida.

Eu e minha filha fazendo molecagem.

Gosto muito deste assunto, felicidade, ser feliz, fazer feliz.

Afinal o que é felicidade? Como sabemos se somos felizes?

Ao longo de nossa vida estamos sempre questionando isso, mas qual o parâmetro ou a medida/ escala que podemos medir? Posso arriscar dizer a vocês que felicidade é a capacidade do ser humano de primeiro gostar de si, se aceitar, se aprimorar, evoluir, se você não gostar de você e ser grato pelo que conquistou a sua vida sera eternamente uma busca pela ceboura a sua frente, intangível, totalmente contemplativa.

Para você gostar do que você é precisa entender suas necessidades, criar metas, e achar uma vida equilibrada e harmonica. Precisa não achar que o que os outros vivem ou o que a midia impõe é a verdadeira felicidade. Vejo muita gente assistindo novelas e achando que será feliz quando se encaixar naquele padrao sendo monstrado na TV. Bullshit! Besteira.

Minha dica: Ache uma maneira de estar em harmonia, cuide do seu lado espiritial, ore, reze, faça Yoga, meditação ou o que achar mais a sua cara. Cuide do seu corpo, tente ingerir coisas mais saudáveis e tente fazer exercícios. Pode ter certeza que tudo a sua volta irar ficar mais colorido e mais simples. Diga não ao que não quer e diga sim ao que realmente te interessa.

Achei um texto bacana falando sobre este assunto.

“Temos que reconhecer a silenciosa felicidade a nossa volta, ser gratos à vida e por tudo que temos…

Viver em vida…

Certa vez, no último ano do ensino médio, minha professora de literatura, propôs um trabalho interessante. Sua proposta baseava-se em escrever um pequeno texto sobre que o que seria morrer lentamente, porém, logo de cara, quase que instantaneamente, o seguinte pensamento me veio à mente, antes de morrer, qual seria a definição de viver?.

Sem dúvida alguma, o conceito dessa palavra varia de pessoa para pessoa, de vida para vida, mas para mim viver é no seu sentido literal, usufruir das coisas da vida, sejam elas para nossa alegria ou aprendizado, até porque o aprendizado se constrói a cada passo seja ele em direção ao certo ou errado.

Na vida existem muitas coisas boas como a família, os amigos, a natureza e os frutos dessas relações.

A vida nos proporciona o conhecimento, a oportunidade de crescimento intelectual e físico, oferece também as artes que muito nos ajudam a montar o grande quebra cabeça que é a vida.

Mas para desfrutarmos dessas dádivas, temos que ter o básico de uma vida equilibrada, é preciso uma boa educação, a certeza que teremos alimento, agasalho, um teto e carinho acompanhamento familiar. O certo é que se não tivermos o básico estaremos sempre mendigando uma medíocre sobrevivência. Esses fatores talvez sejam os causadores de tanta desigualdade.

Os valores de nossa sociedade, infelizmente, seguem o conceito de que nossa felicidade está ligada a nossa capacidade de consumo, portanto se não tenho condições de comprar o mais caro e dito “melhor”, não sou feliz. Sendo assim tenho de sacrificar meu tempo de vida em busca de algo que me possibilite ter uma maior capacidade de consumo para que possa alcançar assim a dita felicidade.

A questão é que nessa busca perdemos um tempo que jamais voltará, e enquanto estivermos condicionados a esta ideia consumista, não estaremos vivendo, mas sim sobrevivendo.

Almejar uma vida melhor e confortável é um desejo nobre e deveria ser o desejo de todas as pessoas.

Porém, temos que saber reconhecer a silenciosa felicidade a nossa volta, se não formos gratos pelo que temos até então, tampouco seremos pelo que ainda vamos obter.

Por esses e outros motivos viver para mim é olhar mundo como ele realmente é, ao mesmo tempo ver além do físico, é explorar novos mundos novas culturas, e isso só o conhecimento e uma boa vivência, uma visão aberta e receptiva em relação à vida nos proporciona.

Portanto, deixar de viver vem a ser o oposto de tudo que acabo de dissertar, seria viver uma vida sem propósito, uma vida irresponsável, sem nortes, talvez apenas sonhos inalcançáveis… resumindo viver por viver.

A frase da grande escritora Martha Medeiros exemplifica meu pensamento a respeito do tema:”Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música e quem não acha graça de si mesmo”.

Essa frase, sem dúvida alguma, fala por si própria, e em resumo, a vida é um eterno bate volta, por isso saibamos aproveitar sabiamente seus dotes e simultaneamente lidar com suas situações inesperadas, para que assim a resposta, o retorno seja motivo de alegria e gratidão.

Que em cada sorriso, em cada expressão, possamos transmitir mais amor e vida para que assim possamos revolucionar nosso mundo e, consequentemente, o mundo de outras, e por fim, todas as pessoas.”

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Quem nunca ouviu : “Se você não  gostar de você, porque os outros gostarão?”

Estou aqui a esta hora da manhã divagando sobre um texto que vou compartilhar com vocês.

Levei meus filhos ao colégio e aproveitei para tomar um café com ovos cozidos, sim pois cheguei no meu limite de peso, 3 dígitos , dieta rápida da proteina e nada de refrigerante ou pão a partir de agora.

Mas voltando ao assunto, gostaria de tentar ajudar quem passou ou passa pelo que vivi nestes ultimos anos.

Eu tenho um problema sério que por comodidade, afim de evitar conflitos ou até  mesmo algum medo, eu repito um ciclo vicioso que não faz bem, eu me apago como pessoa, meus sonhos, meus gostos, meus desejos, eu acabou colocando em segundo plano e passo a viver no automático, sabe como é? Você nem pensa, apenaa age , mas isso tem consequências.

Quando nem percebeu você ja não é mais você, na verdade,  nem sabe quem é você, irritado, de mal humor, vive cansado, não se arruma mais, briga com todo mundo, vive reclamando e a vida não é mais tão colorida, é como se você estivesse em um  rio sendo levado pela correnteza aguardando a queda de agua final.

Mas a boa noticia é : As vezes boiar e deixar a correnteza nos levar é bom para recuperar nosso folego, mas nesta vida temos que nadar para onde queremos ir.

Meu conselho?

Primeiro olhe para você no espelho e veja o que não lhe agrada, são as roupas? O cabelo? Rápido resolva isso, va no salão, no shopping dê um trato, isso irá acender uma fagulha em você, é o primeiro passo que fará com que você veja que o caminho a ser traçado é outro, um caminho mais leve, sem culpas, sem tanta dor de cabeça.

Segundo passo, qual a rotina que você precisa ter por conta dos seus compromissos com a familia e o seu trabalho? E o que você gostaria de encaixar para se agradar? Academia? Caminhada? Leitura? Almoços diferentes? Progame sua agenda mesclando o seus deveres e os seus direitos, mas ouça bem, dane-se neste momento o que os outros vão falar pois você esta pegando as redeas da sua vida de volta.

E terceiro passo, seja você e não deixe os outros dizerem quem é você ou como deve agir, pois deve agir de uma maneira que deixe você feliz no final do dia, não quer dizer que você não irar fazer besteiras, que não irá tomar decisões erradas, mas quer dizer que você fara isso tudo sendo VOCÊ e fara isso porque você quis e não por imposição de alguém.

Afinal você precisar gostar de você e de suas atitudes em primeiro lugar, do contrário nunca será feliz.

De uma.olhada neste texto que achei.

“Não se parta em pedaços apenas para completar os outros!

Muitos de nós levam o altruísmo ao extremo e se partem em pedaços para tornar, aqueles ao nosso redor, inteiros.

Queremos satisfazer suas necessidades e tomamos a responsabilidade por sua felicidade para nós mesmos.

É claro que é uma missão nobre e nos ensina muito sobre o que realmente é o amor, doar sem esperar nada em troca. No entanto, quando vivemos um padrão de apenas nos doarmos, sem nunca receber nada em troca, podemos acabar prejudicados emocionalmente.

Aquelas pessoas que têm o hábito de se doar por inteiro e em excesso geralmente o fazem sem perceber. No entanto, quando as feridas em seu coração atingem um ponto crítico, acabam se conscientizando das consequências de uma vida vivida apenas para outro, sem considerar a si mesmas em seu plano de felicidade.

Abaixo está uma lista de comportamentos que representam, na prática, o que é se despedaçar por outros:

  • Colocar os desejos de nossos amados na frente dos nossos sempre. Fazer isso uma ou duas vezes é natural, até mesmo ideal para o bem de um relacionamento, todos temos que ceder em algum momento. O problema começa quando essa se torna uma ação frequente e a pessoa acostuma e sente que sempre será prioridade.
  • Ceder à manipulações e ameaças de pessoas próximas e todos os dias ajudá-las em tarefas e responsabilidades.
  • Mantermos amizades egoístas e tóxicas, nas quais o único interesse da outra pessoa é falar sobre sua própria vida, nunca dedicando tempo para entender mais sobre nós.
  • Adiar nossos sonhos ou planos de vida em favor dos de outra pessoa.

Pode ser difícil lidar com esse padrão de comportamento, porque é difícil nos convencermos de cuidar apenas de nós mesmos e deixar que cada um se responsabilize pela própria vida. Por esse motivo, o equilíbrio deve ser prioridade e você deve conservar apenas relacionamentos nos quais existe reciprocidade.


As feridas causadas pela falta de reciprocidade

Os nosso relacionamentos interpessoais nada mais são do que interações saudáveis, nas quais ambas as partes têm liberdade para expressarem suas opiniões, desejos e sentimentos. Qualquer relação baseada nas vontades de apenas uma pessoa não são satisfatórias e sempre acabam em dor e sofrimento. Todos precisamos ser reconhecidos como importantes, valiosos e essenciais. O desejo de reciprocidade não é egoísta, é fundamental.


A verdadeira reciprocidade…

  • É poder recusar algum convite por estar cansado, ocupado ou desanimado, sem sentir culpa, porque sabemos que a outra pessoa entenderá e não julgará, porque entende que temos nossas próprias necessidades e direitos.
  • É saber que desistir de si mesmo leva à frustração e infelicidade, e esforçar para manter um equilíbrio entre sua vida pessoal e relacionamentos.

Para estarmos bem e oferecermos nosso melhor, primeiro precisamos estar bem com nós mesmos, e esse bem-estar vem através do reconhecimento, respeito e consideração. Exigir isso não é egoísmo, mas um ato de amor-próprio.”

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Às vezes mudamos tanto para agradar aos outros que, um belo dia, sentimos falta de nós mesmos…

Às vezes mudamos tanto para agradar aos os outros, que em uma noite qualquer, acabamos sentindo falta de nós mesmos… 

E lá vêm aqueles questionamentos mais íntimos e secretos que só somos capazes de falar trancados no nosso quarto ou em frente ao espelho do banheiro.

Aí questionamos tudo, cores, músicas, sonhos, atitudes e mil gritos contidos na garganta vem à tona…  daqueles  só conseguimos colocar para fora  criando um oceano de lágrimas ou com versos e prosas que deixamos escondidos em nossos diários secretos, em enigmas ocultos em nosso subconsciente, que tentamos o tempo todo brigar com as verdades que deixamos passar despercebidas.

Para não criar guerras extras, elas se tornaram guerras internas, as quais você não consegue determinar, onde começou o furacão e muito menos onde vai parar…

Quero  fazer a você um pedido; não se contente em ser brisa se nasceu para ser furacão! Não bata de frente consigo, isso é prejudicial à sua saúde e ao seu amor-próprio. 

Se estiver jogando e não achar que tem as cartas certas para vencer, não se sinta intimidado (a) com isso, vire a mesa de jogo, siga seu caminho você não é obrigado a vencer sempre.

Se não consegue nadar no mar de emoções, crie um maremoto e se permita chegar à beira da praia, sem se importar com o estrago feito. Quem estiver do seu lado tem que ser bom marinheiro, para lhe seguir e não se afogar.

Faça algo que lhe pareça estranho e medonho todos os dias, isso vai tirar você da sua zona de conforto.

Desafie a si mesmo a ser cada dia melhor em tudo que lhe traz euforia e felicidade, grite consigo pelo menos duas vezes ao dia,  pode um: “É isso menina parabéns!” Ou uma bronca tipo: “De novo? Vai repetir esse erro?”

Peça a si  explicações de alguns dos seus atos, repita em voz alta o que lhe falta, o que lhe dói, o que você  deixou de fazer. Pergunte a si mesma se está cuidando da sua aparência, faça  a si mesma mil críticas e elogios, mas não se permita desistir de algo que o(a)faça sorrir.

Não há nada mais cruel do que se deixar esquecer, perder-se ou se anular ao ponto de um dia acordar, no meio de linda manhã de domingo e precisar voltar para cama e para seus sonhos, pois a realidade do mundo aqui fora, já não lhe parece tão desafiante.

Não esqueça o quanto o mundo precisa da sua diferença, da sua eloquência, sua insanidade, daquela liberdade de escolha, que o(a) faz ser em bilhões de outras  pessoas, uma nova e melhor versão de si mesmo(a) faz o som sua respiração ofegar ou suspirar, a doce sensação de pode salvar o dia daqueles,que só precisam de um sorriso seu para ter a certeza de dever cumprindo, pois você espalhou alegria e felicidade ao mundo.

E fazendo isso, seu mundo de fora se une ao de dentro, formando uma identidade que é lhe  íntima e particular, pois você é única pessoa capaz de se entender, a única a quem pertence e ficará consigo mesmo em todos os momentos do seu viver.

Você pode ser única e permanente para o que é agora e para  o quiser ser no  seu futuro. O tempo que você dá ou recebe de alguém é você quem determina, pois a vida é ação com infinitas modificações constantes… ou você está indo ou você está vindo de algum lugar e aqueles que cruzam nosso caminho, só devem observar a nossa chegada e partida de suas vidas.

O tempo disso é determinado por ações, atenções e sentimentos. Então, para que mudar tanto ao ponto de ser perder, se não ficamos no mesmo lugar para sempre?

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Recebi  da minha sogra este texto e resolvi compartilhar. Vale uma lida.
Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..
Se não quiser adoecer – “Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “Busque soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer – “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella

http://www.resilienciamag.com/se-nao-quiser-adoecer-fale-de-seus-sentimentos/

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Estava inspirado a escrever algo bacana, mas antes sempre entro neste site para dar uma olhada nas novidades para compartilhar com vocês ou para me inspirar, desta vez fui surpreendido novamente e ao invés de escrever um texto meu resolvi trazer para vocês um texto maravilhoso.

Quantas vezes ficamos com raiva das atitudes de algumas pessoas e quantas admiramos e nos espelhamos? Existem diversas análises para este tipo de comportamento e aqui é retrato uma delas. Espero que gostem

Segue abaixo o link do site para quem quiser dar uma olhada. http://www.vocevencedor.com.br

“Quem são as pessoas que você mais admira no mundo?
O que você mais admira? E quais as qualidade lhe chama mais atenção?
Quem são as pessoas que você mais critica? E qual comportamento lhe chama mais atenção?

Para responder as perguntas acima, você usou seu referencial interno, pessoal com seus próprios critérios e avaliações. Na verdade, você esta projetando no outro o que você sente, acredita, pensa, mesmo que não se comporte dessa forma.
Talvez, ao olhar pras pessoas que admira, você se sinta bem, pois sente o que enxerga nelas, mesmo que ainda não esteja vivendo isso. Talvez quando não se sinta bem em olhar para as pessoas que critica, seja por que estas pessoas estão recordando um sentimento que já existe dentro de você e que lhe incomoda.

Todo ser humano quando criança passa por um período em que ainda não compreende que faz parte de uma sociedade, imagina que todo mundo gira em torno dela mesma, levando-a um estado de espirito egocêntrico, e que pode persistir até a idade adulta. Nesse estado, a pessoa usa suas próprias referencias internas (o que pensa, sente, e acredita) como referencia básica, representar, interpretar e entender as pessoas que a cercam.
Este é o efeito espelho, onde o mundo externo reflete através da sua própria interpretação, aquilo que já existe dentro de você. Assim, você pode aprender muito sobre si mesmo quando olha para os outros, afinal o outro é seu espelho, ou seja, é você mesmo.

Portanto, quando você julga as outras positiva ou negativamente, você esta medindo as atitudes como se fosse suas.
É importante distinguir o egocentrismo do egoísmo, por que este é um sentimento.
Que só se preocupa com o próprio interesse, no entanto o egocentrismo exagerado poderá levar ao egoísmo.

O efeito espelho é uma maneira muito útil de aprendizado quando se traz isso para a consciência. Pois, sabendo que cada um aponta nos outros aquilo que existe primeiro em si, isso oferece a todos a oportunidade de ser mais compreensível e tolerante com os outros.
Também permite que a pessoa se autovalorize diante do que vê de bom no outro. Afinal, isso existe em você primeiro. Assim valorize as qualidades dos outros e as suas próprias, aceite e compreenda os erros e faltas e aprenda com isso. Esta é uma grande oportunidade de crescimento. Seja Feliz!”

Flávio Souza é Trainer Coach da Você Vencedor Soluções Empresariais, formador de coaches da International Coaching Community (ICC – Inglaterra), conferencista Internacional, especialista em Programação Neurolinguística e referência em coaching executivo e de equipes no Brasil – Contatos: (19) 38981295 flaviosouza@vocevencedor.com.br –

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 Muitas pessoas são dotadas de razão, muito poucas de bom senso.

(Gustave Le Bon)

 

No caminho para casa, eu querendo dar uma descansada, dei o azar, ou a sorte, de pegar um taxista que adorava conversar, perguntou o que eu fazia, quem eu era, se era casado, se tinha filho, só não perguntou o cep da minha casa. De tanto olhar para trás enquanto conversávamos, eu já estava ficando nervoso, já estava fazendo um filme na minha cabeça , com uma capotagem de carro, uma batida no poste e adivinhem? Não deu outra ele passou no sinal vermelho e quase  batemos em outro carro.

Ele parou o carro e queria ir discutir com o outro motorista, eu o impedi e avisei a ele que estávamos todos bens e que ir brigar com o outro cara não ia levar a nada. Ele achava que havia passado no sinal amarelo e o outro motorista provavelmente achava que também estava certo, de que adiantaria ir la argumentar ou brigar? Eu segurei o braço do simpático taxista e perguntei a ele: Você quer ser feliz ou ter razão? Ele olhou para mim sem entender nada. Como é? Parece que eu o deixei intrigado, ele entrou novamente no carro e começou a perguntar sobre o que eu estava falando.

Eu expliquei a ele, que como não havia acontecido nada conosco, nem com o outro motorista, não adiantava ir discutir com a outra pessoa para provar quem estava com a razão, poderia até piorar a situação e independente de quem estivesse certo, não ia fazer diferença,  devíamos era agradecer a sorte de estarmos bem, seguir em frente e ser feliz. Ele continuou sem entender e pediu para que eu explicasse melhor, e la fui eu novamente.

Uma coisa que conversos muito com amigos e a minha esposa, tanto no bar como na cozinha, é se nosso objetivo na vida é ser feliz ou ter razão, se vivemos para provar nosso ponto de vista ou para sermos felizes. Você quer ter razão ou ser feliz?

Já falamos diversas vezes sobre relacionamentos, seja no relacionamento com nossa família, seja no âmbito profissional ou até mesmo nas coisas corriqueiras do dia a dia.

As vezes conversos com amigos sobre a minha postura frente aos relacionamentos, como faço para tentar minimizar atritos e manter uma harmonia no dia a dia, por mais difícil que seja, eu acredito que o principal é criar o habito, condicionar nossa primeira resposta, sabe aquele conselho que vovó sempre deu? Nunca faça as coisas de cabeça quente? Exatamente a mesma estrada, mesma linha de raciocínio.

Quando eu cito ser feliz ou ter razão, eu quero que você pare para pensar quais batalhas você quer entrar e quais valem a pena provar que a outra pessoa estava errada ou que você que estava certo. Meu pensamento é: Você deve perder algumas batalhas para ganhar a guerra, que é ser feliz.

Começarei com um exemplo bobo mas que reflete bem o que tento passar:

Um casal resolveu jantar num restaurante novo e fizeram uma reserva, nãjjjvvvhvvo podia haver atrasado pois existia o risco de perderem a reserva.

A esposa se atrasou um pouco na hora de se arrumar e acabaram já saindo atrasado. Já

Próximo ao local, o marido avisou que estavam quase chegando, que na proxima rua ja sairiam ao lado do restaurante, a mulher por sua vez, alegou que tinha certeza que nao era aquela rua, que deveria entrar na segunda rua, pois ela conhecia muito bem a região.

Por mais que o marido tentasse explicar que a outra rua era contramão e teriam que dar uma volta maior, ele acatou as explicações da esposa e tentou a rua seguinte, mesmo tendo certeza do que estava falando.

Neste momento ele poderia ter feito o caminho que ele conhecia e mostrar a ela que estava certo. O que aconteceu? A rua era contramão e eles deram uma volta maior quase perdendo a reserva.

Aqui entra o ponto que quero chegar, o marido poderia ter entrado em ” guerra” com a esposa, e provar que ele sabia o caminho e ela estava errada, isso iria já gerar uma chateação, ou ia acabar o jantar, ou o jantar seria chato com um clima de briga.

O marido decidiu nao argumentar , se chegassem atrasado e perdessem a reserva, paciência, iriam a outro lugar, o importante era a diversão da noite, ele nao precisava provar a esposa que ele estava certo.

No fundo ela já sabia que estava errada, e pelo fato de ele nao ter entrado nesta batalha o jantar se desenrolou da melhor forma e a noite foi um sucesso.

Este caso parece bobo, mas dele podemos ampliar para diversas situações. Acredito que se as pessoas começarem a refletir, se vale a pena ou não, tentar mostrar que o outro está errado, muitos desentendimentos podem ser evitados. Nem sempre a própria situacao mostra quem estava certo, no caso acima nenhum dos dois precisou falar nada para mostrar quem estava certo, pois o caminho da esposa era mais longo, foi óbvio, portanto ela sabia que estava errada. Em muitas situações isto não ficara tão,obvio e ira gerar mais desgaste ainda.

Em muitos momentos da nossa vida iremos encontrar situações que sabemos estar corretos, mas será que vale a pena provar isso para a outra pessoa? O que você realmente irá ganhar com isso?

No âmbito profissional então, vale a pena em alguma situações provar que seu chefe esta errado? Qual a vantagem nisso? Muitas vezes nenhuma, você só garantirá que seu próximo contra cheque será o ultimo, ou aquela promoção nao aconteça, pois pode passar a imagem de arrogante, de sabe tudo.

Eu já me vi em varias situações que se tivesse agido de maneira mais sábia teria evitado brigas bobas, não teria estragado jantares ou viagens maravilhosas, da mesma maneira que já tive jantares e viagens ótimas por evitar algumas ” batalhas”.

EU QUERO SER FELIZ e nao ter razão, e você?

Neste momento o taxista me respondeu todo alegre: Quero ser feliz, ser feliz!

Estavamos já chegando em casa, me diverti muito com aquela figura. Ele saiu fazendo sinal e sumiu no final da rua.

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