Lugares e Pessoas

Leitura digital ou papel? E os jovens? Qual o futuro da leitura?

Vale uma conferida

A Vida como ela é ..... Simples assim!

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Será que a internet acabará com a leitura de livros? Ou melhor ainda , será que acabará a leitura ou substituirá a maneira de se ler?

Para analisar isso acho que posso separar em duas vertentes, os jovens, aqueles que nasceram com a internet a todo vapor, a geração ” face “, e do outro lado as pessoas que já liam livros e são da época do “PC XT AT MS DOS c:/format *.” ou antes, quando computador era para usar o editor de texto somente.

Não vou entrar em pesquisas e teorias para colocar meu ponto de vista, afinal o que mais temos são estudos e reportagens sobre os benefícios da leitura, sobre a tecnologia e com certeza feitas por pessoas com muito mais embasamento que eu, portanto pegarei o exemplo de casa, com minhas pequenas cobaias para desenvolver com vocês alguns pontos de vista.

Minha filha pequena…

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3 comentários em “Leitura digital ou papel? E os jovens? Qual o futuro da leitura?

  1. A Internet é algo muito novo ainda entre nós e na civilização como um todo, estamos todos aprendendo com esse fenômeno. Creio que não estamos devidamente preparados para responder como será amanhã ou num futuro mais distante, qual será o comportamento das pessoas sobre leitura virtual ou ainda no papel. O próprio dia-dia e a tendência é que, talvez , nos darão, um dia, as respostas. Pelo pouco e modesto conhecimento que tenho desse assunto, só posso dizer uma coisa: qualquer resposta ou prognóstico que venhamos a fazer agora sobre o que irá acontecer com a Internet nos próximos dias/meses/ anos, seria temerário e um verdadeiro tiro no escuro, ninguém mas, ninguém mesmo, acertaria esta previsão. Cá entre nós, no Brasil, a Internet data, mais ou menos, do início ou meados da década de 1980 e, de lá para cá, as coisas mudaram muito e muito depressa, cuja dinâmica de tudo isso, quase nem nos permitiu acompanhar e analisar o assunto. Com o seu advento, acreditava-se que seria o fim das tradicionais emissoras de rádio e difusão, tanto AM, quanto FM e o que se viu, foi e é uma de suas maiores aliadas, de tal sorte que, ao se montar uma emissora nova, algo inconcebível nos dias de hoje, seria dissociá-las, cuja simbiose e cumplicidade, no bom sentido, é o que se percebe com muita nitidez e racionalidade, como diriam alguns – calma que tudo se ajeita – e se ajeita mesmo de tal forma que a Internet, vista no início como algo “intruso”, hoje se vê incorporada a todos os empreendimentos pelo planeta globalizado, sem a qual, grandes corporações, jamais poderiam funcionar, tal qual irmãos siameses, só com uma diferença, ambos podem agir com total liberdade e funcionalidade, embora continuem dependendo um do outro no consecução de seus objetivos comuns. (Continua no próximo comentário). Att. LMA.

    1. Muito bom, gostei mesmo, concordo com você, minha opinião foi dada com a perspectiva do que vivo em casa, mas pensando de mais ampla realmente é uma incógnita. Obrigado pela participação.

  2. Leitura digital ou papel? Eis a questão. Como saber? Somente as surpresas que nos reserva o futuro, nos dirão um dia. E os jovens? Qual o futuro da leitura? Bem, quanto à esta última pergunta, seu próprio enunciado já a responde – o FUTURO mas – uma coisa já podemos antever – a leitura não morrerá, continuará, com certeza, e só não sabemos com certeza, qual será sua forma – em livros, revistas, jornais ou simplesmente, VIRTUAL, no entanto, ao final deixo minha modesta opinião híbrida. Quanto aos jovens, não sei exatamente qual sua vinculação à Internet com tanta primazia, como é colocada nessa associação, porque, por outro lado, existem outras faixas etárias bastante vinculadas a ela, talvez por serem os jovens, em sua maioria, com maior identificação com esse fenômeno, aí, concordo, não simplesmente e sim, pela maioria e, nesse caso, não se argumenta, pois é pura realidade incontestável. Sou de uma geração bem anterior ao advento da Internet no Brasil e confesso que hoje em dia não conseguiria mais conceber minha vida e meu dia-a-dia sem ela, embora não entenda quase nada do assunto, vivo pedindo “socorro” aos meus filhos e, mesmo assim, para operar apenas o básico. E, retomando a questão “jovens”, devemos ter em mente três gerações, a primeira, nascida na década de 1980, portanto, um pouco antes da Internet; a segunda, nascida na década de 1990, nesse caso, junto com ela, quer dizer, nasceu na mesma época e a terceira, que nasceu depois dela e já a encontrou em franco desenvolvimento e avanços tecnológicos a ela incorporados e que foram introduzidos pela duas gerações antecedentes, incorporando-lhe grandes inovações. A terceira e última, deu-lhe novos impulsos e feição, com a adição de novas terminologias, agregando-lhe também novas tecnologias, hoje, a serviço da humanidade como um todo. A terceira geração se caracteriza, particularmente, no uso da Internet pelo que se convencionou chamar-se “Internês” (neologismo), consubstanciado numa linguagem mais ou menos cifrada, só que de fácil identificação, como forma de se comunicar com poucas palavras e se fazer entendido, tais como: (pq= porque ou por que; tb= também; n=não; vc=você, qq=qualquer, etc), portanto, com um novo formato de comunicação, não oficial, é claro, mas que vem adquirindo força e se afirmando como nova alternativa padrão de comunicação. Quanto à leitura no papel, como é colocada no questionamento inicial, creio que continuará de forma paralela com a digital, à vista dos altos custos para a mudança do sistema e, por outro lado, se tornará muito mais cansativo ler um livro, por exemplo de 300 páginas, literalmente virtual, na primeira parada (interrupção), ter-se-á que desligar o computador e, depois, religá-lo e, assim, por diante, isso, todos os dias, a cada livro ou revista, uma se cansa e com a desvantagem de se perderem a magia, o fascínio e o glamour que somente os livros proporcionaram. Além disso, há ainda o interesse dos grandes grupos editoriais e suas corporações, que farão todo o possível para que o livro jamais pereça, criarão vários incentivos com grandes jogadas de marketing em favor de sua manutenção e conservação, como um dos instrumentos mais antigos de transmissão de informações e conhecimento através da leitura impressa. Aliado a tudo isso, não se pode negar o grande concurso dos conservadores e tradicionalistas adeptos do bom, fascinante, glamoroso e velho LIVRO, nos quais encontrará seus mais fervorosos DEFENSORES de sua manutenção. Além do mais, assim como as emissoras de rádio enxergaram na Internet sua maior aliada e não a responsável pelo seus “expurgos” do mercado da comunicação falada/sonora (oral), A LEITURA EM PAPEL encontrará também seu meio termo e também uma forma, não só de conciliação, mas igualmente, de coexistência pacífica, senão, uma parceria tão exitosa, quanto prática, de se atenderem simultaneamente as duas categorias de leitores – o DIGITAL/VIRTUAL e o de PAPEL. Respeitando as opiniões em contrário, é o que penso. LMA.

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