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Archive for the ‘Livros’ Category

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Dica de Livro
THE CELESTINE PROPHECY A Profecia Celestina
AUTOR JAMES REDFIELD ED.OBJETIVA
Prefácio: Paulo Coelho

Ja li este livro uma duzia de vezes, eles possui continuações e é de leitura bem rapida. A história se passa no Peru quando um antigo manuscrito é encontrado nas florestas peruanas, contendo nove visões que a humanidade precisa conhecer. Este é o ponto de partida, um romance cheio de ação onde o leitor é convidado para participar de uma saga em busca da verdade espiritual.
Você pode ler este livro de duas maneiras, a primeira encarando como um romance/ ficção ou a segunda, de maneira menos cética e tentar entender realmente cada visão, encarando como um livro de auto ajuda.

Já indiquei este livro as pessoas que encararam das duas maneiras e ambas gostaram dentro do que se proporam, portanto é diversão garantida.

Eu particularmente levei mais para o lado espiritual e atestei varias realidades do livro em minha vida. Acredito muito no poder da energia, nos complexos e na maneira de agir das pessoas baseado na busca de energia. Acredito também que devemos sempre buscar nossas forcas ou energias no mundo a nossa volta e não ” vampirizando” pessoas ao nosso redor.

Este livro trato com muito carinho, esta na minha cabeceira. Tomara que curtam. Se gostou das dicas, comente, siga no twitter para saber sempres das novidades.

 

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Não leve a vida tão a sério

Hugh Prather

Esta é a primeira vez que indico um livro ou autor, já li diversos titulos desta editora e deste autor e gostei muito.

Tentarei pelo menos uma vez por semana colocar uma dica por aqui de livros que gostei, a maioria trata dos problemas do dia a dia, seja como lidar com os filhos, no trabalho, com nossos empregados ou até mesmo para colocarmos a cabeça em ordem.

Sempre recorri a leitura para tentar buscar um eixo, um equilibrio em meus pensamentos e atitudes. Acredito que nós devemos sempre ter a capacidade de se automotivar, não depender de terceiros para nos tornanrmos pessoas com valores e sermos felizes com as nossas idéias.

Bom, este livro se tornou um livro de cabeceira, eu não acho que escolho os livros que leio, acho que eles me encontram. Neste caso, estava meio aborrecido com o dia que estava tendo e resolvi parar e tomar uma café em uma livraria no Barra Shopping, Rio de Janeiro chamada Fnac, ao chegar tinha uma mesa ao lado da cafeteria com diversos lançamentos, mas este, acho que devido ao título me chamou atenção. Dei uma folheada e vi que não era o único que entrava em “parafusos” e precisava de um tempo para relaxar e colocar a vida no eixo.

No livro comecei a encontrar exemplos práticos que demonstram que sempre temos 2 opções, ficar estressado ou relaxar e tirar proveito do que esta acontecendo. Se você procura uma leitura dinâmica, um livro pequeno, mas que mostra como podemos encarar de maneira diferente as pequenas coisas em nossa vida, vale a Dica.

Tomara que você goste, eu adorei e estou sempre relendo e indicando.

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Poder da paciência, O

M. J. Ryan

Bom, esta é minha segunda dica de leitura e também faz parte da minha coleção de cabeceira. Mais uma vez o livro me achou.

Antes de falr um pouco do livro gostaria de escrever um puco sobre nosso dia a dia.

Acordamos pela manhã normalmente ja correndo, não temos tempo para um café descente, pegamos o carro e verificamos que esta sem gasolina, mas não temos tempo para colocar.

O trânsito para variar e como em todas as capitais do mundo esta caótico, tentamos mudar de pista impacientes mas parece que a nossa fila sempre é a que menos anda.

No rádio só notícias de roubos e favorecimentos no governo para A ou para B, mortes, violência, conflitos, sequestros e eventualmente uma noticia boa ou razoável. Começamos a ficar nervosos e sem paciência, pois o transito não anda e os problemas começam a surgir no celular Enquanto isso é um veículo cortando o outro e buzinando sem parar impacientes e tentando levar vantagem nestas manobras perigosas e irracionais.

Chegando no trabalho, fila no elevador, ja atrasados não temos tempo nem para dar bom dia, pois ja temos reuniões, telefonemas e problemas pela frente.

No almoço, corremos para um lanche ou almoço no buffet, mas de maneira rápida, afinal não temos tempo para o almoço. No restaurante esperamos impacientes a nossa vez de se servir, depois, nova fila para pagar. Correndo no banco para sacar um dinheiro, la estamos nós reclamando da demora do cliente a nossa frente.

Acho que só de ler ja estou cansado de tanta falta de paciência. Você deve estar impaciente para saber do que se trata o livro.

O livro fala sobre a falta de paciência com as pequenas coisas da vida. Ele mostra que sempre temos a opção de aceitar as coisas do jeito que são e que só depende de nós termos um dia produtivo e saudável. Ele mostra como encarar as filas, o transito, as situações do dia a dia de maneira paciente e produtiva, com exemplos e situações reais.

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Viagem de Metro

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​Mais cedo fui andar de metro na hora do ” Rush”, não foi passeio, na verdade tinha que ir ao dentista e a maneira mais rápida é o metro. A vantagem do metro, além da rapidez, ele não atrasa. A única diferença , é a forma que você ira viajar, esmagado ou não. O metro não atrasa, o que acontece, é a duvida, se você conseguirá entrar no vagão ou não.

​Jurava que andar de metro era uma coisa fácil, eu não andava de metro há uns 5 anos, mas não lembrava que era esta selva. Vou contar para vocês tudo que pode acontecer em 1 hora dentro do metro do Rio de Janeiro.

​Cheguei na entrada do metro as 18 horas. Imaginei que não deveria ter tanto movimento pois ia no sentido contrario ao centro , provavelmente as pessoas estavam vindo do centro da cidade. Engano meu, as pessoas na sua grande maioria estavam indo para o centro, para de lá pegar outro meio de transporte. As pessoas que vinham para Zona Sul utilizam seus próprios carros. Dancei, aquela pequena viagem prometia.

​Para chegar as plataformas do metro, devem ter uns 2 quilômetros, peguei 2 escadas rolante, 2 esteiras rolante e mais uns 200 metros de caminhada, você já chega cansado.

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​Ao chegar na bilheteria, lembrei que possuía um cartão de metro com credito, só esqueci que já tiveram uns 4 aumentos desde minha ultima utilização , achei melhor não fazer vergonha e comprar de novo. Com 2 bilhetes na mão me encaminhei para a catraca e avistei 3 tipos, uma com um leitor, outra com um buraco menor na frente dela e outra sem nada. Para não fazer feio e perceberem que eu parecia um estrangeiro na própria cidade, fui na que possuía um leitor, passei diversas vezes meu cartão em um sensor localizado em cima da maquina e nada, neste instante já tinha umas sete pessoas me aguardando, comecei a ficar meio tenso e sai da maquina justificando: ” acabou o credito, acabou o credito”.

​Já afastado da maquina, aguardei o pessoal que estava me esperando passar e me dirigi a segunda maquina, mas foi uma idiotice minha, pois o buraco desta maquina era infinitamente menor que o cartão em minha mão.

​Já vermelho de vergonha e fingindo ser um estrangeiro, me dirigi a terceira e ultima maquina, fiquei um pouco distante dela aguardando alguém usa- lá, pois eu não havia avistado o lugar do cartão e não ia ficar passando a mão na maquina para acha-lo. Vieram na minha direção 2 italianos com o bilhete na mão, já imaginei – ” estes irão passar vergonha”-, que nada, foram direto para um buraco escondido na lateral da roleta e passaram direto. Pronto a vergonha foi completa e para piorar reparei que tinha um segurança do metro, que já devia estar me observando a muito tempo, que ria descaradamente, só parou quando olhei de cara feita.

​Pronto, já na plataforma, ainda dentro do horário, me dirigi para a marcação pintada no chão que mostrava onde as pessoas embarcavam. Reparei que estava meio vazio onde eu estava e só tinha mulheres, olhei para a marcação no chão novamente e vi que era rosa, olhando mais atentamente vi que estava escrito meio apagado ” Vagão para Mulheres”, nossa, eu já ia passar vergonha novamente. Sai de fininho e me dirigi a outro ponto de embarque que a esta altura já tinha umas 20 pessoas para entrar, mas nada preocupante ainda.

​Já em posição de embarque, enquanto aguardava o metro, acabei me perdendo nos meus pensamentos e rindo sozinho, pois havia comprado uma tampa de vazo sanitário e quase a trago comigo, achando que o metro estava vazio, imaginou pagando mico no metro e ainda com uma tampa de privada bege na mão? Voltei a realidade quando ouvi aquela buzina e as luzes do metro se aproximando.

Quando o metro parou e as portas se abriram as pessoas correram para dentro, eu não entendi o porque, pois tinha lugar para todo mundo, mas observando para onde elas correram entendi que era uma estratégia, pelo que estava por vir. Observando os pontos estratégicos que as pessoas estavam , já me posicionei na lateral esquerda do vagão, ao lado da porta, como diria meu sogro – em posição de fuga. Depois fui descobrir que estava no pior lugar possível.

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​Todos posicionados no vagão, em posição de fuga, embora ainda relativamente vazio, aguardávamos a próxima estação, o clima tenso no ar me lembrava os filmes de guerra, quando os soldados ficavam de patrulha aguardando o inimigo. De repente veio a voz do maquinista avisando a próxima estação, foi a visão do inferno, entendi a logística das posições escolhidas pelas pessoas, só não sabia ainda como estava mal posicionado.

​Eu só sabia que era a próxima estação pelo aviso, pois eu não conseguia ver a estação, tinha tanta gente amontoada ali, só pensei com meus botões , não vai caber e ainda faltam 5 estações. Quando abriu a porta, todos os espaços vazios foram preenchidos em segundos, a temperatura do vagão subiu de 19 para 32 graus. Nas estações seguintes só entravam os magros, pois saiam 50 pessoas e tentavam entrar 200.

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Nesta altura descobri como era ruim meu lugar, pois de cada 100 pessoas que entravam, eu era empurrado para mais longe da porta e pior, percebi que a porta de desembarque era do lado oposto onde eu estava, seria uma operação militar chegar lá a tempo até a próxima parada, que já era a minha.

Pior que eu , era uma mulher prensada ao meu lado, que era muito baixa, na altura do meu ombro, que alem de não enxergar nada, ficava colada com a cabeça nas axilas das pessoas mais altas a sua volta. Num certo momento, o vagão deu um tranco e ela ressabiada pediu para apoiar o braço ( curto) na parede do vagão, eu como perco o amigo mas não perco a piada brinquei – minha senhora do jeito que estamos prensados aqui, a senhora só cai se for por baixo. Pronto, ela não gostou da brincadeira que fiz para descontrair e fechou a cara. Como já estava chegando minha estação, já comecei o empurra, empurra, para chegar na porta oposta, estou falando de somente 4 metros de distancia. O estranho e inexplicável era que quanto mais eu tentava abrir passagem, mais gente aparecia.

​Resumindo, perdi minha estação, quase perdi a seguinte também. Tive que dar a volta e pegar o metro do outro lado até a estação correta.

​Bom, fica mais esta história, que apesar de cômica, é triste, pois eu passei por isso um dia, e a grande maioria da população vive isso todos os dias, seja no metro, nas barcas, nos trens ou nos ônibus, não esta certo, muito menos digno. Tenho esperanças que um dia a mãe, o pai ou os filhos destes governantes precisem usar o transporte publico e contem como esta precário.

​Ele se divertiu com a minha desgraça. Como ele já havia se lamentado e se divertido a minhas custas, era minha hora de começar as lamentações. Contei a ele as dificuldades que estava sentindo em relação a educação do meu filho em casa e no colégio. Ele como psicólogo iria entender minhas preocupações.

 

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Dor de ouvido

Aproveitando vai uma dica para os pais de primeira viagem.( Marcão fica a dica)

Dor de Ouvido

​Ainda na cozinha tomando café, após falar com a minha sogra, vi a moça que trabalha lá em casa resmungando algo e vi que ela estava preocupada. De tanto perguntar, ela me contou que sua neta não dormia a noite já tinha dias, só agora que ela estava novamente tomando antibiótico, aprecia estar melhorando. O problema é que vira e mexe ela tem otite.*

​Resolvi passar uma dica para ela que me ajudou muito pois meu filho, costuma costumava ficar resfriado e depois se recuperar, eventualmente ele sentia dor de ouvido, que acabava virando caso de infecção.

​Pesquisando, descobri que 40 % das criança com dor de ouvido, bebem mamadeira deitadas. Veja bem ,não é que todas que bebem deitada terão uma infecção de ouvido, mas estarão propensa a ter, porque o canal da criança é muito estreito nesta idade de 2 a 5 anos e acaba juntando secreção + resíduo no canal, desenvolvendo bactérias.

​Mas afinal o que é Otite? A otite média aguda é uma infecção no ouvido médio causada por um germe (bactéria). É muito comum nas crianças. O ouvido é dividido em 3 partes: externo, médio e interno. O ouvido médio é uma cavidade com ar localizada entre o tímpano e o ouvido interno. A tuba auditiva (trompa de Eustáquio), um canal de comunicação entre ouvido médio e nariz, tem a função de ventilação e limpeza.

​Quando viramos pais, temos que virar especialistas em tudo, mas esta dica fiz questão de contar pois nunca mais meu filho teve infecção de ouvido.

​A senhora la de casa saiu saltitante para ligar para a filha e proibi-la de dar mamadeira deitada.

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Depois de um almoço e uma coca-cola estupidamente gelada,

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Fui a livraria ver se achava o livro da Bel Pesce, uma menina de 28 anos, sócia de uma startup que recebeu investimento de 8 milhões, ela trabalhou na Google, na Microsoft e estudou no MIT. Fica a dica.

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A gravidez

“Um bebê expressa a opinião de Deus de que a vida deve continuar.”(Carl Sandburg)

Acho que chegou a pizza, puxa uma cadeira ali, acho que já veio cortada “a francesa”, pode se servir.

Pois bem, estava te contando sobre minha viagem, foi muito bom, mas engraçado mesmo foi a gravidez e o dia do nascimento dos meus filhos, passei um sufoco! Tem certeza que quer saber?

Após dois meses de namoro, noivado, ou seja lá como podíamos chamar nosso relacionamento, pois era tão intenso que nem paramos para definir um rótulo para ele, descobrimos que ela estava grávida. E para contar para meu sogro? Foi um suplício, na minha cabeça só vinham imagens das espadas, bazucas e armas,ficava imaginando qual ele usaria para me mandar embora.

Acabou sendo tudo melhor que eu imaginava, nossos pais nos acolheram depois de algumas quedas de braços, tabus vencidos e longos sermões.

Ao passar a euforia inicial começaram as dúvidas, mas entre elas a do bem estar da minha esposa e do bebê foram as que tomaram conta da minha cabeça. A primeira providência foi marcar a consulta da minha esposa e começar as pesquisas na internet sobre o assunto (gravidez). Encontrei diversos sites falando sobre formação do feto e a importância da alimentação durante a gravidez. Dentro das informações que selecionei a que mais nos ajudou, foi que a grávida precisa tomar ACIDO FOLICO, pois ajuda na formação do bebê nos primeiros meses. Montei um estoque.

Após a consulta e alguns exames descobrimos que minha esposa possuía útero bicorno, isso mesmo este nome ridículo e engraçado nada mais é que uma formação do útero diferente, em formato de “dois chifres”, em vez de parecer uma pera de cabeça para baixo, o útero parece mais um coração, com um recorte na parte superior central.

O bebê fica com menos espaço para crescer do que num útero normal além de a placenta ter menos chance de se estabelecer podendo descolar e causar um aborto.

Já viu, este negócio de bicorno me apavorou, pois trabalhando distante e ela sozinha na casa da mãe, como ficariam? De qualquer maneira ela começou a tomar o tal de ácido fólico, muito liquido e alimentação mais rígida, sem fritura, ou tanto doce e assistindo TV ou lendo o dia inteiro.

Quando minha esposa atingiu três meses de gravidez e meu filhote começou a crescer, a placenta começou a descolar devido ao tal do bicorno. Corremos no medico, ela precisava de repouso e precisava ficar com as pernas para cima.

Nos primeiros dias ela ficou em repouso, depois disso começou a andar mais, levantar, andar e cozinhar, a consequência disso foi uma recaída.

A solução era alguém ficar com ela, mas com quem? Só tinha uma opção, eu! Abandonei o trabalho sem pestanejar e mudei de mala e cuia para minha sogra e lá fiquei até ela completar seis meses e sair da gravidez de risco

Após este período já estava empregado novamente e a gravidez já estava seguindo seu curso normal.

Os três primeiros meses ela quase precisou andar com um “balde do vômito”, pois ela não podia sentir cheiro de nada que enjoava. Para passar o enjoo ela recorria ao gelo, isso mesmo, ela chupava pedra de gelo.

Estes enjoos são explicados por alguns ginecologistas:

”É muito comum sentir desconfortos no começo da gestação, principalmente enjoos fortes. E eles estão ligados ao hormônio HCG, que ajuda os ovários a produzir progesterona e estrógeno durante o primeiro trimestre. Segundo Edílson Ogeda, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Samaritano, cerca de 60% das mulheres sofrem de enjoos durante os nove meses.”

Da revista Crescer (http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer)

Agora o engraçado foram os desejos que ela tinha, era sorvete e aipim frito, era sorvete de goiaba e por ai vai, sem falar nos malditos sanduítos, que nada mais eram que aqueles sanduíches naturais vendidos em lojas de conveniência.

Estes desejos são explicados por especialistas, são muitos os motivos que geram a vontade por comidas estranhas. A maioria das vontades tem como causa, fatores hormonais. As alterações dos hormônios, que no início causam o enjoo podem desencadear os desejos esquisitos. Os hormônios prolactina e progesterona são os maiores responsáveis pela alteração do apetite e a mudança do ph da boca, levando a grávida a comer alimentos que antes não gostava, não mais comer suas comidas preferidas ou mesmo os alimentos com sabores estranhos. Que coisa doida! Tive que me transformar em um especialista.
Os verdadeiros especialistas relatam que: “… carências nutricionais levam o cérebro da gestante a procurar alimentos que contenham os nutrientes que possam estar em falta no organismo da mulher e que o bebê que está se formando pode precisar para seu pleno desenvolvimento. Por isso das misturas estranhas protagonizadas pelas gestantes”.

(http://guiadobebe.uol.com.br/desejos-alimentares- de-uma-mulher-gravida/)

O Nascimento

Juntamos as “tralhas” da maternidade (mala de plástico branca lotada de roupas de tricô, crochê, conjuntinhos, “pagãozinho”, fralda, chupeta, chinelo de pom pom, nécessaire), eram 5 da manhã e lá estávamos nós, indo para a maternidade em Laranjeiras, que fica ha 40 KM da minha casa , era o grande dia, mais uma etapa que ia ser iniciada.

Chegando lá nos acomodamos em um quarto bacana com sofá cama, TV, banheiro, tudo bem arrumado, mas sem muito luxo.

Aguardamos o Ginecologista e sua equipe para a preparação. Neste momento eu ainda não havia decidido se iria assistir o parto, pois sou medroso, sangue não é minha praia. A principio minha irmã iria acompanhar minha esposa, já que ela trabalha na área médica, podendo dar mais tranquilidade na hora do nascimento.

Quando chegou o anestesista, ele começou a explicar os tipos de anestesia. A anestesia peridural é feita no espaço peridural, ou seja, entre a duramater e aracnoide (estruturas que recobrem a medula), já a raque é feita no espaço raquidiano, já no fim da coluna. Não existe uma melhor que a outra, cada uma tem uma aplicação e só devem ser realizadas por anestesistas (os caras fazem seis anos de faculdade mais três anos de especialização). As duas são bastante seguras. A quantidade de anestésico não têm relação com o tipo de anestesia e sim o local onde o anestésico é injetado.

Neste momento minhas pernas fraquejaram, como eu era um covarde! A minha princesa ali, prestes a ser furada, enfrentando tudo como um homem e eu quase desmaiando na explicação. Eu tinha que tomar uma atitude! Eu vou entrar com você minha rainha! Eu disse em voz alta, parecia um doido, todos me olharam e ai sim começaram a ficar preocupados
Eles acharam que eu estava nervoso demais e poderia atrapalhar. Atrapalhar? Eu sou o pai, preciso estar ali!

Decidido então que eu entraria, me indicaram o local onde deveria ir para trocar de roupas, enquanto minha esposa esperava o efeito da anestesia.

Nesta hora, começaram os problemas.
Entrei em uma sala, com armários do tipo vestiário de basquete, só que com “uniformes de médicos”, tocas e máscaras. Achei estranho não ter ninguém para ajudar ou explicar como vestir aquele monte de roupas. O armário servia para deixar meus pertences e levar a chave, mas em que bolso? Aquela calça de capoeira tamanho GG, que mais parecia um saco de batata, não tinha bolsos. Alem disso, a calça era muito estranha, possuía um cordão que saia da costura, cujo tamanho era duas vezes a minha circunferência, acabei dando um nó.

Dei um jeito de prender a chave no cordão da calça, mas só Deus sabe como iria tirar aquela chave e a calça depois. A camisa foi à parte mais fácil, coloquei e pronto, mas e agora? Como faria com a toca e a máscara? A toca era só amarrar com um laço atrás da cabeça mas o meu nervosismo só permitiu um nó duplo de marinheiro.

Enquanto eu analisava como prender o ultimo item da minha vestimenta médica, entrou um senhor, que vendo minha dificuldade, se ofereceu para ajudar a amarrar a bendita mascara. Ele prendeu tão forte a cordinha da mascará que eu fiquei sufocado, mas como já estava atrasado, só estavam me esperando já, eu tive que sair assim mesmo.

Chegando à sala vi minha esposa paradinha, deitada com aquelas luzes e aquele pano azul na altura da sua barriga. Naquele estagio, sufocado com a máscara, a calça com duas voltas de cordão apertando a barriga e a chave me espetando, eu comecei a ter vertigens. Agarrei a mão da minha esposa, sentei a seu lado e disse: Amor estou aqui, fique tranquila! (Ela sem saber que eu estava quase desmaiando e precisava que ela me passasse segurança!).

Após aquele inicio, ao lado dela, mais calmo, entramos numa sintonia, parecia que Deus estava ali olhando por nós três. Tudo correu na perfeita normalidade, o silêncio só foi quebrado ao ouvirmos um choro, meu coração quase explodiu, começamos a chorar freneticamente, uma carga de emoção tinha atravessado todo nosso corpo. O médico veio ao nosso lado e nos mostrou a criança mais linda do mundo e naquele momento, um ciclo se fechava e outro se iniciava, por mais que as pessoas tentem descrever aquele momento, é impossível.

Quem ainda não é pai ou mãe precisa saber como é maravilhoso formar uma família.

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